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MP de redução de jornada: relator retira corte de 30% no Sistema S; entenda

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Relator retira corte de 30% nas receitas do Sistema S
Divulgação/Senai

Relator retira corte de 30% nas receitas do Sistema S

A medida provisória (MP) 1.045 que renovou o programa de redução salarial deve ser votada pelo plenário da Câmara dos Deputados nesta terça-feira. Para facilitar a votação, o relator da proposta, deputado Christino Áureo (PP-RJ), retirou do parecer preliminar o corte de 30% das receitas do Sistema S para financiar novas iniciativas de estímulo ao emprego, como bolsa para jovens e requalificação profissional, que foram incluídas no texto enviado pelo governo.

Esse corte seria automático, independentemente do número de adesão de empresas do sistema S aos novos programas. Com isso, o sistema perderia R$ 8 bilhões no ano, segundo cálculos do relator.

Na nova versão do relatório, não haverá um corte linear de receitas. As empresas que aderirem voluntariamente aos novos programas vão arcar com os custos da qualificação de mão de obra neste ano e poderão abater até 15% de sua contribuição para o Sistema S. Dentro deste novo desenho, a perda de receita cairá para cerca de R$ 1 bilhão, segundo Áureo.

O corte automático das receitas do Sistema S era dos principais entraves na votação do relatório, divulgado pouco antes do recesso parlamentar em julho.

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“Houve um avanço importante nas negociações com o Sistema S”, disse o relator.

Ele manteve o teor original da MP, que renova o programa de redução salarial e de suspensão de contrato de trabalho por até 120 dias e incluiu um dispositivo para tornar o programa definitivo em regiões atingidas por calamidades.

Além disso, o relator incorporou na proposta a criação de dois programas. Um deles é o Programa Primeira Oportunidade e Reinserção no Emprego (Priore) para estimular a contração de jovens entre 18 anos e 29 anos e de pessoas acima de 55 anos de idade, com menos direitos trabalhistas, como FGTS, por exemplo.

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O outro é o Regime Especial de Qualificação e Inclusão Produtiva (Requip), que prevê apenas qualificação profissional. Não há contribuição previdenciária ou recolhimento de FGTS, pois não há vínculo empregatício. É para esses dois programas que seriam canalizados recursos do Sistema S.

A empresa que aderir ao Priore precisará assinar a carteira e pagar remuneração de ao menos um salário mínimo (R$ 1.100). Esse trabalhador terá direito a uma ajuda financeira, batizada de Bônus de Inclusão Produtiva (BIP), no valor de R$ 550.

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Já o Requip será destinado a jovens entre 16 anos e 29 anos, que também terão acesso ao BIP e uma Bolsa de Incentivo à Qualificação (BIQ) no valor total de R$ 550.

Segundo o relator, ficou acertado que, neste ano, o valor em ambos os casos será pago integralmente pelo empregador, que poderá abater até 15% da contribuição que faria para o Sistema S.

A ideia original era dividir o custo entre a União e a empresa. Mas limitações orçamentárias dificultam o uso de recursos do governo federal. Para 2022, a ideia é aproveitar as discussões da proposta orçamentária para destinar verbas da União para os dois programas, que também seria bancados pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador e o próprio Sistema S.

Em 60 dias após a publicação da MP, os programas serão regulamentados, com a fixação de metas e qualificação e número de cursos que terão de ser oferecidos pelo Sistema S no âmbito do Priori e do Requip.

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Black Friday: vendas online somam R$ 5,4 bi e ficam abaixo da expectativa

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Black Friday tem faturamento abaixo do esperado
Unsplash/Artem Beliaikin

Black Friday tem faturamento abaixo do esperado

A Black Friday de 2021 foi impactada pela inflação. Segundo levantamento da Neotrsut, o faturamento total foi de R$ 5,4 bilhões, o que representa um crescimento nominal de 5,8% na comparação com o ano passado, mas abaixo das expectativas de ganhos, que estavam entre 6% e 10%. Os brasileiros se preocuparam mais em comprar itens básicos , e que estão mais caros, como alimentos e bebidas, deixando os eletrônicos um pouco de lado.

O levantamento foi produzido a partir do número total de compras realizadas via e-commerce entre o primeiro minuto de quinta-feira (25) até às 23h59 de sexta-feira (26)

A edição deste ano da Black Friday encerrou as 48h monitoradas com um volume de 7,6 milhões de pedidos. O número é 0,5% inferior ao registrado no ano passado. Já o tíquete médio nacional das compras foi de R$711,38, 6,4% superior a 2020, tambem impactado pela alta dos preços.

Para o diretor de comunicação do T.Group, do qual a Neotrust faz parte, Julio Pacheco, já era esperado que o faturamento não fosse tão alto quanto o esperado. A empresa projetava no meio do ano um aumento de 16%, mas à medida que a situação macroeconômica foi se deteriorando, a estimativa foi cortada para o intervalo de 6% a 10%. “Já sabíamos que não atingiríamos o esperado. A insegurança por causa do cenário econômico, a inflação e o endividamento devem ser levados em conta”, disse.

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Pacheco destaca o aumento de compras nos segmentos de bebidas e alimentos e moda. Esses produtos não costumavam ter grande destaque nos anos anteriores e possuem ticket médio menor.

É um sinal que o brasileiro aproveitou a Black Friday deste ano para ir atrás de produtos que ficaram mais caros com a inflação. “Isso, provavelmente, está ligado à inflação. A gente viu um comportamento de compra de itens básicos. Antes, era muito mais eletrônicos”, comenta.

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O faturamento no e-commerce apenas na sexta-feira foi de pouco mais de R$ 4 bilhões, 4,5% acima do registrado em 2020. Para Pacheco, o fato das lojas físicas terem reaberto, com o avanço da vacinação, pode ter impactado no resultado. No entanto, muitos consumidores que não compravam pela internet, passaram a adquirir esse hábito durante a pandemia.

“O cenário é diferente, claro. Mas ao mesmo tempo, o hábito mudou. O brasileiro, por exemplo, não costumava comprar vestuário na internet”, analisa.

A busca pelos produtos foi mais concentrada na semana da Black Friday do que no mês como um todo. Segundo a Neotrust, o pico de vendas ocorreu entre 10h e 14h de sexta-feira.

O valor do frete médio teve uma redução de 12% em relação ao ano passado e a participação do frete grátis nos pedidos teve um aumento de 0.6 pontos percentuais. Para a Neotrust, esse dado pode indicar que as varejistas tenham arcado com uma parte desse frete para atrair consumidores.

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Cartão é o meio preferido

Segundo a Neotrust, o cartão de crédito foi o instrumento mais usado para as compras, representando 81% do total e com crescimento de 6% em relação ao ano passado. O uso do boleto bancário atingiu 10%.

O Pix, que vem se popularizando, teve 2% do total. O número mais baixo se deve ao período em que a Black Friday é realizada. No fim do mês, os consumidores costumam ter menos dinheiro em conta e preferem optar pelas parcelas do cartão de crédito ou pelos dias úteis que o boleto fornece até o vencimento.

De acordo com projeção da ClearSale, empresa referência em antifraude, o valor de fraudes evitadas até 23h da sexta-feira foi de R$ 66.304.658,05.

Categorias de produto com mais pedidos:

  • 1. Moda e Acessórios
  • 2. Beleza e Perfumaria
  • 3. Telefonia
  • 4. Eletroportáteis
  • 5. Eletrodomésticos

Categorias de produtos com mais faturamento:

  • 1. Telefonia
  • 2. Eletrodomésticos
  • 3. Eletrônicos
  • 4. Informática
  • 5. Móveis

Percentual de compra por faixa etária:

  • 26 e 35 anos – 35%
  • 36 a 50 anos – 34%
  • Até 25 anos – 17%
  • Mais de 51 anos – 14%

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