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Jogos de azar podem ser legalizados com reforma do IR

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Senador Angelo Coronel (PSD-BA), relator da reforma do IR, quer incluir legalização dos jogos de azar no texto
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Senador Angelo Coronel (PSD-BA), relator da reforma do IR, quer incluir legalização dos jogos de azar no texto

A reforma do Imposto de Renda poderá ser ajustada para incluir a legalização dos jogos de azar. A informação foi dada pelo senador Angelo Coronel (PSD-BA), relator do projeto, à Bloomberg. Segundo ele, a medida poderia gerar uma arrecadação de até R$ 50 bilhões por ano.

A ideia é polêmica, pois enfrentaria resistência no Congresso Nacional, sobretudo da bancada evangélica, apoiadora do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Mas, segundo Coronel, ela seria uma forma eficaz de levantar recursos para ajudar o governo a compensar cortes maiores na taxação de empresas, prevista na reforma tributária.

Esta não é a primeira vez que o senador defende a legalização dos jogos de azar. Ele, inclusive, tem um projeto de lei que dispõe sobre a regulamentação do jogo do bicho, bingos, caça-níqueis e cassinos a fim de movimentar a economia.

O texto da reforma do IR já foi aprovado pela Câmara dos Deputados no início deste mês. Agora, precisa ser debatido no Senado. No entanto, tem enfrentado resistência dos setores financeiro e industrial, que se opõem à taxação de dividendos em 15%.

O Senado vai realizar pelo menos quatro audiências públicas com grupos empresariais para debater a proposta. No dia 27 de setembro, o relator Angelo Coronel se reunirá com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para discutir o assunto. 

Coronel espera que o Senado vote o projeto até novembro. O texto precisa ser aprovado até o final do ano para financiar o programa substituto do Bolsa Família, Auxílio Brasil. Se houver alterações, será necessária uma segunda votação na Câmara dos Deputados.

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“Ou acionistas da Petrobras, ou caminhoneiros”, diz Chorão sobre Bolsonaro

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Wallace Landim, Chorão, líder caminhoneiro
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Wallace Landim, Chorão, líder caminhoneiro

O presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, deu prazo de 15 dias para o presidente Jair Bolsonaro decidir se irá favorecer os caminhoneiros ou acionistas da Petrobras. A declaração foi dada em entrevista ao portal UOL , nesta segunda-feira (18).

Líder dos caminheiros, Chorão, como é conhecido, disse que o preço do diesel nas bombas prejudica a categoria e prometeu entrar em greve a partir de 1° de novembro. A proposta também foi aprovada por outras lideranças em assembleia realizada neste fim de semana.

“Chegou uma hora que o governo do presidente Jair Bolsonaro precisa escolher. Ou os acionistas, ou os caminhoneiros e a classe média. Ele tem 15 dias para escolher”, disse Landim.

Na entrevista, Chorão acusou o Palácio do Planalto de não atender as demandas de caminhoneiros e ironizou as críticas de Bolsonaro sobre o ex-presidente Michel Temer, que enfrentou a paralisação em 2018.

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“Durante a campanha política para presidente ele falava mal do Temer. E hoje ele está lá e não está fazendo nada. É isso que a categoria esta observando”, afirmou.

O líder dos caminhoneiros também questionou a fala de Jair Bolsonaro sobre a privatização da Petrobras. Após uma declaração do ministro da Economia, Paulo Guedes, Bolsonaro colocou a estatal na lista de possibilidade de venda.

“A gente vê o presidente jogando na mídia a privatização da Petrobras isso é, no meu ponto de vista, para causar polemica. É para tirar a responsabilidade de si”, afirmou ao UOL .

“Por isso que eu tenho certeza que dessa vez sai. E eu torço para que o governo subestime mesmo. Se eles querem subestimar, eu acho legal da parte dele”, concluiu Chorão.

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