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Dinheiro na mão é vendaval

Passagens aéreas sobem 56,8% em 12 meses e freiam planos de viagens

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Passagens aéreas acumulam alta de 56,8% nos últimos doze meses encerrados em setembro
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Passagens aéreas acumulam alta de 56,8% nos últimos doze meses encerrados em setembro

Com o avanço da vacinação contra a Covid-19 no país, muitas famílias têm considerado retomar os planos de viagens que ficaram para trás com a pandemia. Mas encontram uma frustração: o preço das passagens aéreas disparou nos últimos dozes meses e já acumula uma alta de 56,8%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), só entre os meses de abril e junho deste ano, houve um aumento de 21,7% nas tarifas de voos nacionais. Os preços da Latam subiram 21,3%, os da Azul, 18,6%, e os da Gol, 15%, em relação ao mesmo período do ano passado – quando as passagens tiveram queda por conta da pandemia.

Um dos motivos para isso é justamente o aumento da procura pelas passagens aéreas. Com a retomada econômica e, agora, com a chegada do fim do ano, mais pessoas têm considerado viajar. Há também uma grande expectativa com a volta dos voos internacionais. Por causa do aumento na demanda, a oferta fica escassa.

Outra preocupação da aviação brasileira é a valorização do dólar frente ao real. A cotação da moeda americana acima dos R$ 5 dispara os custos das companhias aéreas, que tendem a repassar esses valores aos passageiros.

O que também deixa os preços mais salgados é a alta dos combustíveis. Na última quinta-feira (14), a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) fez um alerta sobre o preço do querosene de aviação, após a Anac informar que houve uma alta de 91,7% no valor do litro do combustível no segundo trimestre de 2021, em comparação a igual período de 2020.

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Saiba os custos ocultos ao adquirir um imóvel

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Saiba os custos ocultos ao adquirir um imóvel
Reprodução: iG Minas Gerais

Saiba os custos ocultos ao adquirir um imóvel

Saber quanto gastamos ao comprar móveis parece simples e evidente, afinal, basta ver o valor das peças e, o quanto seria gasto de juros em uma necessidade de negociação. O que poucos sabem é que adquirir um móvel envolve outros custos que o consumidor não consegue enxergar ou levar em conta no momento da compra.

Segundo Pamela Paz, fundadora e CEO da Tuim, primeira empresa de Móveis por Assinatura do Brasil, “a maioria das pessoas, em algum momento, olham para os cômodos de sua casa e percebem que eles não refletem mais o seu estilo de vida ou até mesmo que os móveis estão desgastados e precisam ser trocados”. É neste momento que uma nova saga começa:  pesquisa de preço, negociação das condições de pagamento, prazo para entrega das peças, montagem, desgaste para se livrar dos móveis antigos.

Pensando em colocar na ponta do lápis tudo o que o consumidor deve levar em conta ao decidir comprar um móvel, a executiva separou três custos ocultos da compra de móveis.

Tempo e dinheiro

É comum pensar apenas no início e no fim do processo de compra do móvel, e o consumidor não se dá conta que há um bom tempo perdido em pesquisas de preços, modelos e tamanhos, negociação das condições de pagamento ou até mesmo aguardando promoções. Além disso, é preciso colocar na calculadora o prazo para entrega e montagem das peças, que nem sempre acompanham a expectativa do comprador.

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“Tudo isso exige dedicação de horas, dias e até semanas ou meses, se contarmos a entrega dos móveis. Além disso, paralelamente, há o desembolso do pagamento do mobiliário que, inclusive na opção de parcelamento, representará um investimento dedicado antes mesmo de você receber os móveis”, relata Pamela.

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Rápida depreciação e falta de manutenção

Qualquer produto novo começa a perder valor assim que sai da loja e, consequentemente, acontece o mesmo com os móveis. A partir do momento em que o móvel sai da loja já está desvalorizado, seja pelo lançamento de novos produtos no mercado ou até mesmo avarias causadas pelo transporte ou montagem.   

O que agrava o custo de depreciação de um móvel é o cuidado com o produto. “Todo móvel precisa de manutenção adequada, independente se é meu ou alugado. A depreciação pode acontecer por diversos fatores: tempo, umidade, radiação, mal uso e algum acidente. Se não há um cuidado constante, ele perde ainda mais o valor para revenda”, destaca a CEO.

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Custo ambiental e financeiro

Você sabia que as cidades da Grande São Paulo enviam 27 mil toneladas de resíduos para aterros sanitários anualmente? Este impressionante número é um sinal de alerta para que a sociedade repense seu modelo de consumo. Grande parte desse lixo é formado por móveis, então há um enorme desafio para mitigar impactos causados pelo descarte de plástico e espuma, materiais muito utilizados na produção.

“Muitos móveis são descartados antes do final da sua vida útil. Isso não só é um desperdício sem tamanho, como também faz com que os fabricantes produzam ainda mais móveis para atender a demanda. Além disso, os custos para contratar um serviço especializado que cuide do descarte de móveis de maneira correta pode ser impeditivo para muitas pessoas”, relembra Pamela.

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