(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

Raça Araguaia: sucesso na pecuária de corte, bovino apresenta excelente rendimento de carcaça e ótima qualidade da carne

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


Investindo no desenvolvimento da pecuária de corte nacional, o Grupo Origem Premium mantém as melhores práticas para um bom planejamento e uma gestão eficiente que resulte em produtividade, qualidade, no sucesso do negócio e de seus parceiros comerciais.

Bovinos da Raça Araguaia possuem características de eficiência produtiva e qualidade de carcaça “Premium” que vão de encontro à demanda do consumidor mais exigente. A afirmativa é baseada, em análises técnico-científicas, realizada de forma independente pelos técnicos do iBeef, a partir do abate, avaliação de carcaças e análises laboratoriais da carne, em parceria com a Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) e Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Botucatu-SP, com o suporte do professor Arthur Chardulo. Em base dos dados observados o Araguaia, também apresenta atributos positivos para o cruzamento industrial com a raça Nelore, ressalta o médico veterinário, especialista em ciência da carne, professor Ângelo Polizel.

“As F1 permaneceram superiores estatisticamente para peso vivo final, ganho total e médio diário, peso de carcaça quente, claramente pelo efeito da heterose, lastreando o potencial da Raça Araguaia para os programas de cruzamentos terminais com Nelore. Apesar da diferença numérica de 1,4 ponto percentual no rendimento de carcaça quente (F1( Nelore x Araguaia) 55,4% / Araguaia (pura) 56,8%), não foi confirmada essa diferença em base estatística. De forma geral, foi observada similaridade entre os grupamentos genéticos, colaborando para o uso do Araguaia em cruzamentos com entrega de carcaças sem diferença para a linha progenitora”, afirma.

Leia Também:  Idosa de 101 anos entrega currículo em empresa e caso viraliza na web; confira

A avaliação genética apontou que com relação ao rendimento de carcaça as respostas foram de 56%. Os animais terminados em semi-confinamento apresentaram ótimo crescimento na fase pré-terminação, e composição desejável de gordura, bom ganho de peso e ótimos acabamentos de carcaça.

“Obtivemos um rendimento de carcaça muito bom, esse rendimento faz relação ao peso do animal vivo ao peso de carcaça, portanto, o que o animal pesou vivo, corresponde a 56.4% de carcaça. O percentual de gordura intramuscular da carne foi de 1,3% de gordura e os valores da Força de Cisalhamento, que calcula a maciez da carne, foram consideravelmente baixos, contribuindo para a garantia da entrega de uma carne com baixo teor de gordura (low fat), macia e sustentável ao mercado”, destaca o Pesquisador.

Animais Araguaia puros ou seu cruzamento com a raça Nelore apresentam alta composição de musculatura nas carcaças e possuem grande eficiência alimentar (transformação do alimento em peso de carcaça) o que têm animado os criadores.

O somatório desses fatores é a produção de carcaças de distintas características qualitativas e quantitativas da raça, destaca o criador Raul Almeida.

Leia Também:  4,5 bilhões foram economizados com identificação de fraudes em benefícios

“Estes parâmetros contribuem diretamente para a eficiência econômica da engorda e no peso final da carcaça que reflete em melhor remuneração ao produtor. Outro ponto a se destacar é que o animal possui ossatura fina, esta característica reflete em ganhos também para a indústria, pois aumenta o rendimento de desossa das carcaças”, reforça Almeida.

Como observado, a Raça Araguaia apresenta elevados índices zootécnicos, econômicos e também na qualidade da carne, resultado condicionado tanto ao componente genético quanto ao manejo alinhados aos princípios de bem-estar animal, preservação do meio ambiente e emprego de ferramentas que modernizam a produção, ressalta o sócio-diretor da Origem Premium, Alexander Estermann.

“O grupo Origem Premium, oferece ao mercado consumidor, carne uma macia, saborosa, saudável (baixo teor de gordura) e sustentável, aliado a tudo isso no rótulo da embalagem é possível o consumidor ter acesso via QR CODE a informações relevantes da fazenda onde a carne foi produzida. A ‘originação” com um formato único de cada embalagem faz parte dos pilares da ORIGEM PREMIUM”.

Os pecuaristas interessados em conhecer e participar do Programa de Produção Origem Premium, basta acessar o site (www.origempremium.com.br) e se cadastrar.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

Indústria no Brasil contrata mais do que demite após 10 anos de saldo negativo

Publicados

em


source
null
Arquivo/Agência Brasil

undefined


Pela primeira vez em uma década, as contratações superaram as demissões no mês de janeiro na indústria nacional . A Sondagem Industrial, divulgada nesta quarta-feira (24) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), mostra que o índice de evolução do número de empregados ficou em 51,3 pontos em janeiro de 2021. 

emprego industrial acumula sete meses consecutivos de alta .

O indicador varia de zero a 100, sendo 50 pontos a linha de corte que separa a alta da queda no emprego. Para o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, em entrevista ao Estado de S. Paulo, as contratações refletem a recuperação da indústria no segundo semestre do ano passado.

A  UCI (Utilização da Capacidade Instalada) ficou em 69%, o que é o maior porcentual para o mês de janeiro desde 2014, embora seja um ponto porcentual menor que o registrado em dezembro de 2020. 

Você viu?

A produção industrial seguiu o movimento normal do início do ano, registrando desaceleração e queda em relação a dezembro de 2020. O índice de evolução de produção ficou em 48,2 pontos, abaixo da linha dos 50 pontos, o que revela queda na produção.

Leia Também:  Fábrica da Ford vai se tornar centro logístico após investimento de R$ 1,2 bi


Efeitos da pandemia 


“A queda na atividade industrial foi mais forte na passagem de 2020 para janeiro de 2021 do que nos três anos anteriores. No entanto, a produção dos últimos meses do ano passado também esteve mais aquecida. O que percebemos é que, mesmo com a queda, a produção se mantém em nível relativamente elevado, o que explica a alta do emprego em janeiro”, avalia Azevedo.

A pesquisa também revela que os estoques estão abaixo do que as empresas planejavam, mas a queda foi menos intensa e menos disseminada em janeiro do que nos meses anteriores. Além disso, a distância entre o nível de estoque desejado e o estoque efetivo diminui.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CATEGORIA

CATEGORIA

CATEGORIA

CATEGORIA

MAIS LIDAS DA SEMANA