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Dinheiro na mão é vendaval

R$ 1 trilhão: esse deve ser o Valor Bruto de Produção do Agro em 2021

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Valor Bruto de Produção do Agro 2021 deve superar R$ 1 trilhão
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Valor Bruto de Produção do Agro 2021 deve superar R$ 1 trilhão

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) está estimado em R$ 1,002 trilhão em 2021. Houve um acréscimo real de 11,8% em relação ao ano passado (R$ 896,7 bilhões).  As lavouras projetam valores de R$ 688,4 bilhões e a pecuária de R$ 314,5 bilhões. O acréscimo em relação a 2020 foi de 15,2% nas lavouras e 5,1% na pecuária. Os dados incluem as estatísticas atualizadas de janeiro deste ano.

“Dois fatores são decisivos para este resultado: preços agrícolas favoráveis para grande parte dos produtos e boas previsões para a safra deste ano”, analisa José Garcia Gasques, coordenador da pesquisa do VBP e coordenador geral de avaliação de Políticas e Informação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Desempenho favorável vem sendo apresentado pelo amendoim, com acréscimo de 4,9% no faturamento, arroz 9,6%, batata-inglesa 6,8%, cacau 14,9%, laranja 5,9%, mandioca 5,6%, milho 23,2% e soja 30,3%. Na pecuária, os destaques são os aumentos de 9,9% no VBP de carne bovina, 22,5% na carne de frango e 5% em leite. Os maiores valores do VBP são os de milho com R$ 126 bilhões e soja R$ 326,8 bilhões.

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Porém, um grupo importante de produtos tem apresentado queda no valor da produção, são eles: café (-28,4%), cana-de-açúcar (-1,8%), tomate (-7%), trigo (-3,7%), e ovos (-10,1%).

“No café a redução de valor pode ser atribuída principalmente a redução de 33,6% da produção do café arábica”, explica Gasques.

Segundo o IBGE , essa lavoura ainda se recupera da seca ocorrida em 2020. “Observamos, ainda que a cana de açúcar tem tido redução sistemática no valor da produção nos últimos cinco anos. Isso afeta os resultados de São Paulo e de outros estados, onde a cana é relevante”, explica.

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Os cinco produtos que lideram o VBP são soja, milho, cana-de-açúcar e algodão , que representam 83,3% do VBP das lavouras.

Os resultados regionais mostram impactos positivos do VBP. “Tomando alguns estados, onde a soja é o produto mais relevante, nota-se que em Mato Grosso, essa cultura representa 61,5% do VBP das lavouras; no Paraná 58%, e no Rio Grande do Sul, 64%. Na região do Matopiba, que compreende o bioma Cerrado dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a soja representa 43,4% do faturamento da região”, explica Gasques.

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 O que é VBP

O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. Calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil.

O valor real da produção, descontada a inflação, é obtido pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) da Fundação Getúlio Vargas. A periodicidade é mensal com atualização e divulgação até o dia 15 de cada mês.

Com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

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Após ingerir soda cáustica em refrigerante, casal pede indenização na justiça

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Somados os valores, casal vai receber R$ 16 mil
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Somados os valores, casal vai receber R$ 16 mil

Um casal tomou um susto ao tomar um simples refrigerante. Depois de ingerir a bebida, sentiram o líquido queimar suas gargantas e, ao darem uma olhada melhor na garrafa, notaram uma coloração amarela e um forte cheiro de soda cáustica. O diagnóstico médico confirmou a suspeita: intoxicação cáustica. Os clientes entraram na justiça, e a empresa foi condenada a pagar indenização de R$ 16 mil por danos morais.

Em primeira instância, o juiz entendeu que apenas a mulher deveria receber a indenização da empresa, já que havia ingerido o produto em maior quantidade, determinando pagamento de R$ 6 mil. Após recurso no Tribunal de Justiça de Minas Gerais , a desembargadora-relatora Juliana Campos Horta entendeu que a situação causou “profundo desconforto que supera o mero dissabor, especialmente se considerada a possibilidade de contaminação e consequente dano à saúde”. Por isso, incluiu o homem como vítima e estabeleceu o pagamento de R$ 8 mil para cada um dos autores.

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A desembargadora ainda ressaltou o dever legal do fornecedor em garantir a saúde e a segurança do consumidor:

“É inegável que o produto apresenta defeito, pois, além de não corresponder à expectativa do consumidor, sua utilização ou fruição é capaz de criar riscos à sua incolumidade ou de terceiros”, pontuou.

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