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Hidrelétricas registram menor volume de energia desde 2002

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Hidrelétricas registram menor volume de energia desde 2002
Pollyanna Maliniak/ALMG/25.4.2014

Hidrelétricas registram menor volume de energia desde 2002

Em julho, o Brasil registrou o menor volume de energia gerado por hidrelétricas nos últimos 19 anos. É o que mostram os dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Ao todo, foram produzidos 34.489 MWmed – menor nível desde fevereiro de 2002, que apresentou 33.775 MWmed. 

O cenário é resultado do agravamento da crise hídrica no país, que enfrenta a pior seca em 91 anos. Como consequência, houve uma queda no armazenamento de água nos reservatórios das principais hidrelétricas brasileiras, que operam com menor capacidade.

Para evitar o risco de apagão, o Governo Federal tem usado as termelétricas como alternativa para a geração de energia, e os reflexos disso já podem ser observados. Foram 18.625 MWmed produzidos em julho – maior volume da história. 

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Essas usinas não dependem de condições climáticas para operar. No entanto, são mais caras, o que provoca aumento nas contas de luz, e mais poluentes, porque funcionam com base na queima de combustíveis.

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20 governadores assinam carta cobrando ‘verdade’ do governo sobre combustíveis

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Combustíveis
Fernanda Capelli

Combustíveis

Vinte governadores divulgaram uma carta nesta segunda-feira (20) negando ter aumentando o ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias) de combustíveis. A carta cobra “verdade” do governo federal para solucionar o problema. 

“Os governadores dos entes federados brasileiros signatários vêm a público esclarecer que, nos últimos 12 meses, o preço da gasolina registrou um aumento superior a 40%, embora nenhum estado tenha aumentado o ICMS incidente sobre os combustíveis ao longo desse período”, afirmam no documento divulgado pela Folha de São Paulo.

“Essa é a maior prova de que se trata de um problema nacional, e, não somente, de uma unidade federativa. Falar a verdade é o primeiro passo para resolver um problema”, seguem.

Governadores de todo o espectro político assinam o documento, como: Flávio Dino (PSB-MA), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Rui Costa (PT-BA), Cláudio Castro (PL-RJ), Romeu Zema (Novo-MG), Eduardo Leite (PSDB-RS) e Ibaneis Rocha (MDB-DF).

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O presidente Jair Bolsonaro justifica o aumento dos combustíveis como sendo consequência de abusos tributários dos governos estaduais, sendo que a alíquota do ICMS se mantém a mesma enquanto o dólar sobre e o preço do petróleo cru também.

O governo chegou a enviar um projeto de lei ao Congresso para tentar mudar as regras do ICMS, mas o texto não foi adiante. Bolsonaro prometeu ir ao STF (Supremo Tribunal Federal) para conseguir aval para o PL.

Veja quem assina o documento:




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