(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

Jatinho, carro importado e mais: agronegócio leva riqueza para áreas isoladas

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
Agronegócio enriquece o Oeste da Bahia em plena crise
Sophia Bernardes

Agronegócio enriquece o Oeste da Bahia em plena crise

Brasileiros como João Antônio Francioso foram atraídos para o Oeste da Bahia nos anos 1980 pelo preço baixo das terras e os incentivos para a expansão da produção agrícola .

Em três décadas, a família dele foi de 300 hectares para os mais de 70 mil hectares cultivados hoje. O progresso do clã espelha como essa região do interior baiano se consolida como um dos principais vetores de crescimento do agronegócio no país e protege a economia local dos efeitos da crise.

A região que concentra algumas das cidades que integram a lista dos 50 municípios agrícolas mais ricos do país — Luís Eduardo Magalhães, Barreiras, Correntina e São Desidério — é um corredor de forte expansão da soja e do algodão no Matopiba, como é chamada a região formada por Tocantins e partes de Maranhão, Piauí e Bahia, a mais nova fronteira agrícola do país.

Ali, são raras as placas de “aluga-se” no comércio, tão comuns às grandes cidades brasileiras em meio à crise agravada pela pandemia. Ao contrário, as cidades chamam a atenção pelas evidências de que há cada vez mais dinheiro circulando entre uma nova elite agrícola.

O tráfego de aviões particulares é intenso. Uma concessionária de veículos da região tem cerca de 200 clientes na fila de espera por uma picape Hilux, importada da Argentina, que custa entre R$ 278 mil e R$ 360 mil. A construção civil também cresce forte, com os primeiros edifícios de apartamentos subindo e as vendas aquecidas.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

Volkswagen coloca 800 funcionários em férias coletivas por falta de peças

Publicados

em


source
Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)
Divulgação/Volkswagen

Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)

Em meio à escassez de componentes, a Volkswagen vai colocar 800 funcionários da fábrica de Taubaté (SP), o correspondente a um turno, em novas férias coletivas. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região, a medida começa a valer na segunda-feira (27) e se estenderá por dez dias.

O motivo alegado pela montadora é a falta de insumos, sobretudo de semicondutores, que vem sofrendo oscilações no fornecimento e dificultando a produção mundial de veículos.

De acordo com o sindicato, a Volkswagen informou inicialmente que as férias coletivas seriam para 2 mil trabalhadores, mas que poderia sofrer alterações. Até o momento, a medida vale para 800 funcionários, que devem retornar no dia 7 de outubro.

Indústria automotiva enfrenta escassez de chips

O episódio marca a sexta vez no ano em que a Volkswagen concede férias coletivas aos funcionários. Ainda segundo o sindicato, também foram registrados 11 dias de paralisação e mais cinco dias de folga (ambos com utilização do banco de horas) por falta de peças.

Leia Também:  Pix: Quais os golpes mais comuns e como evitá-los

Em julho, a Volkswagen concedeu férias coletivas de 20 dias para o primeiro turno de sua fábrica em São Bernardo do Campo e paralisou parte de sua planta em Taubaté.

No fim de agosto, a montadora também anunciou dez dias de férias coletivas para 2 mil funcionários na fábrica de Taubaté, também por falta de peças.

O problema de abastecimento tem sido enfrentado por toda a indústria automotiva, que lida com a escassez na cadeia global de suprimentos desde o fim do ano passado.

No mesmo dia em que o Sindicato dos Metalúrgicos anunciou a medida adotada pela Volkswagen em Taubaté, trabalhadores da Fiat em Betim aprovaram um programa de suspensão temporária do contrato de trabalho devido a falta de componentes eletrônicos.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA