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Dinheiro na mão é vendaval

LATAM Brasil deve abrir mais de 700 vagas para pilotos e comissários

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LATAM pretende contratar mais de 700 tripulantes nos próximos meses
Gabriel Araújo

LATAM pretende contratar mais de 700 tripulantes nos próximos meses

A LATAM Brasil anunciou a intenção de abrir 750 vagas para pilotos e comissários de voos nos próximos meses e recuperar os prejuízos obtidos durante a crise da Covid-19 na aviação em 2020. A companhia, no entanto, não informou quando as vagas serão disponibilizadas e os trâmites do processo seletivo. 

Em 2020, a empresa demitiu 2,7 mil tripulantes, o que corresponde a 40% do total de comissários e pilotos que a empresa tinha na época. A medida não foi seguida pelas suas principais concorrentes, Gol e Azul, que mantiveram os funcionários, mas negociou a redução de salários e jornadas. 

Segundo o Sindicato Nacional de Aeroviários (SNA), a companhia queria reduzir os salários integralmente, o que inconstitucional. Em crise, com redução no número de voos e precisando manter suas receitas, a LATAM resolveu demitir os funcionários. 

A empresa aérea chilena passa por crise econômica nos últimos anos e enfrenta um processo de recuperação judicial nos Estados Unidos. Nos últimos meses, segundo o Bradesco BBI, havia a intenção da Azul Linhas Aéreas em adquirir a LATAM Brasil. O dinheiro da venda poderia ser destinado para o pagamento de credores. 

Desde o início das suspeitas, a companhia negou a possibilidade de venda, mas admitiu precisar de dinheiro para sair do processo nos EUA. 

Recuperação no segundo semestre

A expectativa da LATAM Brasil é que a vacinação e a retomada econômica do país sejam fatores preponderantes para a recuperação do setor de turismo. Com a pandemia, mais de 70% das aeronaves da companhia ficaram paradas. 

Os diretores da empresa esperam retomar as ofertas de assentos em 75% dos vendidos em julho de 2019. 

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Volkswagen coloca 800 funcionários em férias coletivas por falta de peças

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Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)
Divulgação/Volkswagen

Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)

Em meio à escassez de componentes, a Volkswagen vai colocar 800 funcionários da fábrica de Taubaté (SP), o correspondente a um turno, em novas férias coletivas. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região, a medida começa a valer na segunda-feira (27) e se estenderá por dez dias.

O motivo alegado pela montadora é a falta de insumos, sobretudo de semicondutores, que vem sofrendo oscilações no fornecimento e dificultando a produção mundial de veículos.

De acordo com o sindicato, a Volkswagen informou inicialmente que as férias coletivas seriam para 2 mil trabalhadores, mas que poderia sofrer alterações. Até o momento, a medida vale para 800 funcionários, que devem retornar no dia 7 de outubro.

Indústria automotiva enfrenta escassez de chips

O episódio marca a sexta vez no ano em que a Volkswagen concede férias coletivas aos funcionários. Ainda segundo o sindicato, também foram registrados 11 dias de paralisação e mais cinco dias de folga (ambos com utilização do banco de horas) por falta de peças.

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Em julho, a Volkswagen concedeu férias coletivas de 20 dias para o primeiro turno de sua fábrica em São Bernardo do Campo e paralisou parte de sua planta em Taubaté.

No fim de agosto, a montadora também anunciou dez dias de férias coletivas para 2 mil funcionários na fábrica de Taubaté, também por falta de peças.

O problema de abastecimento tem sido enfrentado por toda a indústria automotiva, que lida com a escassez na cadeia global de suprimentos desde o fim do ano passado.

No mesmo dia em que o Sindicato dos Metalúrgicos anunciou a medida adotada pela Volkswagen em Taubaté, trabalhadores da Fiat em Betim aprovaram um programa de suspensão temporária do contrato de trabalho devido a falta de componentes eletrônicos.

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