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Preço dos Combustíveis: Cade vai monitorar aumento coordenado

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Petrobras reduz preço da gasolina em 4% nas refinarias
Agência Brasil

Petrobras reduz preço da gasolina em 4% nas refinarias

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) vai monitorar o preço dos combustíveis em postos de todo o país a partir desta sexta-feira (19). A determinação acontece após a  Petrobras anunciar um reajuste nos valores da gasolina (10,2%) e do diesel (15%) nas refinarias.

O monitoramento avaliará como  o quarto reajuste deste ano vai chegar nas bombas dos postos. A investigação verificará se os revendedores adotarão práticas anticompetitivas como a “colusão”, que é quando dois concorrentes fecham acordos entre si para implementar um aumento de preços igual.

A decisão de monitorar todo o país surgiu de uma apuração de condutas de cartel no Distrito Federal.

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Livre mercado?

Em entrevista aos jornais Metrópoles e Correio Braziliense, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Distrito Federal (Sindicombustíveis/DF), Paulo Tavares, alertou sobre uma possível alta no preço dos combustíveis de até R$ 0,10 por conta do reajuste da Petrobras.

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Uma nota técnica do órgão diz que essas entrevistas poderiam revelar uma “tentativa clara de influenciar o mercado revendedor a ser comportar uniformemente, repassando coletivamente o aumento de custo verificado”, isto é – atrapalhando a livre concorrência. 

A suspeita do Cade é que essas falas podem facilitar a “colusão” do mercado de revendedores de combustíveis. Isso por que a conduta do sindicombustíveis possibilitaria que diferentes donos de postos praticassem uma possível ação coordenada em um “acordo tácito” de aumento de preços.

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Tom agressivo de Bolsonaro afasta investimento da China

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Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países

As falas agressivas de Bolsonaro contra a China têm provocado um afastameto dos investimentos do maior parceiro comercial do país: a China. Um dos impactos mais importantes para o cenário de combate à pandemia é o envio de insumos para a fabricação de vacinas contra a Covid-19. 

Além disso, novos investimentos em setores de energia, transporte e tecnologia também podem ser afetados pelas falas do presidente. Reuniões já foram canceladas em câmaras de comércio, que é a instância de parceria comercial entre os dois países, após acusações de que o país asiático estaria tirando proveito da pandemia para alavancar a própria economia. 

Ao Uol , o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China (CCIBC) , Charles Tang , disse que as transações dependem de órgãos reguladores e de financiamento. Acrescentou que, a cada cometário de Bolsonaro sobre os chineses, surge uma insegurança sobre os negócios. 

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“Se tem negócio suspenso por causa das posições do governo sobre a China? Vou responder dando um exemplo. O mundo inteiro está correndo para ajudar a Índia. A China mandou milhões de vacinas para a Índia. A China não está correndo para ajudar o Brasil. Por que ajudou a Índia e não o Brasil?”, indagou, em entrevista ao Uol.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil, que, em 2020, fechou com saldo positivo de US$ 35,4 bilhões em exportações para o país da Ásia. Registrou redução nos gastos com importação, sendo 2,7% a menos (US$ 34,6 bilhões), e aumento nas exportações de 7,3% (US$ 70,08) bilhões, saldo maior que as vendas para os EUA.

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