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IRB Brasil (IRBR3): Susep encerra fiscalização sobre enquadramento regulatório

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IRB Brasil (IRBR3): Susep encerra fiscalização sobre enquadramento regulatório
Redação 1Bilhão Educação Financeira

IRB Brasil (IRBR3): Susep encerra fiscalização sobre enquadramento regulatório

IRB Brasil (IRBR3): Susep encerra fiscalização sobre enquadramento regulatório

O Conselho Diretor da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) decidiu, por unanimidade, encerrar a fiscalização especial da IRB Brasil (IRBR3) sobre o enquadramento regulatório referente aos índices de liquidez e cobertura de provisões técnicas da companhia , informou a empresa nesta quarta-feira (7).

Segundo comunicado desta manhã, a companhia estava sujeita à fiscalização especial desde maio de 2020, após ter sido oficiada pela SUSEP sobre o enquadramento, e durante todo o referido período, “manteve o mercado devidamente informado acerca de sua situação em relação à adequação às normas vigentes e adotou todas as medidas necessárias para solucionar a questão com a maior brevidade possível”.

A empresa escreve que o encerramento da fiscalização representa um “marco fundamental” no processo de recuperação da companhia, fruto de um “trabalho intenso de toda a atual administração juntamente com o apoio dos seus colaboradores, parceiros, clientes, acionistas e demais stakeholders”.

IRB Brasil (IRBR3): Susep encerra fiscalização sobre enquadramento regulatório

IRB: seguradoras

As seguradoras registraram alta de 9,7% no faturamento em janeiro ante o mesmo período do ano passado, aponta o boletim IRB+Mercado.

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O mercado segurador totalizou prêmios totais de R$ 11 bilhões no mês, o oitavo consecutivo de alta. Segundo o IRB, o índice de crescimento do faturamento é o maior para um mês de janeiro desde 2018. Os dados apontam que mais de 60% dos grupos seguradores tiveram crescimento.

Com faturamento de R$ 2,5 bilhões, o segmento Corporativo de Danos e Responsabilidades registrou a maior variação positiva do mês (30,8%) e foi o que mais contribuiu para o desempenho do mercado. Houve alta de R$ 594 milhões em relação a janeiro de 2020.

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O início do ano também foi favorável para o segmento de Vida, que detém a maior participação do mercado segurador, 35% do faturamento.

A modalidade acumulou R$ 204 milhões, alta de 5,7% diante de janeiro de 2020. Os produtos de Vida Individual e Prestamista Coletivo mantiveram a evolução do último ano, com variações de 29,1% e 7,7%, respectivamente. Os seguros do segmento Rural somaram R$ 444 milhões de faturamento, alta de 22,1%.

Os sinistros recuaram com o impacto positivo sobre a sinistralidade do setor: de 43,5%, em janeiro de 2020, para 41,4%, no primeiro mês de 2021.

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Gasolina apresenta alta de 40% nas bombas em 2021 e GLP atinge R$ 100 em média

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Dados foram divulgados pela ANP nesta segunda-feira
Reprodução: iG Minas Gerais

Dados foram divulgados pela ANP nesta segunda-feira

O preço médio da gasolina, do diesel e do gás de botijão voltaram a subir na última semana, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

No caso da gasolina, o preço médio do litro subiu 3,33% nas duas últimas semanas, passando de R$ 6,117 para R$ 6,321. É, assim, a décima primeira semana seguida entre altas e estabilidade nos preços. No ano, acumula alta de 40,9%.

Em alguns estados do Brasil, a gasolina já é vendida a R$ 7,499, como no Rio Grande do Sul.  Ao todo, a  gasolina também já é encontrada acima dos R$ 7 em seis estados. Além do Rio Grande do Sul, estão na lista Rio de Janeiro (R$ 7,399), Piauí (R$ 7,159), Minas Gerais (R$ 7,179), Mato Grosso (R$ 7,047) e Acre (R$ 7,3).

No diesel, a alta foi de 0,3% nas duas últimas semanas, passando de R$ 4,961 para R$ 4,976, destacou a ANP. No ano, a alta chega a 37,99% na bomba.

GLP acima de R$ 100 em 19 estados

No GLP, o preço médio do botijão de treze quilos ultrapassou a marca de cem reais. Na semana passada, o valor chegou a  R$ 100,44, alta de 1,79% ante a semana anterior, de R$ 98,67. 

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No ano, o GLP acumula alta de 34,36% no ano. Assim, o gás de botijão já ultrapassou os R$ 100 em 19 estados, diz a ANP.  O maior preço médio está em Mato Grosso, onde é vendido em média a R$ 120,16.

Em  Mato Grosso, Rondônia e Rio Grande do Sul, o preço do botijão já é encontrado a R$ 135. No Rio de Janeiro, o preço máximo chega a R$ 110.

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Economistas ressaltam que o valor dos combustíveis sobe, principalmente, de acordo com as cotações do preço do petróleo no mercado internacional e do dólar. Além disso, o preço varia entre estados por conta da tributação e dos custos logísticos das distribuidoras para distribuir o combustível.

Dados da Petrobras indicam que, entre janeiro e outubro, o preço do litro do diesel acumula alta de 51% nas refinarias; e o da gasolina já subiu 61,9% nas refinarias desde janeiro.

Mas, apesar dos reajustes feitos pela Petrobras nos preços de gasolina e diesel entre o fim de setembro e início de outubro, analistas afirmam que ainda existe uma defasagem em relação aos valores cobrados no mercado internacional e que a estatal terá de anunciar novos aumentos.

Mas dados da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom) apontam que o diesel vendido pela Petrobras ainda está 15% abaixo do que é vendido no exterior na primeira quinzena de outubro.

O aumento nos preços ocorre em meio às discussões do projeto que muda o ICMS sobre combustíveis. O projeto, que já teve aval da Câmara dos Deputados, vai para o Senado. Se aprovado, a perda em arrecadação estimada para estados e municípios será de R$ 24 bilhões, nos cálculos do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz).

Hoje, o preço de referência em que incide o ICMS é um preço médio do combustível atualizado a cada 15 dias, que varia conforme o estado. Como o petróleo e o dólar têm subido bastante nos últimos meses, essa média tem subido também, o que pesa no orçamento dos brasileiros.

O projeto da Câmara daria um alívio no bolso em 2022, ano eleitoral, mas poderia pressionar os preços em 2023. O impacto nos cofres públicos sera imediato tanto para governos estaduais como para prefeituras, pois os municípios recebem 25% da receita do tributo estadual.

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