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Dinheiro na mão é vendaval

Mirando 2022, Bolsonaro e Guedes preparam Bolsa Família de R$ 250

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Ministro da Economia Paulo Guedes e o presidente Jair Bolsonaro
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Ministro da Economia Paulo Guedes e o presidente Jair Bolsonaro

Em entrevista a Folha de São Paulo, o ministro da Economia, Paulo Guedes , prometeu “ir ao ataque ”  antes das eleições. A sua estratégia engloba a manutenção do auxílio emergencial e uma possível ampliação do Bolsa Família . Para financiar os benefícios, Guedes planeja vender as estatais controladas pela União.

A fim de evitar de antemão as pressões ocasionadas com o fim do auxílio em julho, a equipe econômica já planeja acelerar a reformulação do Bolsa Família, já elogiado publicamente por Guedes.

O plano, em conjunto com o Ministério da Cidadania, envolve duas etapas. A primeira sendo uma Medida Provisória com elevação no valor dos benefícios, ampliação do público e criação de bônus para desempenho escolar e esportivo. A ministra-chefe da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, adiantounesta segunda-feira (24) que propostas de mudanças no Bolsa Família devem ser apresentadas nos próximos meses .

A ideia, por ora, é ampliar o orçamento do programa, subindo de R$ 190 por mês para R$ 250 e que a cobertura fique próxima de 17 milhões ou 18 milhões de famílias. Atualmente, 14,6 milhões de famílias recebem a transferência de renda.

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O critério para recebimento também mudaria. Atualmente, são cadastrados no CadÚnico aqueles que na faixa da pobreza, ou seja, tem rendimentos entre R$ 89,01 e R$ 178 por mês. A proposta do governo é aumentar o limite para R$ 201. 

A segunda etapa da reformulação prevê a fusão de programas sociais existentes hoje. A ideia abarca ainda a possibilidade de utilizar os recursos obtidos com as estatais para financiar o povo “lá na ponta”.


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Debandada: Ministério da Economia perderá mais dois nomes; saiba quem

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Paulo Guedes, ministro da Economia
Washington Costa/ASCOM ME

Paulo Guedes, ministro da Economia

Termina nesta sexta-feira (21) o prazo para a sanção presidencial do Orçamento de 2022. Após a assinatura da LOA (Leia Orçamentária Anual), dois nomes do Ministério da Economia sairão da pasta, informa a colunista do GLOBO Malu Gaspar. Os secretários já entregaram o pedido de exoneração ao ministro Paulo Guedes, são eles: 

O subsecretário de assuntos fiscais da Secretaria de Orçamento Federal, Luiz Guilherme Pinto Henriques, e o subsecretário de gestão orçamentária, Márcio Luiz de Albuquerque Oliveira. A oficialização deve sair no Diário Oficial da União nos próximos dias. 

Os dois participavam ativamente das negociações com parlamentares para definir o Orçamento e diziam estar cansados das “batalhas perdidas” com a ala política. 

Pinto Henriques chefiava o pagamento de precatórios e os gastos com a folha de pagamentos, dois dos itens postos em cheque no Orçamento deste ano. 

Oliveira pilotava a elaboração dos chamados créditos suplementares ou extraordinários, instrumentos que remanejam verbas dentro do Orçamento. No dia 13, o governo federal publicou uma portaria dando  mais poderes à Casa Civil sobre o Orçamento da União. O texto determina que a pasta terá que dar aval para algumas ações de abertura ou remanejamento de despesas.

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Henriques está de férias e não volta para a função. Alegou motivos pessoais e vai se licenciar para fazer mestrado. Já Oliveira abdicou do cargo de chefia mas seguirá nos quadros do ministério. Para a primeira vaga, será destinado Fábio Pontes, outro funcionário de carreira da Economia.

A saída deles se soma à de outros três quadros técnicos que deixaram suas funções nesta semana : o secretário de Gestão, Cristiano Heckert; o secretário de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria da Secretaria Especial do Tesouro e Orçamento, Gustavo Souza; e o diretor de programa da Receita Federal, Mauro Bogéa.



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