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Petrobras: Silva e Luna é aprovado como presidente; veja as mudanças

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Redação 1Bilhão Educação Financeira

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O Conselho de Administração da Petrobras  nomeou o general Joaquim Silva e Luna como novo presidente da estatal . No encontro, que ocorre desde a manhã desta sexta-feira (16), também foi aprovada a nova diretoria executiva da compahia . O conselheiro eleito Marcelo Gasparino, indicado pelos acionistas minoritários , renunciou após o fim da reunião.

Silva e Luna  escolheu quatro novos diretores entre os funcionários tidos como os mais qualificados na empresa. Esses novos executivos estão na estatal entre 13 anos e 38 anos. De acordo com fontes que acompanharam o processo de perto, a decisão foi pautada também em uma análise detalhada do histórico do desempenho profissional de cada um deles.

A intenção do general foi valorizar as “pratas da casa sem indicações políticas” de forma a fazer uma transição tranquila. Os diretores dessas áreas  colocaram os cargos à disposição em meio ao processo de demissão de Roberto Castello Branco , que foi destituído do cargo de presidente da estatal na última segunda-feira em assembleia de acionistas.

Veja quem são os novos diretores:

Fernando Borges , há 38 anos na companhia, assume a diretoria executiva de Exploração e Produção (no lugar de Carlos Alberto Pereira de Oliveira); João Henrique Rittershaussen , 34 anos de casa, é novo diretor de Desenvolvimento de Produção e Tecnologia (em substituição a Rudimar Lorenzatto); Claudio Mastella , 34 anos na estatal, vai liderar a diretoria de Comercialização e Logística (no lugar de André Chiarini); Rodrigo Araújo , 13 anos na petroleira, vai comandar a diretoria de Finanças e Relações com Investidores (que era locupada por Andrea Almeida).

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Os outros diretores atuais continuam nos cargos: Nicolás Simone (Transformação Digital e Inovação); Rodrigo Costa Lima e Silva (Refino e gás natural); e Roberto Ardenghy (Relacionamento Institucional e Sustentabilidade). Em março, o Conselho aprovou ainda Salvador Dahan para o cargo de diretor de Governança e Conformidade. A diretoria executiva da estatal é composto por oito membros, além do presidente Silva e Luna.

A intenção do general é adotar na estatal um modelo de gestão profissional assim como foi feito em Itaipu, onde esteve nos últimos dois anos. Eleitos, presidente e os novos diretores deverão fazer uma cerimônia de posse interna entre esta sexta-feira e segunda-feira.

Renúncia 

Eleito conselheiro independente da Petrobras por acionistas minoritários na última segunda-feira, Marcelo Gasparino renunciou ao cargo durante a realização da reunião do Conselho de Administração da estatal, destacou uma fonte.

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Apesar da abdicação, os outros conselheiros eleitos na assembleia de forma conjunta não vão cair de forma automática. Isso, explicaram as fontes, só ocorreria se os fundos que o indicaram o destituíssem do posto e levassem o tema para ser votado em assembleia de acionistas. Foi exatamente isso que ocorreu com Roberto Castello Branco.

Eduardo Cirne Lima, advogado do escritório Schmidt, Valois, Miranda, Ferreira & Agel, especializado na área societária, cita a Lei 6.404/76 (Lei das S/A). Para ele, o artigo terceiro veta a possibilidade de se convocar uma nova assembleia apenas em caso de renúncia.

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Liminar que suspende os termos de privacidade do WhatsApp é negada; saiba mais

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Mark Zuckerberg é o CEO do Facebook, que é dono do Whatsapp
Victor Hugo Silva

Mark Zuckerberg é o CEO do Facebook, que é dono do Whatsapp


Uma liminar endossada pelo Ministério Público de São Paulo, que pedia a suspensão das novas políticas de privacidade do WhatsApp foi negada pela Justiça nesta segunda-feira (17). A medida pedia que o aplicativo não alterasse seus termos de uso até o julgamento de uma ação do Instituto Sigilo contra o Facebook , que é dono do WhatsApp, por compartilhamento ilegal de dados.

De acordo com a decisão do juiz Saang Duk Kim, do Tribunal de Justiça de São Paulo, “não se pode presumir que os dados a serem compartilhados [pelo WhatsApp] serão necessariamente tratados de forma ilícita pelo Facebook a ponto de impedir em caráter preventivo o compartilhamento”.

“É relevante lembrar que a tanto WhatsApp e Facebook estabelecem com os usuários uma relação contratual de esfera privada numa economia de livre mercado e incentivo a iniciativa e empreendedorismo”, diz.


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O fundador e presidente da Sigilo, Victor Hugo Pereira Gonçalves, afirmou ao UOL que não vai desistir da briga contra o Facebook: “Vamos entrar com agravo”.

O Instituto Sigilo alega que que o compartilhamento de dados e metadados já existente entre os usuários do Facebook com o WhatsApp é ilegal, por descumprir os artigos 18, 19, 46, 47, 48 e 49 da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) além das leis do Marco Civil da Internet e do Código de Defesa do Consumidor. A nova política do WhatsApp agrava os desrespeitos, afirma. 

No último dia 13 de maio, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) emitiu um parecer favorável à ação movida pelo Instituto.

Ainda assim, a decisão em que nega a liminar afirma que não há “evidência alguma, seja em narrativa ou em prova técnica, que o nível de intimidade e privacidade garantido pela nossa Carta Magna, pela legislação civil, pelo Marco Civil da Internet e pela LGPD estejam em risco”.

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No último sábado (15), o Facebook enviou ao juiz considerações sobre o parecer do MPSP, solicitando que a liminar fosse indeferida, o que acabou acontecendo.

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