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Dinheiro na mão é vendaval

Renda extra: 5 empresas que mais vão distribuir dividendos para os acionistas

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O pagamento de dividendos é uma boa forma de ganhar renda extra, pois ao investir em empresas que pagam bons retornos, o investidor ganha com a possível valorização das ações, assim como na divisão do lucro líquido da instituição.

Como assim? Os dividendos nada mais são que parcelas do lucro adquirido pela empresa e distribuídos na forma de remuneração aos acionistas.

Portanto, esse pagamento é feito em forma de porcentagem, proporcional a quantidade de ações do investidor, podendo ser em dinheiro, ações ou direitos de propriedades. Além disso, essa distribuição pode ser anual, semestral, trimestral ou até mesmo mensal.

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Taesa (TAEE11)

A Taesa (Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A.) se caracteriza como uma das maiores empresas privadas de transmissão de energia elétrica do país em termos de Receita Anual Permitida.

A princípio, a companhia paga 12,43% de Dividend Yield. Só em maio deste ano, a instituição distribuiu R$ 561 milhões em dividendos, cerca de R$ 0,54 por ativo.

Engie (EGIE3)

A maior geradora privada de energia do Brasil paga 9,7% de Dividend Yield. Em suma, a Engie possui participação de cerca de 6,2% no mercado brasileiro de energia.

Confira a reportagem completa aqui

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Volkswagen coloca 800 funcionários em férias coletivas por falta de peças

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Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)
Divulgação/Volkswagen

Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)

Em meio à escassez de componentes, a Volkswagen vai colocar 800 funcionários da fábrica de Taubaté (SP), o correspondente a um turno, em novas férias coletivas. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região, a medida começa a valer na segunda-feira (27) e se estenderá por dez dias.

O motivo alegado pela montadora é a falta de insumos, sobretudo de semicondutores, que vem sofrendo oscilações no fornecimento e dificultando a produção mundial de veículos.

De acordo com o sindicato, a Volkswagen informou inicialmente que as férias coletivas seriam para 2 mil trabalhadores, mas que poderia sofrer alterações. Até o momento, a medida vale para 800 funcionários, que devem retornar no dia 7 de outubro.

Indústria automotiva enfrenta escassez de chips

O episódio marca a sexta vez no ano em que a Volkswagen concede férias coletivas aos funcionários. Ainda segundo o sindicato, também foram registrados 11 dias de paralisação e mais cinco dias de folga (ambos com utilização do banco de horas) por falta de peças.

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Em julho, a Volkswagen concedeu férias coletivas de 20 dias para o primeiro turno de sua fábrica em São Bernardo do Campo e paralisou parte de sua planta em Taubaté.

No fim de agosto, a montadora também anunciou dez dias de férias coletivas para 2 mil funcionários na fábrica de Taubaté, também por falta de peças.

O problema de abastecimento tem sido enfrentado por toda a indústria automotiva, que lida com a escassez na cadeia global de suprimentos desde o fim do ano passado.

No mesmo dia em que o Sindicato dos Metalúrgicos anunciou a medida adotada pela Volkswagen em Taubaté, trabalhadores da Fiat em Betim aprovaram um programa de suspensão temporária do contrato de trabalho devido a falta de componentes eletrônicos.

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