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Dinheiro na mão é vendaval

Salário mínimo perdeu R$ 62 em poder de compra este ano

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Salário mínimo já perdeu R$ 62 em poder de compra este ano
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Salário mínimo já perdeu R$ 62 em poder de compra este ano

No ano, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) acumula alta de 5,67%, isso fez com que o brasileiro que ganha o atual salário mínimo (R$ 1.100) perdesse R$ 62 no poder de compra. Nos últimos 12 meses a inflação acumulada é de 9,68%.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que aponta a inflação para os mais pobres, subiu ainda mais: 5,9%. Sendo assim, o salário mínimo atual vale R$ 1.038, de acordo com cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgados pela CNN Brasil.

Para 2022, o governo enviou no projeto de lei orçamentária anual, a PLOA, um reajuste de 6,2%, e o salário passaria a ser de R$ 1.169, sem ganho real.

“A alta mais considerável aconteceu no grupo de alimentação, que é o que vai trazer a maior preocupação para as famílias de renda mais baixa. Cerca de 25% do orçamento deles é com alimentação”, disse à CNN Ilmar Silva, economista do Dieese.

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Alguns dos vilões do INPC:

  • Conta de luz subiu 10%
  • Gás encanado já ficou 14% mais caro
  • Botijão de gás 23%
  • Carnes (+8,4%)
  • Frango (+11%)
  • Margarina (+15%)
  • Café (+17%)
  • Gasolina subiu 30%
  • Etanol, 40%




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20 governadores assinam carta cobrando ‘verdade’ do governo sobre combustíveis

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Combustíveis
Fernanda Capelli

Combustíveis

Vinte governadores divulgaram uma carta nesta segunda-feira (20) negando ter aumentando o ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias) de combustíveis. A carta cobra “verdade” do governo federal para solucionar o problema. 

“Os governadores dos entes federados brasileiros signatários vêm a público esclarecer que, nos últimos 12 meses, o preço da gasolina registrou um aumento superior a 40%, embora nenhum estado tenha aumentado o ICMS incidente sobre os combustíveis ao longo desse período”, afirmam no documento divulgado pela Folha de São Paulo.

“Essa é a maior prova de que se trata de um problema nacional, e, não somente, de uma unidade federativa. Falar a verdade é o primeiro passo para resolver um problema”, seguem.

Governadores de todo o espectro político assinam o documento, como: Flávio Dino (PSB-MA), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Rui Costa (PT-BA), Cláudio Castro (PL-RJ), Romeu Zema (Novo-MG), Eduardo Leite (PSDB-RS) e Ibaneis Rocha (MDB-DF).

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O presidente Jair Bolsonaro justifica o aumento dos combustíveis como sendo consequência de abusos tributários dos governos estaduais, sendo que a alíquota do ICMS se mantém a mesma enquanto o dólar sobre e o preço do petróleo cru também.

O governo chegou a enviar um projeto de lei ao Congresso para tentar mudar as regras do ICMS, mas o texto não foi adiante. Bolsonaro prometeu ir ao STF (Supremo Tribunal Federal) para conseguir aval para o PL.

Veja quem assina o documento:




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