(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

Ministério de Minas e Energia analisa criar vale transporte para vulneráveis

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
Bento Albuquerque, ministro de Minas e Energia
José Cruz/Agência Brasil

Bento Albuquerque, ministro de Minas e Energia

Depois de encampar a proposta do Congresso que cria o  vale gás para as famílias de baixa renda, o governo discute a criação de um voucher para aliviar o custo do transporte público para os trabalhadores mais vulneráveis, em pleno ano eleitoral.

A ideia, antecipada pela Bloomberg, está sendo gestada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e tem por objetivo minimizar o efeito da alta nos preços dos combustíveis na inflação.

A pasta defende que o governo aproveite o aumento da arrecadação de impostos para financiar essas medidas, ainda que seja de forma temporária. O público alvo gira em torno de 16 milhões de famílias vulneráveis, de acordo com o MME.

Leia Também

Contudo, segundo a assessoria de imprensa da pasta, os estudos ainda estão incipientes.


O Ministério informa que o governo recebeu R$ 210 bilhões nos últimos três anos com royalties e participações especiais do petróleo, valor que poderá subir com a realização de novos leilões no setor.

Apesar dos recursos, a ampliação do pacote de bondades, esbarra no teto gasto público, que limita o crescimento das despesas à inflação. O governo procurou expandir essa trava com a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que adia o pagamento de precatórios, decisões finais da Justiça contra a União.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

Eletrobras: Funcionários de Furnas e do Cepel entram em greve

Publicados

em


source
Eletrobras: Funcionários de Furnas e do Cepel entram em greve
Fernanda Capelli

Eletrobras: Funcionários de Furnas e do Cepel entram em greve

Cerca de 80% dos funcionários da gestão central da holding, da usina hidrelétrica de Furnas e do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica entraram em greve nesta segunda-feira (17), informa a Associação dos Empregados da Eletrobras. Ao todo de 7 a 8 mil empregados estão parados. 

O trabalho de Furnas segue operando somente para emergências, disse Emanuel Mendes, presidente da associação ao site Poder360. A intenção é agir para que não ocorram apagões, nada além disso. 

Funcionários da Chesf (Companhia Hidrelétrica do São Francisco), Eletronuclear e Eletronorte ainda não aderiram ao movimento.

A reivindicação é para que a empresa não aumente a participação dos funcionários no pagamento do plano de saúde. Mendes alega que o percentual subiu de 10% a 20% para 40%.

Leia Também

A Eletrobras tentou o reajuste no ano passado, mas os funcionários conseguiram liminares para suspender o aumento, até que a empresa recorreu ao TST (Tribunal Superior do Trabalho) obteve liminar que paralisou todas as ações até que o mérito seja julgado.

“O problema é que a Eletrobras entendeu que, com essa liminar, poderia fazer as alterações. O que a gente está pedindo é o seguinte: aguarda o julgamento do mérito no TST. O que o tribunal decidir, a gente vai cumprir, claro. Não tem problema“, afirmou Mendes. 

A Eletrobras disse que a paralisação não provocou “descontinuidade dos serviços prestados pela companhia”.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA