(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

Parecer sobre a reforma do Imposto de Renda não será apresentada pelo relator

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
Relator da reforma do IR no Senado, Angelo Coronel
Geraldo Magela/Agência Senado

Relator da reforma do IR no Senado, Angelo Coronel

Sem data para apresentar a nova proposta de reajuste da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), o  senador Angelo Coronel (PSD-BA), relator do projeto de reforma do IR, não deve apresentar parecer para o texto que foi aprovado pela Câmara, o que sepultará as alterações nos tributos de empresas e a cobrança de dividendos.

“Não apresentarei relatório e devo apresentar projeto autônomo sobre nova tabela do IRPF”, afirmou o senador ao Globo.

Ele explicou que o projeto do IRPF ainda não foi finalizado porque ele está calculando os reflexos da atualização da tabela do IR nas contas de estados e municípios. Ele estuda ampliar a faixa de isenção para R$ 3,3 mil – atualmente, o limite é de R$ 1,9 mil e a proposta do governo era de elevar essa faixa para R$ 2,5 mil.

Em relação ao PL 2337/21, que foi aprovado na Câmara dos Deputados, ele não apresentará relatório: “Vou torcer para o governo apresenta um novo projeto ouvindo os contribuintes dos setores da indústria, comércio e serviços. Reforma deve ser para facilitar e não pra prejudicar.”

Leia Também:  Liminar que suspende os termos de privacidade do WhatsApp é negada; saiba mais

O projeto aprovado na Câmara previa a diminuição das alíquotas do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido, além da taxação de dividendos em 15%. As medidas desagradam estados e municípios, que alegam perdas nos fundos de participação, além de resistência de alguns setores econômicos.

Leia Também

Coronel criticou o projeto nesta sexta-feira, em evento na Associação Comercial de São Paulo, onde recebeu um manifesto contrário à reforma do IR.


Na ocasião, ele já havia falado sobre a intenção de arquivar o projeto:

“Esse projeto será arquivado, tem que ser extinto e que se nasça um novo projeto, com mais base, com mais conteúdo, um projeto bem debatido”, disse, acrescentando que foi um projeto feito no açodamento e que sacrifica o pagador de impostos.

Leia Também:  Saque emergencial do FGTS está descartado pelo governo em 2021

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

Servidores vão pedir reajuste de até 28% na greve de hoje

Publicados

em


source
Servidores vão pedir reajuste de até 28% na greve de hoje
O Antagonista

Servidores vão pedir reajuste de até 28% na greve de hoje

Durante a greve marcada para esta terça-feira (18), entidades de servidores vão pedir aumento salarial de até 28,15%. A categoria está insatisfeita com o presidente Jair Bolsonaro por escolher dar reajuste apenas para os profissionais da segurança pública, mas o período de férias e a onda de casos da variante Ômicron pode diminuir a adesão ao movimento. A informação é da Folha de São Paulo. 

O percentual é pleiteado pela elite do funcionalismo, mas não é consenso entre todos os sindicatos. 

Pelo menos  50 categorias devem aderir à paralisação de hoje.  Às 10h ocorre o primeiro ato na frente do Banco Central, em Brasília. Às 14h a reunião será à frente do Ministério da Economia, onde a categoria deve entregar um ofício ao ministro Paulo Guedes pedindo a negociação. 

A ideia do segundo protesto é chamar a atenção do chefe da Economia, que é contra o reajuste. No entanto, ele cedeu R$ 1,7 bilhão a Bolsonaro ao pedir ao Congresso uma reserva de recursos no Orçamento de 2022 para atender aos policiais federais. Por esse motivo grupos ligados às polícias não integram o movimento. 

Leia Também:  Liminar que suspende os termos de privacidade do WhatsApp é negada; saiba mais

Nas contas internas do governo, cada 1% de aumento gera uma fatura adicional de R$ 3 bilhões para a União.

Nas últimas semanas, servidores entregaram cargos em protesto e reduziram o ritmo de execução de atividades —a chamada operação-padrão.

Leia Também

​Os grupos já falam até em novas mobilizações para o dia 2 de fevereiro —quando recomeçam os trabalhos no Congresso Nacional e no STF (Supremo Tribunal Federal).

A crise está na cabeça de integrantes do Planalto, que já foram avisados informalmente por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) de possível inconstitucionalidade caso o reajuste vise apenas uma categoria. 

De acordo com levantamento do Fonacate , discussões sobre paralisações envolvem auditores da Receita, funcionários do Banco Central, servidores da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), auditores e técnicos da CGU (Controladoria-Geral da União) e do Tesouro Nacional, servidores da Susep (Superintendência de Seguros Privados), auditores do trabalho, oficiais de inteligência e servidores das agências de regulação.

Também integram a lista analistas de comércio exterior, servidores do Itamaraty, servidores do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), defensores públicos federais, especialistas em políticas públicas e gestão governamental, auditores fiscais federais agropecuários, peritos federais agrários, além de servidores do Legislativo, do Judiciário e do TCU (Tribunal de Contas da União).

As entidades manifestam preocupação com a contaminação por Covid-19, por isso pedem que seja respeitado o distanciamento e os líderes apelam para os servidores que não forem presencialmente, para que “cruzem os braços” mesmo assim. 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA