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Justiça dá 72 horas para Bolsonaro explicar troca no comando da Petrobras

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Bolsonaro tem 72 horas para explicar troca no comando da Petrobras
Isac Nóbrega/PR

Bolsonaro tem 72 horas para explicar troca no comando da Petrobras

André Prado Vasconcelos, juiz da sétima Vara de Justiça Federal da primeira região, em Belo Horizonte, estipulou o prazo de 72 horas para que o presidente Jair Bolsonaro explique a mudança no comando da Petrobras. O presidente indicou o general Joaquim Silva e Luna, ex-presidente da Itaipu Binacional, para comandar a companhia .

Bolsonaro anunciou a troca na sexta-feira (19). Se confirmado por voto do conselho de administração nesta terça, Silva e Luna substituirá o atual presidente Roberto Castello Branco, na chefia da estatal desde 2018.

O juiz atendeu ao pedido de liminar protocolado pelos advogados Daniel Perrelli Lança e Gabriel Senra para impedir a troca de comando.

“Houve um desrespeito à Lei das Estatais , atropelando a decisão que é do conselho da empresa. Tanto no mérito quanto na forma há irregularidades nesta indicação. O general não cumpre os requisitos determinados pela lei”, disse Lança.

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Segundo a lei 13.303/2016, o Conselho de Administração e os diretores devem ter dez anos de experiência na área de atuação da empresa, além de formação acadêmica compatível com o cargo a ser ocupado. Segundo os advogados, o general Silva e Luna não tem esses requisitos.

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Na decisão, o juiz Vasconcelos diz que “conforme amplamente divulgado pelos veículos de comunicação, a aprovação do indicado para a Presidência da Petrobras depende de deliberação do respectivo Conselho de Administração, ainda não ocorrida”.

A expectativa é que a liminar seja analisada ainda esta semana.

O anúncio aconteceu após Bolsonaro criticar o regime de trabalho do atual presidente Castello Branco , além do desempenho da empresa. A troca se dá em meio ao aumento do preço dos combustíveis, que segundo Bolsonaro “não estão em linha com os preços internacionais”.

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Em investimentos, “ser impulsivo é o principal pecado capital”, diz Werner Roger

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Werner Roger foi o entrevistado do Brasil Econômico ao vivo desta quinta-feira (25).
Brasil Econômico / Guilherme Naldis

Werner Roger foi o entrevistado do Brasil Econômico ao vivo desta quinta-feira (25).


Entrevistado na live do  Brasil Econômico desta quinta-feira (25), o sócio fundador da Trígono Capital e especialista no mercado de ações  Werner Roger afirmou que quem pretende aprender a investir deve ter paciência, diversificar e não apostar. Para ele, o investidor deve evitar ser impulsivo. 

“Aposta é algo curto, como uma corrida de cavalo, a mega-sena ou um cassino. As apostas são de muito curto prazo e podem dar um lucro muito grande, mas com chances pequenas. No investimento, você tem controle e ele funciona a longo prazo, no mínimo dois ou três anos no futuro”, explicou.

Sobre a diversificação, ele apontou que é importante começar com ações de empresas em diversos setores, o que garante certa segurança para o acionista que está começando, além de certeza de retorno a longo prazo.

O especialista ainda destacou que o mercado de ações “é um investimento racional, e no longo prazo, isso se traduzirá em retorno. Não é uma expectativa de algo que não está no seu controle, mas uma certeza”. 

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Roger é atualmente um dos principais especialistas em ‘small caps’ empresas que estão na bolsa de valores com valor de mercado abaixo de R$ 5 bilhões. Ele explicou porque elas podem ser uma boa alternativa para pequenos investidores e iniciantes. 

“As small caps são mais estáveis que empresas grandes por não chamarem tanta atenção”, disse durante a entrevista. “Além disso, a recuperação das small caps, diante de uma crise, é consideravelmente mais rápida do que as grandes”, completou.

Estatais

Werner aponta que algumas empresas são mais fáceis de privatizar do que outras. Tanto pelo interesse da população e do governo, quanto pelo interesse do mercado. “A Eletrobrás , além de uma companhia de energia, é responsável por muitas usinas, como a nuclear de Angra. É muito complicado vender uma empresa para o setor privado gerir”, contou.  

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Ele avalia ainda que o mercado agiu por impulso durante a troca de presidente da Petrobras. Em investimentos, “ser impulsivo é o principal pecado capital” , frisa

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“As empresas que continuam estatais têm um desempenho muito inferior às que foram privatizadas. Na mão do setor privado, essas empresas se dão muito bem e são voltadas para a eficiência e o lucro dos acionistas, e não para o lucro político”, relata. 

O baixo rendimento  e as intenções políticas das estatais diminuem o atual interesse de investimento nestas empresas, avalia. Suas privatizações, entretanto, podem torná-las mais atraentes. 

Ainda assim, Roger ressalta que o mercado tem pouco interesse em privatizar estatais comprometidas com questões binacionais, como a hidrelétrica de Itaipu, ou com interesses políticos diretos, como a Petrobras. 

Lives Brasil Econômico

Semanalmente, a equipe do Brasil Econômico traz um entrevistado diferente para discutir assuntos relevantes da economia atual, sempre às quintas, 17h. 

Werner Roger, CIO (Chief Investment Officer) da Trígono Capital e colunista do Brasil Econômico, foi entrevistado pela editora do portal iG, Ludmila Pizarro e pelo repórter João Victor Redevilho. 

Roger ainda falou sobre os benefícios do dividendos, sobre a escolha de empresas para investir e a retomada de serviços que envolvam o público.

Assista na íntegra!


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