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Dinheiro na mão é vendaval

Homem pesa bife em restaurante e consegue desconto: “parecia refeição infantil”

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Homem pesa bife e constata estar abaixo do estipulado no menu
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Homem pesa bife e constata estar abaixo do estipulado no menu

Antonio Chacon foi a um restaurante em Pueblo, no Colorado (Estados Unidos), e surpreendeu todos na mesa ao sacar uma balança para provar para os funcionários da Texas Roadhouse que seu bife estava abaixo do peso prometido no menu. O pedaço de carne que deveria ter 170g (6 oz), tinha, na verdade 104g (3.68 oz), e, segundo ele, “parecia refeição infantil”. 

A refeição era sua preferida, costela e bife, com batatas fritas e purê de batata. Mas quando a comida do jovem de 22 anos chegou, ele se decepcionou com o tamanho. 

Ele conta ao jornal The Mirror que correu para o carro e trouxe de volta sua balança, colocando-a na mesa à sua frente enquanto o garçom olhava “em choque”. Ao provar que o peso estava incorreto, o chef do restaurante refez o prato.

“Eu disse ao gerente e ao garçom. Eles não acreditaram que não parecia certo. Fui com minha mãe, meu pai, minha namorada, meus irmãos e minhas duas enteadas. Eles estavam rindo. Meu pai disse ‘vá pegar aquela balança que acabamos de comprar’. Eu agarrei e pedi permissão. Fiz questão de perguntar ao gerente principal porque me sentiria desrespeitoso se não tivesse feito isso”, disse.

Antonio completa: “Eles me deram um desconto. O garçom ficou até chocado. Ele disse ‘droga, você tem razão’.

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Atraso na PEC dos precatórios ameaça Auxílio Brasil e Roma se diz “preocupado”

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Ministro da Cidadania queria que a proposta fosse aprovada no Legislativo no início de novembro
Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Ministro da Cidadania queria que a proposta fosse aprovada no Legislativo no início de novembro

O ministro da Cidadania, João Roma, disse nesta quarta-feira (27) que está “bastante preocupado” com o atraso para aprovação da PEC dos precatórios . A proposta estava na pauta da Câmara dos Deputados ontem, mas os deputados não chegaram a um acordo e adiaram o texto

A PEC é vital para viabilizar o novo benefício social administrado pela sua pasta, o Auxílio Brasil . Sem a aprovação do texto, não sobra espaço fiscal no Orçamento para os R$ 400 prometidos pelo governo. 

Segundo Roma, seria “muito importante” que a PEC fosse aprovada “ainda no início de novembro”, já que os depósitos estão previstos para o início deste mês.

“Não há mais tempo hábil”, alertou Roma, que chegou nesta noite para mais uma reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Ao mesmo tempo, ele comemorou a decisão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), de que pode levar a PEC direto ao plenário após sua aprovação na Câmara, evitando as comissões.

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Após o encerramento da sessão que estava analisando a PEC, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), se reuniu em seu gabinete com líderes de partidos e três ministros do governo Bolsonaro, João Roma (Cidadania), Flávia Arruda (Secretaria de Governo) e Ciro Nogueira (Casa Civil). Eles conversaram sobre estratégias para alcançar maioria e votar o texto na quarta-feira da semana que vem. Lira, porém, não descartou a hipótese de tentar a votação ainda nesta quinta, cenário considerado improvável pelos líderes e até por Ciro Nogueira.

O presidente da Câmara ainda terá, durante a madrugada, conversas para tentar construir um consenso.

Sempre é possível fazer ajustes (no texto). Estou saindo agora para falar com deputados da oposição. Foi feita agora uma reunião com líderes da base, com a presença do ministro Ciro Nogueira, com a ministra Flávia, com o ministro João Roma. E agora vou conversar com membros e líderes da oposição e tentar chegar a uma composição plausível.”

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Assim como os demais líderes, Lira atribuiu o adiamento às dificuldades do retorno ao trabalho presencial.


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