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Dinheiro na mão é vendaval

Senador petista ataca dono do Madero: “negacionismo foi intencional”

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Durante a auditoria do ex-ministro da Saúde, Henrique Mandetta, na CPI da Pandemia , o senador Rogério Carvalho ( PT -SE) atacou o dono da rede de restaurantes Madero em seu pronunciamento. Ele afirma que o presidente da empresa, Junior Durski , minimizou a pandemia com sua previsão de que “5 mil mortes pelo novo coronavírus valeriam a pena para salvar empregos”.

“Não é um negacionismo culposo, mas uma tese que prevaleceu desde o início desta pandemia, de que era preciso deixar as pessoas expostas para se imunizarem naturalmente e resolver o problema econômico da renda. Isto foi feito de forma intencional”, afirmou o senador.


Em março do ano passado , no início da crise da Covid-19 no Brasil, o empresário Junior Durski, apoiador do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), compartilhou um vídeo em seu Instagram defendendo que as consequências econômicas causadas pelas medidas restritivas adotadas na luta contra o novo coronavírus serão “maiores do que os 5 ou 7 mil que vão morrer”. 

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“O Brasil não pode parar dessa maneira. O Brasil não aguenta. Tem que ter trabalho, as pessoas têm que produzir, têm que trabalhar. O Brasil não tem que essa condição de ficar parado assim. As consequências que teremos economicamente no futuro vão ser muito maiores do que as pessoas que vão morrer agora com o coronavírus”, disse à época.

Veja:


Você viu?

Dois dias depois, ele voltou às redes sociais para se desculpar pela repercussão negativa de sua fala anterior:


Não é a primeira vez que o senador Carvalho critica Durski. No mesmo dia em que o empresário publicou seu vídeo contrário às medidas de contenção do vírus, o parlamentar pediu boicote ao Madero

“O que está acontecendo? Eu não vou e recomendo que as pessoas não frequentem mais essa hamburgueria do Madero. São pessoas. São vidas. Não é possível um presidente atrapalhar tanto um país como o atual presidente”, respondeu à época.

Outros alvos

O senador também criticou as falas do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido). Para ele, tratar a Covid-19 como uma “gripezinha” é “um convite para se expor”. 

O ministro do Desenvolvimento Regional, Osmar Terra, também não se safou das falas do petista. Ele lembra que Terra é médico de formação, já foi presidente do conselho nacional de secretários de Saúde e secretário de saúde do Rio Grande do Sul, e ainda assim afirmou que a Covid-19 faria menos vítimas que a H1N1, como que minimizando a pandemia.

Também entraram para a lista de negacionistas o ministro  Paulo Guedes (Economia) e o presidente do Centro Central, Roberto Campos Neto.

O portal iG tentou entrar em contato com o Madero, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

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Tom agressivo de Bolsonaro afasta investimento da China

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Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países

As falas agressivas de Bolsonaro contra a China têm provocado um afastameto dos investimentos do maior parceiro comercial do país: a China. Um dos impactos mais importantes para o cenário de combate à pandemia é o envio de insumos para a fabricação de vacinas contra a Covid-19. 

Além disso, novos investimentos em setores de energia, transporte e tecnologia também podem ser afetados pelas falas do presidente. Reuniões já foram canceladas em câmaras de comércio, que é a instância de parceria comercial entre os dois países, após acusações de que o país asiático estaria tirando proveito da pandemia para alavancar a própria economia. 

Ao Uol , o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China (CCIBC) , Charles Tang , disse que as transações dependem de órgãos reguladores e de financiamento. Acrescentou que, a cada cometário de Bolsonaro sobre os chineses, surge uma insegurança sobre os negócios. 

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“Se tem negócio suspenso por causa das posições do governo sobre a China? Vou responder dando um exemplo. O mundo inteiro está correndo para ajudar a Índia. A China mandou milhões de vacinas para a Índia. A China não está correndo para ajudar o Brasil. Por que ajudou a Índia e não o Brasil?”, indagou, em entrevista ao Uol.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil, que, em 2020, fechou com saldo positivo de US$ 35,4 bilhões em exportações para o país da Ásia. Registrou redução nos gastos com importação, sendo 2,7% a menos (US$ 34,6 bilhões), e aumento nas exportações de 7,3% (US$ 70,08) bilhões, saldo maior que as vendas para os EUA.

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