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Dinheiro na mão é vendaval

INSS paga o 13º da aposentadoria para três grupos nesta terça-feira; confira

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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)  paga a  segunda parcela  do 13º salário  adiantado nesta terça-feira (6). Os  aposentados  que ganham até um salário mínimo (R$1.100) e tem final do benefício terminado em 9 recebem até  R$ 550 hoje.

Além desses, os que recebem  acima de R$ 1.100 e tem o benefício terminado em 4 ou 9 também recebem hoje a segunda parcela.

Também receberão aqueles que tenham recebido auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente ou auxílio-reclusão no ano corrente.

O Decreto 10.695 publicado no Diário Oficial da União do dia 5 de maio oficializou a antecipação do 13º salário para cerca de 31 milhões de aposentados e pensionistas do Instituto.

O pagamento será finalizado ainda em julho de acordo com o calendário: 

Quem recebe até um salário mínimo

  • Final de benefício 1 – 24 de junho
  • Final de benefício 2 – 25 de junho
  • Final de benefício 3 – 28 de junho
  • Final de benefício 4 – 29 de junho
  • Final de benefício 5 – 30 de junho
  • Final de benefício 6 – 1º de julho
  • Final de benefício 7 – 2 de julho
  • Final de benefício 8 – 5 de julho
  • Final de benefício 9 – 6 de julho
  • Final de benefício 0 – 7 de julho
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Quem ganha acima de R$ 1.100

  • Finais de benefício 1 e 6 – 1º de julho
  • Finais de benefício 2 e 7 – 2 de julho
  • Finais de benefício 3 e 8 – 5 de julho
  • Finais de benefício 4 e 9 – 6 de julho
  • Finais de benefício 5 e 0 – 7 de julho


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CNI critica reajuste da Selic

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Encontro de empresários da CNI com Bolsonaro
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Encontro de empresários da CNI com Bolsonaro

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central  elevou nesta quarta-feira (8) a taxa básica de juros da economia (Selic) para 9,25%.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considerou equivocada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, por um novo aumento da taxa básica de juros a economia em 1,5 ponto percentual. De acordo com o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, os últimos dois trimestres de retração do Produto Interno Bruto (PIB) deixaram evidente o quadro adverso da atividade econômica. Além disso, efeitos defasados do aumento da Selic devem contribuir, nos próximos meses, para desestimular ainda mais o consumo e, por consequência, desacelerar a inflação. “Dessa forma, um aumento menos intenso da Selic, em conjunto com as elevações anteriores, já seria mais que suficiente para levar a inflação até a meta, sem que o Banco Central aumentasse a probabilidade de recessão”, avaliou Andrade.

Em nota, a CNI argumenta sobre a razão deste cenário. “As restrições nas condições de crédito para consumidores e empresas poderiam ter seu ritmo reduzido. A decisão do Banco Central por um sétimo aumento expressivo da Selic vai de encontro a essa necessidade, aumentando o custo do financiamento e desestimulando a demanda, justamente em um momento em que muitas empresas ainda estão se recuperando”.

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De acordo com a Federação das Indústrias do Rio (Firjan), o aumento da taxa Selic em 1,5% já era esperado, tendo em vista a elevação no nível dos preços de forma disseminada e, sobretudo, a deterioração do quadro fiscal. Por outro lado, os dados mais recentes revelam queda da atividade econômica. Além disso, as perspectivas para 2022 já são de crescimento fraco.

Em nota, a Firjan avalia “que o cenário econômico que se projeta, de maior expansão do gasto público, requer a aprovação de reformas estruturais que sejam capazes de trazer sustentabilidade para as contas públicas. Apenas com responsabilidade fiscal será possível gerar crescimento econômico de maneira sólida, resgatando a confiança dos empresários e atraindo novos investimentos. Sem isso, voltaremos a conviver com um cenário de inflação e juros altos, com baixo crescimento econômico”.

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