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Dinheiro na mão é vendaval

Privatização da Eletrobras destina mais R$ 3,5 bi para “estatal do Centrão”

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Relatório de privatização da Petrobras destina R$ 3,5 bi para Codevasf
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Relatório de privatização da Petrobras destina R$ 3,5 bi para Codevasf

O relatório preliminar para a privatização da Eletrobras , apresentado ontem pelo deputado Elmar Nascimento (DEM-BA) na Câmara dos Deputados , além de propor mudanças de regras no setor elétrico que podem inviabilizar a venda da estatal , também incluiu uma medida que fortalece a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba ( Codevasf ), hoje controlada pelo Centrão.

O deputado apresentou o relatório da proposta nesta terça-feira para líderes dos partidos na Câmara , mas ainda não protocolou o texto nos sistemas do Congresso. Pela proposta, serão destinados R$ 350 milhões anuais, ao longo de uma década, para a revitalização dos recursos hídricos da bacia do Rio São Francisco. Ou seja, R$ 3,5 bilhões no período.

O dinheiro será gerido pela diretoria-executiva da Codevasf. No texto original, esses recursos seriam geridos por um órgão independente. O relator colocou também a bacia do Rio Parnaíba para ter acesso a esses recursos.

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O diretor-presidente da Codevasf, Marcelo Moreira, foi indicado por Elmar Nascimento (DEM-BA), de acordo com parlamentares com conhecimento no assunto.

A estatal, criada na década de 1970 para elaborar programas de apoio e desenvolvimento às comunidades que vivem nas regiões ribeirinhas do Rio São Francisco, tornou-se estratégica para a aliança política firmada entre o Palácio do Planalto e o Congresso – e ampliou o seu raio de atuação, incluindo, no fim do ano passado, estados como Amapá e Minas Gerais.

A empresa se tornou um duto para repasses de recursos indicados por parlamentares. Como o GLOBO mostrou, parlamentares aliados do governo foram responsáveis por mais de 90% dos valores destinados em 2020 para a Codevasf na forma de emendas do relator, uma fatia do Orçamento cuja divisão é feita por acordo entre governo e as lideranças no Congresso. O relatório também prevê mudanças polêmicas nas regras do setor elétrico. O ponto que está sendo mais criticado no governo é uma permissão para que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) intervenha no mercado.

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Ele cria um mecanismo para que a Aneel determine a venda de energia por parte de empresas com “elevada participação” no mercado. Em outro ponto avaliado como problemático por integrantes do governo é o que determina que a Eletrobras negocie um passivo jurídico da ordem de R$ 80 bilhões.

A companhia tem provisionados (reservados) cerca de R$ 18 bilhões para eventualmente pagar por esse caso, que diz respeito a empréstimos compulsórios criados na década de 1960 para expansão do setor elétrico.

Para integrantes do governo, ao mencionar R$ 80 bilhões no seu texto, o relator está criando uma obrigação que ainda não foi totalmente reconhecida pela Justiça, em montantes maiores que os previstos pela empresa, aumentando o passivo da estatal.

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Rede Madero pode fechar após dono minimizar pandemia

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A rede de restaurantes Madero do bolsonarista Junior Durski disse, em suas demonstrações financeiras do primeiro trimestre de 2021, que o dinheiro em caixa da empresa não seria suficiente para pagar as dívidas de curto prazo na data de vencimento sem financiamento adicional. 

“Foram dois materiais de resultados publicados pela empresa desde o início da pandemia e auditores da rede levantaram, em ambos, a existência de ‘incerteza relevante’ e ‘significativa’ relacionada com a continuidade da operação”, informa o jornal Valor Econômico.

O informe entregue nesta quinta-feira (24) indica que as lanchonetes podem fechar.


Você viu?

Em março de 2020, no início da pandemia de Covid-19 , o empresário Junior Durski minimizou o potencial letal do coronavírus . Segundo ele, o Estado não deveria parar a economia para frear a disseminação da doença porque “5 ou 7 mil pessoas vão morrer”. 

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Veja:


Nesta quinta-feira, o Brasil registrou mais de 507 mil mortes pela Covid-19

No ano passado, a Controladoria Geral da União (CGU)  multou o restaurante em R$ 442 mil por pagar propina em dinheiro e alimentos a funcionários do Ministério da Agricultura. Os funcionários da pasta eram designados para, supostamente, fiscalizar lojas da rede nas cidades de Balsa Nova e Ponta Grossa, no Paraná.

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