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Dinheiro na mão é vendaval

Poupança tem pior rendimento em três décadas no último ano

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Queda na rentabilidade da caderneta de poupança é a maior desde 1991
Maria Clara Matturo

Queda na rentabilidade da caderneta de poupança é a maior desde 1991

Investimento querido pela população, a poupança apresentou o pior índice de rendimento em 31 anos, segundo um levantamento feito pela Economática. No ano passado, a caderneta apresentou rendimento negativo em 6,37%, ou seja, a cada R$ 1.000 depositados, o investidor perdia R$ 63,70.

Esse é o pior valor desde 1990, quando foi registrado resultado negativo de 22,44%. O investimento também apresentou negatividade pelo terceiro ano consecutivo. Desde 2019, a poupança vem perdendo força em relação à inflação, que atingiu 10,06% em 2021.

Os dados mostram, no entanto, que a poupança apresentou rentabilidade maior que investimentos na Bolsa de Valores. As sucessivas quedas do índice Ibovespa após precauções do mercado financeiro fez com que o investimento fechasse o ano com – 19,98%.

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Já o CDI, que tem se destacado nos últimos anos por sua rentabilidade, encerrou 2021 com rentabilidade negativa de 5,12%. Especialistas acreditam que o avanço da pandemia de Covid-19, principal no começo do último ano, provocou receio em investidores e, consequentemente, queda na rentabilidade dos investimentos.

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Servidores vão pedir reajuste de até 28% na greve de hoje

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Servidores vão pedir reajuste de até 28% na greve de hoje
O Antagonista

Servidores vão pedir reajuste de até 28% na greve de hoje

Durante a greve marcada para esta terça-feira (18), entidades de servidores vão pedir aumento salarial de até 28,15%. A categoria está insatisfeita com o presidente Jair Bolsonaro por escolher dar reajuste apenas para os profissionais da segurança pública, mas o período de férias e a onda de casos da variante Ômicron pode diminuir a adesão ao movimento. A informação é da Folha de São Paulo. 

O percentual é pleiteado pela elite do funcionalismo, mas não é consenso entre todos os sindicatos. 

Pelo menos  50 categorias devem aderir à paralisação de hoje.  Às 10h ocorre o primeiro ato na frente do Banco Central, em Brasília. Às 14h a reunião será à frente do Ministério da Economia, onde a categoria deve entregar um ofício ao ministro Paulo Guedes pedindo a negociação. 

A ideia do segundo protesto é chamar a atenção do chefe da Economia, que é contra o reajuste. No entanto, ele cedeu R$ 1,7 bilhão a Bolsonaro ao pedir ao Congresso uma reserva de recursos no Orçamento de 2022 para atender aos policiais federais. Por esse motivo grupos ligados às polícias não integram o movimento. 

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Nas contas internas do governo, cada 1% de aumento gera uma fatura adicional de R$ 3 bilhões para a União.

Nas últimas semanas, servidores entregaram cargos em protesto e reduziram o ritmo de execução de atividades —a chamada operação-padrão.

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​Os grupos já falam até em novas mobilizações para o dia 2 de fevereiro —quando recomeçam os trabalhos no Congresso Nacional e no STF (Supremo Tribunal Federal).

A crise está na cabeça de integrantes do Planalto, que já foram avisados informalmente por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) de possível inconstitucionalidade caso o reajuste vise apenas uma categoria. 

De acordo com levantamento do Fonacate , discussões sobre paralisações envolvem auditores da Receita, funcionários do Banco Central, servidores da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), auditores e técnicos da CGU (Controladoria-Geral da União) e do Tesouro Nacional, servidores da Susep (Superintendência de Seguros Privados), auditores do trabalho, oficiais de inteligência e servidores das agências de regulação.

Também integram a lista analistas de comércio exterior, servidores do Itamaraty, servidores do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), defensores públicos federais, especialistas em políticas públicas e gestão governamental, auditores fiscais federais agropecuários, peritos federais agrários, além de servidores do Legislativo, do Judiciário e do TCU (Tribunal de Contas da União).

As entidades manifestam preocupação com a contaminação por Covid-19, por isso pedem que seja respeitado o distanciamento e os líderes apelam para os servidores que não forem presencialmente, para que “cruzem os braços” mesmo assim. 

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