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Dinheiro na mão é vendaval

Magazine Luiza (MGLU3) anuncia aquisição do sistema de busca inteligente SmartHint

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Magazine Luiza (MGLU3) anuncia aquisição do sistema de busca inteligente SmartHint
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Magazine Luiza (MGLU3) anuncia aquisição do sistema de busca inteligente SmartHint

Magazine Luiza (MGLU3) anuncia aquisição do sistema de busca inteligente SmartHint

O Magazine Luiza (MGLU3) informou que concluiu a aquisição da empresa de busca inteligente e de recomendação de compra para e-commerce SmartHint Tecnologia. Fundada em 2017, a SmartHint desenvolve tecnologia que eleva a experiência de compra online e auxilia o cliente a encontrar facilmente o que precisa, aumentando de forma significativa a conversão de vendas no e- commerce .

Por meio de ferramentas no modelo SaaS (Software as a Service), a SmartHint atende hoje mais de 1.000 clientes e suas ferramentas geraram R$ 620 milhões em vendas em 2020.

“A aquisição representa mais um importante passo na estratégia da Companhia de digitalização do varejo brasileiro. Com a SmartHint, o Magalu irá ampliar ainda mais a assertividade da busca dentro do seu SuperApp – que já conta com mais de 26 milhões de itens disponíveis. Além disso, a experiência de compra dentro dos mundos e mini mundos – especializados em categorias como moda, esportes, mercado, livros e food delivery – será aprimorada com recomendações ainda mais personalizadas e inteligentes”, disse a companhia em comunicado.

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Magazine Luiza (MGLU3) anuncia aquisição do sistema de busca inteligente SmartHint

Magazine Luiza e outras empresas

Um grupo de 12 empresas, incluindo Bradesco (BBDC4), Gerdau (GGBR4), Itaú (ITUB4), Magazine Luiza (MGLU3) e Suzano (SUZB3), se uniu em uma ação coletiva para viabilizar a doação de mais de 5.000 concentradores de oxigênio, que serão utilizados para o tratamento de pacientes com Covid-19 em suas próprias localidades, evitando deslocamentos para outras cidades.

Segundo comunicado, a iniciativa atende a uma chamada pública da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia em apoio ao Ministério da Saúde. A logística dos itens ficará sob responsabilidade do SUS.

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Além das já citadas, participam da iniciativa BRF (BRFS3), B3 (B3SA3), Embraer (EMBR3), Grupo Ultra, Marfrig (MRFG3), Natura (NTCO3) e Unipar (UNIP3). A Air Liquide (AIRP) Brasil, líder mundial em gases, tecnologias e serviços para a indústria e saúde, fez a cotação geral para a importação dos equipamentos, ao custo total de R$ 35 milhões.

A expectativa é que os aparelhos sejam enviados aos seus locais de destino no decorrer do mês de abril.

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Veja MGLU3 na Bolsa :

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Gasolina apresenta alta de 40% nas bombas em 2021 e GLP atinge R$ 100 em média

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Dados foram divulgados pela ANP nesta segunda-feira
Reprodução: iG Minas Gerais

Dados foram divulgados pela ANP nesta segunda-feira

O preço médio da gasolina, do diesel e do gás de botijão voltaram a subir na última semana, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

No caso da gasolina, o preço médio do litro subiu 3,33% nas duas últimas semanas, passando de R$ 6,117 para R$ 6,321. É, assim, a décima primeira semana seguida entre altas e estabilidade nos preços. No ano, acumula alta de 40,9%.

Em alguns estados do Brasil, a gasolina já é vendida a R$ 7,499, como no Rio Grande do Sul.  Ao todo, a  gasolina também já é encontrada acima dos R$ 7 em seis estados. Além do Rio Grande do Sul, estão na lista Rio de Janeiro (R$ 7,399), Piauí (R$ 7,159), Minas Gerais (R$ 7,179), Mato Grosso (R$ 7,047) e Acre (R$ 7,3).

No diesel, a alta foi de 0,3% nas duas últimas semanas, passando de R$ 4,961 para R$ 4,976, destacou a ANP. No ano, a alta chega a 37,99% na bomba.

GLP acima de R$ 100 em 19 estados

No GLP, o preço médio do botijão de treze quilos ultrapassou a marca de cem reais. Na semana passada, o valor chegou a  R$ 100,44, alta de 1,79% ante a semana anterior, de R$ 98,67. 

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No ano, o GLP acumula alta de 34,36% no ano. Assim, o gás de botijão já ultrapassou os R$ 100 em 19 estados, diz a ANP.  O maior preço médio está em Mato Grosso, onde é vendido em média a R$ 120,16.

Em  Mato Grosso, Rondônia e Rio Grande do Sul, o preço do botijão já é encontrado a R$ 135. No Rio de Janeiro, o preço máximo chega a R$ 110.

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Economistas ressaltam que o valor dos combustíveis sobe, principalmente, de acordo com as cotações do preço do petróleo no mercado internacional e do dólar. Além disso, o preço varia entre estados por conta da tributação e dos custos logísticos das distribuidoras para distribuir o combustível.

Dados da Petrobras indicam que, entre janeiro e outubro, o preço do litro do diesel acumula alta de 51% nas refinarias; e o da gasolina já subiu 61,9% nas refinarias desde janeiro.

Mas, apesar dos reajustes feitos pela Petrobras nos preços de gasolina e diesel entre o fim de setembro e início de outubro, analistas afirmam que ainda existe uma defasagem em relação aos valores cobrados no mercado internacional e que a estatal terá de anunciar novos aumentos.

Mas dados da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom) apontam que o diesel vendido pela Petrobras ainda está 15% abaixo do que é vendido no exterior na primeira quinzena de outubro.

O aumento nos preços ocorre em meio às discussões do projeto que muda o ICMS sobre combustíveis. O projeto, que já teve aval da Câmara dos Deputados, vai para o Senado. Se aprovado, a perda em arrecadação estimada para estados e municípios será de R$ 24 bilhões, nos cálculos do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz).

Hoje, o preço de referência em que incide o ICMS é um preço médio do combustível atualizado a cada 15 dias, que varia conforme o estado. Como o petróleo e o dólar têm subido bastante nos últimos meses, essa média tem subido também, o que pesa no orçamento dos brasileiros.

O projeto da Câmara daria um alívio no bolso em 2022, ano eleitoral, mas poderia pressionar os preços em 2023. O impacto nos cofres públicos sera imediato tanto para governos estaduais como para prefeituras, pois os municípios recebem 25% da receita do tributo estadual.

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