(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

Navio que bloqueou Canal de Suez precisa pagar R$ 5,73 bi para sair do Egito

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
Navio interrompeu passagem pelo Canal de Suez durante duas semanas
Reprodução/Maxar Technologies

Navio interrompeu passagem pelo Canal de Suez durante duas semanas

Mesmo depois de desencalhar do Canal de Suez , o navio Ever Given ainda não pode deixar o Egito . Isso porque o governo do país exige  US$ 1 bilhão (R$ 5,7 bilhões) para poder liberar o navio. O valor se justifica na necessidade de reparação dos danos econômicos provocados pela obstrução do canal por onde passa 12% do comércio mundial. 

O cargueiro de quase 400 metros está atualmente no chamado Grande Lago Amargo, situado entre o sul e o norte do Canal de Suez. 

“O navio permanecerá aqui até que uma investigação seja concluída e a indenização seja paga”, disse Osama Rabie, presidente da Autoridade do Canal de Suez (ACS), à televisão estatal egípcia.

Ele também disse que a quantia se refere não só ao gasto com o atraso de mercadorias, como também ao que foi investido para retirada do navio.

Leia Também:  Auxílio-doença não precisará de perícia até o fim do ano; saiba como solicitar

Shoei Kisen, empresa japonesa dona da Ever Given, afirmou estar em negociações com o governo egípcio, mas ainda não recebeu intimação formal.


COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

Liminar que suspende os termos de privacidade do WhatsApp é negada; saiba mais

Publicados

em


source
Mark Zuckerberg é o CEO do Facebook, que é dono do Whatsapp
Victor Hugo Silva

Mark Zuckerberg é o CEO do Facebook, que é dono do Whatsapp


Uma liminar endossada pelo Ministério Público de São Paulo, que pedia a suspensão das novas políticas de privacidade do WhatsApp foi negada pela Justiça nesta segunda-feira (17). A medida pedia que o aplicativo não alterasse seus termos de uso até o julgamento de uma ação do Instituto Sigilo contra o Facebook , que é dono do WhatsApp, por compartilhamento ilegal de dados.

De acordo com a decisão do juiz Saang Duk Kim, do Tribunal de Justiça de São Paulo, “não se pode presumir que os dados a serem compartilhados [pelo WhatsApp] serão necessariamente tratados de forma ilícita pelo Facebook a ponto de impedir em caráter preventivo o compartilhamento”.

“É relevante lembrar que a tanto WhatsApp e Facebook estabelecem com os usuários uma relação contratual de esfera privada numa economia de livre mercado e incentivo a iniciativa e empreendedorismo”, diz.


Você viu?

O fundador e presidente da Sigilo, Victor Hugo Pereira Gonçalves, afirmou ao UOL que não vai desistir da briga contra o Facebook: “Vamos entrar com agravo”.

O Instituto Sigilo alega que que o compartilhamento de dados e metadados já existente entre os usuários do Facebook com o WhatsApp é ilegal, por descumprir os artigos 18, 19, 46, 47, 48 e 49 da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) além das leis do Marco Civil da Internet e do Código de Defesa do Consumidor. A nova política do WhatsApp agrava os desrespeitos, afirma. 

No último dia 13 de maio, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) emitiu um parecer favorável à ação movida pelo Instituto.

Ainda assim, a decisão em que nega a liminar afirma que não há “evidência alguma, seja em narrativa ou em prova técnica, que o nível de intimidade e privacidade garantido pela nossa Carta Magna, pela legislação civil, pelo Marco Civil da Internet e pela LGPD estejam em risco”.

Leia Também:  Magazine Luiza lança cartão de crédito digital conectado ao app da marca

No último sábado (15), o Facebook enviou ao juiz considerações sobre o parecer do MPSP, solicitando que a liminar fosse indeferida, o que acabou acontecendo.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA