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Dinheiro na mão é vendaval

Preço da gasolina acumula 5,8% de aumento desde o início do ano, diz ANP

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Brasil Econômico

O preço contraria as medidas anunciadas pelo presidentes Jair Bolsonaro
Agência Brasil

O preço contraria as medidas anunciadas pelo presidentes Jair Bolsonaro

O litro da gasolina subiu 1,3% nas bombas na semana passada em comparação com a semana anterior, e bateu R $4,833.

O valor é 5,8% maior que o observado na primeira semana de 2021 , segundo dados divulgados nesta quarta-feira (17) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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O óleo diesel encareceu 1,1% na semana do dia 7 a 13 de fevereiro em relação à semana anterior. Na semana passada, o diesel foi vendido a um preço médio de R$ 3,875, o que representa alta de 2,9% em relação às primeira semana do ano.

Já o etanol hidratado teve alta de 0,6% na semana passada. O biocombustível foi vendido, em média, a R$ 3,311 o litro – 3,3% acima do valor registrado nos postos na primeira semana do ano.

Debate de impostos 

O aumento dos preços é contraditório às  medidas anunciadas pelo presidente Jair Bolsonaro  (sem partido) para conter a greve dos caminhoneiros

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A greve anunciada em janeiro deste ano reclama, entre outras coisas, do aumento do preço dos combustíveis. 

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Tom agressivo de Bolsonaro afasta investimento da China

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Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países

As falas agressivas de Bolsonaro contra a China têm provocado um afastameto dos investimentos do maior parceiro comercial do país: a China. Um dos impactos mais importantes para o cenário de combate à pandemia é o envio de insumos para a fabricação de vacinas contra a Covid-19. 

Além disso, novos investimentos em setores de energia, transporte e tecnologia também podem ser afetados pelas falas do presidente. Reuniões já foram canceladas em câmaras de comércio, que é a instância de parceria comercial entre os dois países, após acusações de que o país asiático estaria tirando proveito da pandemia para alavancar a própria economia. 

Ao Uol , o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China (CCIBC) , Charles Tang , disse que as transações dependem de órgãos reguladores e de financiamento. Acrescentou que, a cada cometário de Bolsonaro sobre os chineses, surge uma insegurança sobre os negócios. 

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“Se tem negócio suspenso por causa das posições do governo sobre a China? Vou responder dando um exemplo. O mundo inteiro está correndo para ajudar a Índia. A China mandou milhões de vacinas para a Índia. A China não está correndo para ajudar o Brasil. Por que ajudou a Índia e não o Brasil?”, indagou, em entrevista ao Uol.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil, que, em 2020, fechou com saldo positivo de US$ 35,4 bilhões em exportações para o país da Ásia. Registrou redução nos gastos com importação, sendo 2,7% a menos (US$ 34,6 bilhões), e aumento nas exportações de 7,3% (US$ 70,08) bilhões, saldo maior que as vendas para os EUA.

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