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Dinheiro na mão é vendaval

Nubank, Banrisul e mais empresas abrem 400 vagas em tecnologia

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Dinheiro na mão é vendaval

Nubank, Banrisul e mais empresas abrem 400 vagas em tecnologia
Ana Marques

Nubank, Banrisul e mais empresas abrem 400 vagas em tecnologia

O Nubank é uma das empresas com vagas abertas para desenvolvedores, DevOps e gerente de tecnologia no Brasil. Mas há outros grandes nomes no compilado desta semana, incluindo mais um do setor financeiro, o Banrisul, que também busca profissionais de TI para preencher seu time. A seguir, veja mais informações sobre essas e outras oportunidades na área.

Nubank tem vagas em São Paulo

O Nubank está em sétimo lugar na lista de empresas que são o sonho dos brasileiros quando o assunto é vaga de emprego. Se você faz parte desse grupo de fãs da fintech, vale ficar de olho nas oportunidades em aberto para o setor de tecnologia.

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Atualmente, para o escritório de São Paulo, há posições disponíveis para especialista em dados, engenheiros de software, gerente de tecnologia e DevOps, entre outras. Algumas delas são exclusivas para pessoas com deficiência (PCD).

Para conhecer mais detalhes e realizar a candidatura, basta acessar a página de vagas do Nubank.

Banrisul tem 274 vagas em concurso

Profissionais de TI encontram 274 vagas para nível técnico no concurso público da Banrisul, que aceitará inscrições de 1º a 18 de julho (mediante taxa de R$ 173). As posições estão divididas em sete áreas:

  • segurança da tecnologia de informação
  • desenvolvimento de sistemas
  • transformação digital
  • gestão de tecnologia de informação
  • QA e analistas de teste
  • suporte à infraestrutura de TI
  • suporte à plataforma mainframe.
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Os selecionados serão contratados em regime de 30 horas semanais, e devem ter formação em qualquer curso de ensino superior. A princípio, as vagas são para Porto Alegre, mas há possibilidade de trabalho remoto.

Realize sua inscrição por meio do site do Cebraspe.

Agi busca profissionais de tecnologia

Ainda falando sobre empresas do setor financeiro, o Agi abriu cerca de 80 vagas para diversos times, incluindo o de tecnologia. Apesar de ter sede corporativa em Campinas, a companhia oferece modelos de trabalho híbrido e remoto, a depender do cargo.

Há posições para engenheiros de software backend, analista de cibersegurança, especialista em arquitetura de software e analista de operações, entre outras.

Você pode encontrar mais informações sobre os requisitos de cada vaga e o regime de contratação na página de carreiras do Agi.

Invillia tem vagas 100% remotas

A Invillia presta serviços de transformação digital para empresas, e oferece oportunidades de trabalho remoto para profissionais de tecnologia. Atualmente, há posições em aberto para desenvolvedor backend, analista de infraestrutura, desenvolvedor mobile (iOS) e analista de qualidade, entre outras.

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A companhia é bem avaliada no Glassdoor, plataforma que reúne comentários de funcionários e ex-colaboradores; e promete um universo próprio e imersivo para trabalho, que já recebeu prêmio da Microsoft.

Você pode encontrar os requisitos de cada vaga e mais informações sobre candidatura na plataforma Gupy.

Tecnocast 247 – O trabalho remoto ainda não é unanimidade

A pandemia inseriu diversas empresas na realidade do trabalho remoto. Muita gente torceu para que essa mudança forçada tornasse esse modelo o novo padrão. Mais de dois anos e algumas doses de vacina depois, vemos que não é bem assim. Mas quais são os motivos da desconfiança em relação a esse modelo? Falamos sobre o tema no Tecnocast 247. Dá o play!

Tecnocast · 247 – O trabalho remoto ainda não é unanimidade

Nubank, Banrisul e mais empresas abrem 400 vagas em tecnologia

Fonte: IG ECONOMIA

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Auxílio Brasil: fila é o dobro do anunciado pelo Ministério

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Sancionada MP que torna o Auxílio Brasil em R$400 permanente
Agência Brasil

Sancionada MP que torna o Auxílio Brasil em R$400 permanente

Novos dados compilados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) apontam que a demanda reprimida pelo Auxílio Brasil em maio era mais que o dobro da fila oficial do governo. De acordo com informações da entidade, naquele mês havia 1,8 milhão de famílias esperando o benefício, enquanto o Ministério da Cidadania apontava que eram quase 765 mil.

A diferença ocorre porque o levantamento da CNM leva em conta as inscrições de famílias no Cadastro Único (CadÚnico) que atendem ao critério para ingresso no programa — renda mensal per capita inferior a R$ 210 — e tiveram os dados atualizados há menos de 24 meses. Para entrar na fila oficial do Ministério da Cidadania, no entanto, é preciso passar por outros filtros.

Os invisíveis do Auxílio Brasil Cresce número de brasileiros que teriam direito ao benefício Em maio, 18,1 milhões de famílias recebiam o benefício de R$ 400, de acordo com os dados do governo. Mas o anúncio de que haverá uma ampliação no valor (para R$ 600) e no número de beneficiados pelo programa fez com que a procura por atendimento nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) crescesse. A CNM se preocupa com a pressão na estrutura desses postos, o que vem sobrecarregando os municípios, conforme destaca o presidente da entidade, Paulo Ziulkoski. 

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“O programa Auxílio Brasil está passando por alterações preocupantes, como a elevação de R$ 400 para R$ 600 do benefício, que só dura até o final do ano. E depois?”, questiona ele.

R$ 12,2 bi a mais por mês

Aliado a esse movimento, o período de atualização cadastral de quem já estava inscrito no CadÚnico também sobrecarrega os municípios. Ao longo da pandemia, a averiguação dos dados foi suspensa para não penalizar as famílias que não tinham condições de confirmar os dados pessoalmente e não colocar os servidores da assistência social em risco, pois havia uma série de restrições sanitárias.

“A pressão dessa averiguação cadastral recai sobre os municípios. Como os servidores da assistência social não estão dando conta da fila de quem está nessa atualização cadastral, como é que vão fazer busca ativa para identificar as famílias que estão em situação de pobreza, por exemplo?”, pondera Ziulkoski.

Os retrocessos no Brasil em 2022 Em seu relatório, a CNM pontua que os novos acessos ao programa estavam ocorrendo em ritmo mais lento que os cadastros. A entidade critica, no entanto, o pagamento linear, por não considerar a situação de vulnerabilidade das famílias.

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Se houvesse uma focalização maior, seria possível atender mais famílias, distribuindo melhor os valores de acordo com as necessidades delas.

A CNM ainda estima que seria necessário um gasto mensal de R$ 12,2 bilhões para o período entre agosto e dezembro de 2022 para zerar a demanda reprimida do programa. “O valor estimado é 66% superior à média mensal (R$ 7,4 bilhões) de gasto do programa até julho deste ano”, diz a entidade.

Para ampliar o programa este ano, o governo aprovou a proposta de emenda à Constituição (PEC) Eleitoral, que driblou as regras fiscais e eleitorais e permitiu o pagamento de um benefício maior a mais famílias. A partir de terça-feira, serão atendidas 20,2 milhões de famílias, que receberão um benefício de R$ 600. O Orçamento de 2022 previa R$ 90 bilhões para o programa. Com a PEC, foi liberado um extra de R$ 26 bilhões para a ação.

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Fonte: IG ECONOMIA

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