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Reedição do programa de preservação de empregos sai “a qualquer momento”, diz Guedes

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Reedição do programa de preservação de empregos sai “a qualquer momento”, diz Guedes
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Reedição do programa de preservação de empregos sai “a qualquer momento”, diz Guedes

Reedição do programa de preservação de empregos sai "a qualquer momento", diz Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, reafirmou na terça-feira (6) que a equipe econômica renovará várias medidas de proteção social na esteira da escalada de casos e óbitos em decorrência da pandemia da Covid-19 no país, ressaltando que a reedição do programa BEm, voltado à preservação de empregos formais, sairá em breve.

“Estamos renovando o programa de preservação de emprego, a qualquer momento será lançado. Foi um grande sucesso”, afirmou o ministro, em inglês, em videoconferência promovida pelo Itaú (ITUB4) com investidores estrangeiros, em referência ao programa que no ano passado ofereceu complementação de renda a trabalhadores que tiveram redução temporária de salário e jornada ou suspensão de contrato.

Segundo a Reuters, Guedes lembrou que já foi anunciada prorrogação do pagamento de impostos (para o Simples Nacional) e que também haverá antecipação do pagamento do 13º para aposentados.

“Estamos repetindo o protocolo da última crise (primeira onda), mas com muito mais foco desta vez. Temos também substancialmente menos impactos fiscais que nós tínhamos antes”, acrescentou.

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Reedição do programa de preservação de empregos sai "a qualquer momento", diz Guedes

Guedes

Guedes disse ter observado uma “surpresa” na atividade econômica nos primeiros dois meses deste ano, com a criação de novos postos de trabalho no mercado formal, bem como dados positivos para arrecadação no bimestre e no mês de fevereiro.

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O país abriu 401.639 vagas formais de trabalho em fevereiro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados ( Caged ), e 258.141 vagas em janeiro.

Já do lado da arrecadação, no acumulado dos dois primeiros meses do ano, a arrecadação avançou 0,81% em termos reais, a 308 bilhões de reais, melhor resultado para o período desde 2000.

“Nós temos bons sinais com respeito a como a economia está se comportando, principalmente considerando os meses de janeiro e fevereiro, em que nós não tínhamos nenhum tipo de concessão financeira sendo fornecida e ainda sim apresentou resultados muito bons.”

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Gasolina apresenta alta de 40% nas bombas em 2021 e GLP atinge R$ 100 em média

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Dados foram divulgados pela ANP nesta segunda-feira
Reprodução: iG Minas Gerais

Dados foram divulgados pela ANP nesta segunda-feira

O preço médio da gasolina, do diesel e do gás de botijão voltaram a subir na última semana, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

No caso da gasolina, o preço médio do litro subiu 3,33% nas duas últimas semanas, passando de R$ 6,117 para R$ 6,321. É, assim, a décima primeira semana seguida entre altas e estabilidade nos preços. No ano, acumula alta de 40,9%.

Em alguns estados do Brasil, a gasolina já é vendida a R$ 7,499, como no Rio Grande do Sul.  Ao todo, a  gasolina também já é encontrada acima dos R$ 7 em seis estados. Além do Rio Grande do Sul, estão na lista Rio de Janeiro (R$ 7,399), Piauí (R$ 7,159), Minas Gerais (R$ 7,179), Mato Grosso (R$ 7,047) e Acre (R$ 7,3).

No diesel, a alta foi de 0,3% nas duas últimas semanas, passando de R$ 4,961 para R$ 4,976, destacou a ANP. No ano, a alta chega a 37,99% na bomba.

GLP acima de R$ 100 em 19 estados

No GLP, o preço médio do botijão de treze quilos ultrapassou a marca de cem reais. Na semana passada, o valor chegou a  R$ 100,44, alta de 1,79% ante a semana anterior, de R$ 98,67. 

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No ano, o GLP acumula alta de 34,36% no ano. Assim, o gás de botijão já ultrapassou os R$ 100 em 19 estados, diz a ANP.  O maior preço médio está em Mato Grosso, onde é vendido em média a R$ 120,16.

Em  Mato Grosso, Rondônia e Rio Grande do Sul, o preço do botijão já é encontrado a R$ 135. No Rio de Janeiro, o preço máximo chega a R$ 110.

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Economistas ressaltam que o valor dos combustíveis sobe, principalmente, de acordo com as cotações do preço do petróleo no mercado internacional e do dólar. Além disso, o preço varia entre estados por conta da tributação e dos custos logísticos das distribuidoras para distribuir o combustível.

Dados da Petrobras indicam que, entre janeiro e outubro, o preço do litro do diesel acumula alta de 51% nas refinarias; e o da gasolina já subiu 61,9% nas refinarias desde janeiro.

Mas, apesar dos reajustes feitos pela Petrobras nos preços de gasolina e diesel entre o fim de setembro e início de outubro, analistas afirmam que ainda existe uma defasagem em relação aos valores cobrados no mercado internacional e que a estatal terá de anunciar novos aumentos.

Mas dados da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom) apontam que o diesel vendido pela Petrobras ainda está 15% abaixo do que é vendido no exterior na primeira quinzena de outubro.

O aumento nos preços ocorre em meio às discussões do projeto que muda o ICMS sobre combustíveis. O projeto, que já teve aval da Câmara dos Deputados, vai para o Senado. Se aprovado, a perda em arrecadação estimada para estados e municípios será de R$ 24 bilhões, nos cálculos do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz).

Hoje, o preço de referência em que incide o ICMS é um preço médio do combustível atualizado a cada 15 dias, que varia conforme o estado. Como o petróleo e o dólar têm subido bastante nos últimos meses, essa média tem subido também, o que pesa no orçamento dos brasileiros.

O projeto da Câmara daria um alívio no bolso em 2022, ano eleitoral, mas poderia pressionar os preços em 2023. O impacto nos cofres públicos sera imediato tanto para governos estaduais como para prefeituras, pois os municípios recebem 25% da receita do tributo estadual.

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