(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

Laudêmio: Bolsonaro quer acabar com imposto adicional em áreas marinhas

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
Laudêmio
Reprodução: iG Minas Gerais

Laudêmio

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta quinta-feira, em transmissão em suas redes sociais , que o governo federal pretende, em breve, extinguir a cobrança do laudêmio . Trata-se de uma taxa paga por proprietários de imóveis que ficam em terrenos que pertencem à União , em áreas que são popularmente chamadas de “área de marinha”.

De acordo com o presidente, a isenção da taxa deverá beneficiar cerca de 600 mil imóveis. A maioria deles fica no litoral do país.

“Estamos na iminência, via portaria, de acabar com aquela prisão dos laudêmios. São mais ou menos 600 mil imóveis que ficarão livres do laudêmio brevemente”, afirmou.

Bolsonaro afirmou que a cobrança não faz mais sentido:

“É uma medida excepcional. O laudêmio vem de lá atrás. Era um dinheiro pago para a Coroa, para (nos) proteger dos piratas, mais ou menos isso aí. Isso está valendo até hoje. Vamos acabar com isso. Vai ser uma carta de alforria para quem tem casa em terreno de Marinha.”

Leia Também:  ‘Vai impactar em outros produtos’, diz especialista sobre reajuste da Petrobras

Taxa é relacionada à cessão de terreno

Como a maioria dos terrenos no litoral é considerada de propriedade da União, o governo cede o chamado domínio útil sobre o imóvel.

Pela concessão desse domínio, são pagas taxas baseadas no preço de avaliação do imóvel.

O foro é a taxa anual paga pelos proprietários de imóveis que supostamente ocupam “área da marinha” e, portanto, devem ressarcir a União pela ocupação.

Você viu?

Já o laudêmio é uma taxa de 5% paga também à União pelas transações entre particulares de compra e venda desses imóveis.

Ou seja, é impossível fazer uma escritura de transferência do domínio útil desse imóvel sem o pagamento do laudêmio.

Origem colonial

A cobrança dessa taxa, como afirmou o presidente, vem desde o período colonial.

Leia Também:  Censo de 2021 é cancelado após cortes de verbas para pesquisa

Com o objetivo de povoar o litoral brasileiro, a Coroa Portuguesa concedeu a algumas pessoas a possibilidade de usufruir de propriedades.

Em contrapartida à concessão dessa titularidade, cobrava o laudêmio.




COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

Rede Madero pode fechar após dono minimizar pandemia

Publicados

em


source
Madero
Madero/Divulgação

Madero


A rede de restaurantes Madero do bolsonarista Junior Durski disse, em suas demonstrações financeiras do primeiro trimestre de 2021, que o dinheiro em caixa da empresa não seria suficiente para pagar as dívidas de curto prazo na data de vencimento sem financiamento adicional. 

“Foram dois materiais de resultados publicados pela empresa desde o início da pandemia e auditores da rede levantaram, em ambos, a existência de ‘incerteza relevante’ e ‘significativa’ relacionada com a continuidade da operação”, informa o jornal Valor Econômico.

O informe entregue nesta quinta-feira (24) indica que as lanchonetes podem fechar.


Você viu?

Em março de 2020, no início da pandemia de Covid-19 , o empresário Junior Durski minimizou o potencial letal do coronavírus . Segundo ele, o Estado não deveria parar a economia para frear a disseminação da doença porque “5 ou 7 mil pessoas vão morrer”. 

Leia Também:  American Airlines voará de Miami para Tel Aviv e Paramaribo

Veja:


Nesta quinta-feira, o Brasil registrou mais de 507 mil mortes pela Covid-19

No ano passado, a Controladoria Geral da União (CGU)  multou o restaurante em R$ 442 mil por pagar propina em dinheiro e alimentos a funcionários do Ministério da Agricultura. Os funcionários da pasta eram designados para, supostamente, fiscalizar lojas da rede nas cidades de Balsa Nova e Ponta Grossa, no Paraná.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA