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Dinheiro na mão é vendaval

Uber é multada em R$ 26 mil por motorista que se recusou a levar cão-guia

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O servidor público é deficiente visual e já teve várias corridas canceladas devido a presença de sua cadela-guia
Reprodução / Arquivo pessoal

O servidor público é deficiente visual e já teve várias corridas canceladas devido a presença de sua cadela-guia


O Procon-DF condenou a Uber a pagar uma multa de R$ 26 mil a um passageiro deficiente visual que teve uma corrida negada por um motorista que não queria transportar sua cadela-guia. O caso aconteceu em Brasília, em dezembro de 2019 com o servidor público Ricardo Skrebsky Rubenich, de 27 anos.

Ricardo é cego, e na data, pediu uma carona no aplicativo até um shopping no centro da capital. Quando chegou ao ponto marcado, o motorista viu a cadela que ajuda Ricardo a andar e recusou a viagem, alegando que não transportava animais.

Ricardo contou ao UOL que tentou argumentar com o motorista, e explicar-lhe a função da cachorra. Avisou, inclusive, que iria denunciá-lo. Mesmo assim, o motorista se negou.

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Ele entrou com uma ação contra o motorista por danos morais e recebeu R$ 3 mil. Após vencer o processo, situações parecidas se repetiram. Por isso, ele resolveu acionar o Procon.

A defesa da Uber alegou que “não é responsável pelos atos de terceiros independentes, mas presta toda a assistência para dirimir problemas como o relatado, inclusive promovendo a imediata desativação do cadastro de motoristas independentes cujo comportamento seja contrário às diretrizes da plataforma” e, por isso, pediu que “seja determinado o arquivamento da presente Reclamação”.

Com a repercussão do caso, a Uber informou que não foi notificada da decisão e que “lamenta que essa situação tenha ocorrido dentro do aplicativo”. “A empresa tem como Política que os motoristas parceiros cumpram a lei e acomodem cães-guia”, afirmou.

“A Uber defende o respeito à diversidade e reafirma o seu compromisso de promover o respeito, igualdade e inclusão para todas as pessoas que utilizam o nosso app”, concluiu o comunicado.

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SP: entregadores de app fazem manifestação por condições de trabalho melhores

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Entregadores de apps como Rappi, iFood, Uber Eats e Loggi reivindicam taxas de entrega mais justas
Reprodução/Twitter/@jairomalta

Entregadores de apps como Rappi, iFood, Uber Eats e Loggi reivindicam taxas de entrega mais justas


Mais de 3000 entregadores de aplicativos como Rappi, Uber Eats, Loggi e iFood se reuniram nesta sexta-feira (16) em uma manifestação contra as taxas de comercialização cobradas pelas empresas e pediram vacinação para os trabalhadores das ruas. A concentração foi às 13h, em frente ao estádio do Pacaembu, na zona oeste da cidade de São Paulo.

O protesto foi organizado em grupos de whatsapp e exige uma taxa mínima por pedido (a sugestão é de R$ 10 até 5 km), R$ 2 por quilômetro adicional, transparência nos cálculos, fim dos chamados bloqueios indevidos e de programas como o “Rappi Turbo”, de entregas mais ágeis.

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No início do ano, a Amobitec, associação que reúne iFood, Uber Eats e Zé Delivery, enviou um requerimento ao Centro de Contingência do Coronavírus de SP que pedia a inclusão da categoria na vacinação prioritária.

Em março, a Uber enviou uma carta para o Ministério da Saúde pedindo que seus  motoristas e entregadores tenham prioridade na fila da vacina e sejam imunizados junto aos demais trabalhadores do setor de transportes.

As primeiras manifestações de motoboys aconteceram ainda no começo da pandemia, no segundo trimestre de 2020. O enclausuramento evidenciou a importância dos trabalhores de entregas e transportes, que se reuniram nos primeiros atos para chamar a atenção sobre suas condições de trabalho. 

Um estudo do Ministério Público do Trabalho e de pesquisadores trabalhistas de universidades federais, divulgado na época, mostrava que 59% dos motoristas passaram a ganhar menos com as plataformas durante a pandemia. De quase 300 motoboys ouvidos, 52% disseram que aumentaram a jornada e tiveram queda nos ganhos.

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