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Dinheiro na mão é vendaval

IPO do Nubank contará também com BDRs na Bolsa; saiba como vai funcionar

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Nubank contrata bancos para liderar IPO de US$ 40 bilhões na bolsa de valores dos EUA

O IPO do Nubank está cada vez mais próximo. Programada para o final de novembro deste ano, o maior banco digital do mundo vai estrear na Bolsa de Valores norte-americana, o Índice Nasdaq, com um valor de mercado de aproximadamente US$ 70 bilhões.

Já no Brasil, o Nubank planeja lançar seus Brazilian Depositary Receipts ( BDRs ), ou seja, certificados de ações estrangeiras negociados na Bolsa de Valores brasileira (B3). A informação foi divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Com o valor de mercado maior do que US$ 50 bilhões, a fintech brasileira vai superar alguns dos maiores bancos tradicionais do Brasil, também listados nos Estados Unidos. Um exemplo é o Itaú (ITUB4), avaliado em US$ 42 bilhões, e o Bradesco (BBDC4), que soma US$ 34 bilhões.

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Lucro de R$ 76 milhões

O primeiro lucro registrado pelo Nubank foi de R$ 76 milhões no primeiro semestre de 2021. Vale lembrar que a quantia é inferior ao que o banco digital já tomou de prejuízo. Só em 2019 e 2020, foram R$ 542 milhões no negativo.

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Mesmo assim, a conquista do primeiro lucro é significativa para o banco digital e uma ótima notícia para os investidores, uma vez que o roxinho logo mais estreará sua oferta pública inicial ( IPO ) na bolsa de valores norte-americana.

Em suma, o valor adquirido de lucro não será distribuído aos investidores. De acordo com o Nubank, o dinheiro deve ser reaplicado na instituição como forma de investimento. Com isso, melhorando alguns produtos e serviços.

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Logotipo do Nubank

Nubank entre as 100 maiores

Em resumo, com a oferta pública inicial nos Estados Unidos, o Nubank almeja conquistar US$ 100 bilhões em valor de mercado. Portanto, caso alcance, a fintech ficará entre as 100 maiores norte-americanas.

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Saiba os custos ocultos ao adquirir um imóvel

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Saiba os custos ocultos ao adquirir um imóvel
Reprodução: iG Minas Gerais

Saiba os custos ocultos ao adquirir um imóvel

Saber quanto gastamos ao comprar móveis parece simples e evidente, afinal, basta ver o valor das peças e, o quanto seria gasto de juros em uma necessidade de negociação. O que poucos sabem é que adquirir um móvel envolve outros custos que o consumidor não consegue enxergar ou levar em conta no momento da compra.

Segundo Pamela Paz, fundadora e CEO da Tuim, primeira empresa de Móveis por Assinatura do Brasil, “a maioria das pessoas, em algum momento, olham para os cômodos de sua casa e percebem que eles não refletem mais o seu estilo de vida ou até mesmo que os móveis estão desgastados e precisam ser trocados”. É neste momento que uma nova saga começa:  pesquisa de preço, negociação das condições de pagamento, prazo para entrega das peças, montagem, desgaste para se livrar dos móveis antigos.

Pensando em colocar na ponta do lápis tudo o que o consumidor deve levar em conta ao decidir comprar um móvel, a executiva separou três custos ocultos da compra de móveis.

Tempo e dinheiro

É comum pensar apenas no início e no fim do processo de compra do móvel, e o consumidor não se dá conta que há um bom tempo perdido em pesquisas de preços, modelos e tamanhos, negociação das condições de pagamento ou até mesmo aguardando promoções. Além disso, é preciso colocar na calculadora o prazo para entrega e montagem das peças, que nem sempre acompanham a expectativa do comprador.

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“Tudo isso exige dedicação de horas, dias e até semanas ou meses, se contarmos a entrega dos móveis. Além disso, paralelamente, há o desembolso do pagamento do mobiliário que, inclusive na opção de parcelamento, representará um investimento dedicado antes mesmo de você receber os móveis”, relata Pamela.

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Rápida depreciação e falta de manutenção

Qualquer produto novo começa a perder valor assim que sai da loja e, consequentemente, acontece o mesmo com os móveis. A partir do momento em que o móvel sai da loja já está desvalorizado, seja pelo lançamento de novos produtos no mercado ou até mesmo avarias causadas pelo transporte ou montagem.   

O que agrava o custo de depreciação de um móvel é o cuidado com o produto. “Todo móvel precisa de manutenção adequada, independente se é meu ou alugado. A depreciação pode acontecer por diversos fatores: tempo, umidade, radiação, mal uso e algum acidente. Se não há um cuidado constante, ele perde ainda mais o valor para revenda”, destaca a CEO.

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Custo ambiental e financeiro

Você sabia que as cidades da Grande São Paulo enviam 27 mil toneladas de resíduos para aterros sanitários anualmente? Este impressionante número é um sinal de alerta para que a sociedade repense seu modelo de consumo. Grande parte desse lixo é formado por móveis, então há um enorme desafio para mitigar impactos causados pelo descarte de plástico e espuma, materiais muito utilizados na produção.

“Muitos móveis são descartados antes do final da sua vida útil. Isso não só é um desperdício sem tamanho, como também faz com que os fabricantes produzam ainda mais móveis para atender a demanda. Além disso, os custos para contratar um serviço especializado que cuide do descarte de móveis de maneira correta pode ser impeditivo para muitas pessoas”, relembra Pamela.

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