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Dinheiro na mão é vendaval

Oi: diretora de Finanças e Relações com os Investidores sai da empresa; entenda

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Oi (OIBR3 e OIBR4): Diretora de Finanças e Relações com os Investidores sai da empresa
Fernanda Capelli

Oi (OIBR3 e OIBR4): Diretora de Finanças e Relações com os Investidores sai da empresa

Nesta terça-feira (31), a Oi ( OIBR3 e OIBR4 ) anunciou alterações em seus cargos de Diretoria Estatutária.

Camille Loyo Faria deixou a Diretora de Finanças e de Relações com Investidores, assim como Bernardo Kos Winik, que saiu dos postos de Diretor de Clientes e Diretor Estatutário.

Os dois eram importantes para a empresa, que atualmente passa por um processo judicial, e respondiam ao Conselho de Administração, uma vez que foram eleitos ao cargo através do mesmo.

Motivos para a mudança

A Oi não especificou em nota oficial o motivo pelo qual tanto Camila quanto Bernardo haviam sido desligados, uma vez que os dois estavam envolvidos em projetos importantes para a empresa.

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“A Companhia expressa seu agradecimento à Sra. Camille Loyo Faria e ao Sr. Bernardo Kos Winik por sua dedicação e entrega, reconhecendo as contribuições e resultados significativos atingidos neste período, (…) permitindo que a mesma possa seguir de maneira bem-sucedida com seu plano estratégico”, afirmou o CEO Rodrigo Abreu, em nota oficial ao mercado.

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CNI critica reajuste da Selic

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Encontro de empresários da CNI com Bolsonaro
Reprodução Twitter CNI

Encontro de empresários da CNI com Bolsonaro

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central  elevou nesta quarta-feira (8) a taxa básica de juros da economia (Selic) para 9,25%.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considerou equivocada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, por um novo aumento da taxa básica de juros a economia em 1,5 ponto percentual. De acordo com o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, os últimos dois trimestres de retração do Produto Interno Bruto (PIB) deixaram evidente o quadro adverso da atividade econômica. Além disso, efeitos defasados do aumento da Selic devem contribuir, nos próximos meses, para desestimular ainda mais o consumo e, por consequência, desacelerar a inflação. “Dessa forma, um aumento menos intenso da Selic, em conjunto com as elevações anteriores, já seria mais que suficiente para levar a inflação até a meta, sem que o Banco Central aumentasse a probabilidade de recessão”, avaliou Andrade.

Em nota, a CNI argumenta sobre a razão deste cenário. “As restrições nas condições de crédito para consumidores e empresas poderiam ter seu ritmo reduzido. A decisão do Banco Central por um sétimo aumento expressivo da Selic vai de encontro a essa necessidade, aumentando o custo do financiamento e desestimulando a demanda, justamente em um momento em que muitas empresas ainda estão se recuperando”.

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De acordo com a Federação das Indústrias do Rio (Firjan), o aumento da taxa Selic em 1,5% já era esperado, tendo em vista a elevação no nível dos preços de forma disseminada e, sobretudo, a deterioração do quadro fiscal. Por outro lado, os dados mais recentes revelam queda da atividade econômica. Além disso, as perspectivas para 2022 já são de crescimento fraco.

Em nota, a Firjan avalia “que o cenário econômico que se projeta, de maior expansão do gasto público, requer a aprovação de reformas estruturais que sejam capazes de trazer sustentabilidade para as contas públicas. Apenas com responsabilidade fiscal será possível gerar crescimento econômico de maneira sólida, resgatando a confiança dos empresários e atraindo novos investimentos. Sem isso, voltaremos a conviver com um cenário de inflação e juros altos, com baixo crescimento econômico”.

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