(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

Sem convite para mulheres e Hang excluído: a lista do jantar de Bolsonaro

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
luciano hang e jair bolsonaro
Reprodução/Facebook

Empresário Luciano Hang, dono das lojas Havan, foi excluído de jantar entre Bolsonaro e empresários

O presidente Jair Bolsonaro se reuniu com empresários em jantar nesta quarta-feira (7), no bairro dos Jardins, área nobre de São Paulo, e foi ovacionado, embora tenha ouvido cobranças para acelerar a vacinação contra a Covid-19 e para defender a agenda de reformas econômicas . Donos de grandes empresas estiveram presentes, mas, além deles, as ausências também chamaram a atenção: nenhuma mulher foi sequer convidada, e o notório bolsonarista Luciano Hang , dono da Havan, acabou excluído.

Bolsonaro disse estar fazendo o máximo que pode para garantir a imunização da população brasileira contra a Covid-19, segundo disse um dos  empresários presentes à Folha de S.Paulo . Após citar o fato de o Brasil ser um dos únicos países a fabricar vacinas contra a doença causada pelo novo coronavírus, o presidente teria sido muito exaltado pelos ‘representantes do PIB’.

O jantar desta quarta aconteceu na casa de  Washington Cinel , dono da empresa Gocil, do setor de segurança, e contou com apenas 9 dos 65 bilionários brasileiros elencados pela revista Forbes . De todos os que foram convidados, apenas dois recusaram, alegando que viajavam e não poderiam comparecer. Empresários cujas fortunas não chegam a R$ 1 bilhão, segundo a lista da Forbes, também foram convidados. A lista final reuniu cerca de 20 empresários, além dos convidados do presidente.

Leia Também:  Companhias Aéreas dos EUA recebem U$ 14 bi

Nenhuma das 9 mulheres bilionárias que integram a lista dos mais ricos da Forbes foi convidada para o encontro, que teve a presença exclusiva de homens. Luciano Hang, um dos empresários com apoio mais fervoroso e público a Bolsonaro, chegou a ser incluído em uma pré-lista de convidados, mas ficou de fora. Segundo a Folha de S.Paulo , a ideia era evitar o convite para os chamados ” radicais “.

Você viu?

A lista do jantar

Além de Bolsonaro, a ‘comitiva oficial’ contou com os ministros Paulo Guedes , da Economia; Tarcísio de Freitas, da Infraestrutura; Marcelo Queiroga , da Saúde; e Fábio Faria, da Comunicação. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o general Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional, também marcaram presença.

Entre os empresários, estiveram presentes, além do dono da casa:

  • Claudio Lottenberg, do Hospital Albert Einstein;
  • André Esteves, do BTG;
  • Alberto Saraiva, do Habib’s;
  • Luis Carlos Trabuco, do Bradesco;
  • Rubens Menin, do Banco Inter, da MRV e da CNN Brasil;
  • David Safra, do Banco Safra;
  • Rubens Ometto, da Cosan;
  • Carlos Sanchez, da EMS Farmacêutica;
  • Paulo Skaf, da FIESP;
  • Ricardo Faria, da Granja Faria;
  • João Camargo, do Grupo Alpha;
  • Candido Pinheiro, da Hapvida Saúde;
  • Tutinha Carvalho, da Jovem Pan;
  • José Roberto Maciel, do SBT;
  • Flávio Rocha, da Riachuelo; e
  • José Isaac Peres, da Multiplan.
Leia Também:  Banco do Brasil realiza leilão de imóveis com descontos de até 40%

Nesta quarta, onde o encontro de dezenas de pessoas foi promovido, 3.829 brasileiros foram vitimados pela Covid-19, e o país ultrapassou a marca de 340 mil óbitos pela doença .

No encontro, que durou cerca de 2 horas e meia, os convidados foram distribuídos em duas grandes mesas. O cerimonial pediu que os celulares fossem deixados na entrada da casa, e, durante todo o encontro, eles não foram usados.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

SP: entregadores de app fazem manifestação por condições de trabalho melhores

Publicados

em


source
Entregadores de apps como Rappi, iFood, Uber Eats e Loggi reivindicam taxas de entrega mais justas
Reprodução/Twitter/@jairomalta

Entregadores de apps como Rappi, iFood, Uber Eats e Loggi reivindicam taxas de entrega mais justas


Mais de 3000 entregadores de aplicativos como Rappi, Uber Eats, Loggi e iFood se reuniram nesta sexta-feira (16) em uma manifestação contra as taxas de comercialização cobradas pelas empresas e pediram vacinação para os trabalhadores das ruas. A concentração foi às 13h, em frente ao estádio do Pacaembu, na zona oeste da cidade de São Paulo.

O protesto foi organizado em grupos de whatsapp e exige uma taxa mínima por pedido (a sugestão é de R$ 10 até 5 km), R$ 2 por quilômetro adicional, transparência nos cálculos, fim dos chamados bloqueios indevidos e de programas como o “Rappi Turbo”, de entregas mais ágeis.

Leia também

Leia Também:  Companhias Aéreas dos EUA recebem U$ 14 bi

No início do ano, a Amobitec, associação que reúne iFood, Uber Eats e Zé Delivery, enviou um requerimento ao Centro de Contingência do Coronavírus de SP que pedia a inclusão da categoria na vacinação prioritária.

Em março, a Uber enviou uma carta para o Ministério da Saúde pedindo que seus  motoristas e entregadores tenham prioridade na fila da vacina e sejam imunizados junto aos demais trabalhadores do setor de transportes.

As primeiras manifestações de motoboys aconteceram ainda no começo da pandemia, no segundo trimestre de 2020. O enclausuramento evidenciou a importância dos trabalhores de entregas e transportes, que se reuniram nos primeiros atos para chamar a atenção sobre suas condições de trabalho. 

Um estudo do Ministério Público do Trabalho e de pesquisadores trabalhistas de universidades federais, divulgado na época, mostrava que 59% dos motoristas passaram a ganhar menos com as plataformas durante a pandemia. De quase 300 motoboys ouvidos, 52% disseram que aumentaram a jornada e tiveram queda nos ganhos.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CATEGORIA

CATEGORIA

CATEGORIA

CATEGORIA

MAIS LIDAS DA SEMANA