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Dinheiro na mão é vendaval

Nubank (NUBR33) sobe 4% na B3 com resultado

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Nubank (NUBR33) sobe 4% na B3 com resultado
Ivonete Dainese

Nubank (NUBR33) sobe 4% na B3 com resultado

Um dos resultados bem aguardados pelos mercados era do Nubank (NYSE: NU e B3: NUBR33), que foram apresentados na noite desta segunda-feira.

O lucro líquido ficou em US$45 milhões e melhorou 9% ao ano, ou 17%, em relação ao prejuízo líquido de US$ 49,4 milhões no 1T21, como resultado da “menor expansão de nossas despesas em comparação com o aumento da receita , suportado pelo crescimento das operações e base de clientes da Nu em todos os países”, disse o banco no comunicado.

O lucro bruto aumentou 154% ao ano e 131% para US$ 294,1 milhões no 1T22. A margem de lucro bruto foi de 34% comparado a 47% no 1T’21.

O lucro líquido ajustado (Prejuízo) foi de US$ 10,1 milhões, comparado com uma perda líquida ajustada de US$ 11,9 milhões no primeiro trimestre de 21.

Clientes no Brasil, México e Colômbia

A base de clientes subiu 61% ao para 59,6 milhões no primeiro trimestre, sendo que no Brasil foram 57,3 milhões, de cuja base de clientes PME cresceu 167%, alta de 1,6 milhão em 31 de março de 2022, ante o 0,6 milhão do mesmo período de 2021.

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No México, a base de clientes da Nu aumentou 950% e atingiu 2,1 milhões. Além disso, os clientes na Colômbia chegaram a 211 mil.

A taxa de atividade subiu 9,6 p.p para 78% em 31 de março de 2022, de 69% no final do 1T21, atingindo uma alta histórica e refletindo o aumento do engajamento, juntamente com o upsell e cross-sell do produto para clientes que continuam migrando mais de suas vidas financeiras para a plataforma da Nu.

Depois de reportado o número de clientes e as operações, os papéis estavam avançando na B3 e também em Nova York.

Às 13h40 (horário de Brasília), na NYSE, o NU Holding estava em alta de 2,18% a US$4,45. Na B3, o NUBR33 estava em alta de 2,74% a R$3,75.

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ANP muda regra de estoque de combustíveis para evitar falta de diesel

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ANP alterou regra sobre estoque para evitar falta de diesel nos postos
Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

ANP alterou regra sobre estoque para evitar falta de diesel nos postos

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) vai propor uma mudança na regulação para aumentar a segurança de abastecimento em meio aos riscos de falta de diesel no Brasil ao longo do segundo semestre deste ano. A decisão ocorreu na tarde desta quinta-feira em reunião da diretoria do órgão regulador.

Pela proposta, a agência quer manter o nível de estoques de diesel S10 em 1.650 metros cúbicos, volume determinado com base na média de maio deste ano. Para alcançar isso, as empresas terão de fazer nove dias de estoques por semana. Até então, a exigência era de três a cinco dias, a depender da região do país.

Hoje, as grandes companhias distribuidoras do país, como a Vibra e Ipiranga, já têm essa média de estoque, de cerca de 9 dias, segundo fontes. Para fontes do setor, a iniciativa é tímida, pois é o volume que já está ocorrendo na prática. Enquanto isso, segundo uma fonte, o setor de abastecimento está em “alerta”.

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Segundo a ANP, vão precisar seguir essa nova regra produtores e distribuidores que tenham um market share acima de 8% com base nas informações relativas ao ano passado. Porém, segundo Valéria Amoroso Lima, diretora executiva de downstream do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), a medida pode elevar os custos e onerar ainda mais os consumidores.

Pela regra, essa exigência será temporária, valendo apenas entre setembro e novembro.

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Estoques chegam a 45 dias

Segundo estimativa da ANP, a demanda total de diesel para o segundo semestre é de 104,7 mil metros cúbicos por dia. Desse total, a importação mínima deve ser de 35% (37 mil metros cúbicos por dia) para poder atender ao consumo, já que a produção nacional será de 67,7 mil metros cúbicos por dia.

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Segundo a ANP, se todas as importações forem suspensas, os estoques para suprir o déficit da demanda chegam a 45 dias.

A nova regulamentação precisa passar ainda por consulta e audiência públicas. Entre os novos pedidos, a ANP quer ainda ampliar as informações recebidas.

Desde março, quando declarou “sobreaviso” de abastecimento, a ANP vem acompanhando os estoques. O volume chegou ao máximo de 1.718 metros cúbicos no fim de maio. Na última semana de junho, os estoques estão em 1.523 metros cúbicos, o equivalente ao mês de abril.

Fonte: IG ECONOMIA

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