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Dinheiro na mão é vendaval

MPT-SP inicia pesquisa que verifica incidência de casos de Covid-19 no trabalho

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Ao todo, 500 trabalhadores devem ser ouvidos pela pesquisa em 11 cidades do estado de São Paulo
Reprodução: iG Minas Gerais

Ao todo, 500 trabalhadores devem ser ouvidos pela pesquisa em 11 cidades do estado de São Paulo

O Ministério Público do Trabalho (MPT) de Campinas (SP) iniciou uma pesquisa, em parceria com universidades, para verificar a incidência de casos de Covid-19 em trabalhadores . A informação é do jornal Folha de S. Paulo

A pesquisa contará com a participação de analistas da Universidade de Campinas (UNICAMP) e da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), que iniciou os estudos no Rio Grande do Sul em 2020. O objetivo é analisar os dados de infecção em ambiente trabalhista e traçar os cuidados que devem ser tomados por empresas .

Segundo o MPT, a Epicovid-19 deverá ouvir mais de 500 pessoas nas 11 maiores cidades no estado de São Paulo. Os pesquisadores também devem fazer mais de 5 mil exames para constatar as profissões, classes sociais e locais mais afetados pela doença. 

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20 governadores assinam carta cobrando ‘verdade’ do governo sobre combustíveis

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Combustíveis
Fernanda Capelli

Combustíveis

Vinte governadores divulgaram uma carta nesta segunda-feira (20) negando ter aumentando o ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias) de combustíveis. A carta cobra “verdade” do governo federal para solucionar o problema. 

“Os governadores dos entes federados brasileiros signatários vêm a público esclarecer que, nos últimos 12 meses, o preço da gasolina registrou um aumento superior a 40%, embora nenhum estado tenha aumentado o ICMS incidente sobre os combustíveis ao longo desse período”, afirmam no documento divulgado pela Folha de São Paulo.

“Essa é a maior prova de que se trata de um problema nacional, e, não somente, de uma unidade federativa. Falar a verdade é o primeiro passo para resolver um problema”, seguem.

Governadores de todo o espectro político assinam o documento, como: Flávio Dino (PSB-MA), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Rui Costa (PT-BA), Cláudio Castro (PL-RJ), Romeu Zema (Novo-MG), Eduardo Leite (PSDB-RS) e Ibaneis Rocha (MDB-DF).

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O presidente Jair Bolsonaro justifica o aumento dos combustíveis como sendo consequência de abusos tributários dos governos estaduais, sendo que a alíquota do ICMS se mantém a mesma enquanto o dólar sobre e o preço do petróleo cru também.

O governo chegou a enviar um projeto de lei ao Congresso para tentar mudar as regras do ICMS, mas o texto não foi adiante. Bolsonaro prometeu ir ao STF (Supremo Tribunal Federal) para conseguir aval para o PL.

Veja quem assina o documento:




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