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Oi: entenda porque a empresa de telecomunicações é grande promessa do mercado

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Oi (OIBR3 e OIBR4): entenda porque a empresa de telecomunicações é uma das grandes promessas do mercado
Fernanda Capelli

Oi (OIBR3 e OIBR4): entenda porque a empresa de telecomunicações é uma das grandes promessas do mercado

Para quem acompanha o mercado de investimentos, principalmente o ações, sabe que vira e mexe a operadora Oi ( OIBR3 e OIBR4 ) vira notícia.

Isso porque os ativos da empresa, assim como a própria operadora em si, são considerados peças importantes dentro da Bolsa brasileira (B3).

Entretanto, algumas pessoas não conseguem entender porque. Afinal, na prática, a Oi é uma companhia falida que passa por uma série de problemas, como a recuperação judicial .

Portanto, por que a Oi é tão importante assim? Vale a pena investir em seus ativos? Entenda os motivos:

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Passado da empresa

Para explicar a história da operadora e entender como chegamos até aqui, é necessário voltar no tempo. Precisamente, em 1998, quando houve a privatização das linhas telefônicas no Brasil, o que permitiu que empresas privadas atuassem no que até então era apenas um setor do estado. Dessa forma, a Oi nasce em 2007.

Sendo assim, desde seu nascimento, a trajetória da empresa virou uma verdadeira novela com capítulos dramáticos, com direito a corrupção, altos e baixos, até chegarmos nos dias atuais, em que seu destino ainda não foi definido.

A companhia Oi, que passou pela mão de diversas empresas como a Telecom, BNDES e Portugal Telecom, além de enfrentar uma gestão duvidosa, contraiu diversas dívidas e se viu sem nenhum tostão para pagar. O desfecho dessa história foi a recuperação judicial e o leilão dos seus serviços: telefonia móvel, torres, data centers e infraestrutura (V.tal – antiga subsidiária de fibra óptica InfraCo).

Presente da Oi

Depois de decretar falência, a Oi solicitou uma recuperação judicial que se estende de 2016 até os dias atuais. Esse processo faz parte do plano de recuperação da empresa.

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CNI critica reajuste da Selic

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Encontro de empresários da CNI com Bolsonaro
Reprodução Twitter CNI

Encontro de empresários da CNI com Bolsonaro

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central  elevou nesta quarta-feira (8) a taxa básica de juros da economia (Selic) para 9,25%.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considerou equivocada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, por um novo aumento da taxa básica de juros a economia em 1,5 ponto percentual. De acordo com o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, os últimos dois trimestres de retração do Produto Interno Bruto (PIB) deixaram evidente o quadro adverso da atividade econômica. Além disso, efeitos defasados do aumento da Selic devem contribuir, nos próximos meses, para desestimular ainda mais o consumo e, por consequência, desacelerar a inflação. “Dessa forma, um aumento menos intenso da Selic, em conjunto com as elevações anteriores, já seria mais que suficiente para levar a inflação até a meta, sem que o Banco Central aumentasse a probabilidade de recessão”, avaliou Andrade.

Em nota, a CNI argumenta sobre a razão deste cenário. “As restrições nas condições de crédito para consumidores e empresas poderiam ter seu ritmo reduzido. A decisão do Banco Central por um sétimo aumento expressivo da Selic vai de encontro a essa necessidade, aumentando o custo do financiamento e desestimulando a demanda, justamente em um momento em que muitas empresas ainda estão se recuperando”.

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De acordo com a Federação das Indústrias do Rio (Firjan), o aumento da taxa Selic em 1,5% já era esperado, tendo em vista a elevação no nível dos preços de forma disseminada e, sobretudo, a deterioração do quadro fiscal. Por outro lado, os dados mais recentes revelam queda da atividade econômica. Além disso, as perspectivas para 2022 já são de crescimento fraco.

Em nota, a Firjan avalia “que o cenário econômico que se projeta, de maior expansão do gasto público, requer a aprovação de reformas estruturais que sejam capazes de trazer sustentabilidade para as contas públicas. Apenas com responsabilidade fiscal será possível gerar crescimento econômico de maneira sólida, resgatando a confiança dos empresários e atraindo novos investimentos. Sem isso, voltaremos a conviver com um cenário de inflação e juros altos, com baixo crescimento econômico”.

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