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Hapvida (HAPV3) estuda oferta de ações para fortalecer posição de caixa

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Hapvida (HAPV3) estuda oferta de ações para fortalecer posição de caixa
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Hapvida (HAPV3) estuda oferta de ações para fortalecer posição de caixa

Hapvida (HAPV3) estuda oferta de ações para fortalecer posição de caixa

A Hapvida (HAPV3) vem estudando eventuais captações de recursos para financiar investimentos e aquisições, assim como fortalecer sua posição de caixa, incluindo a possibilidade de uma oferta de ações, segundo comunicado ao mercado da companhia na noite de terça-feira.

Segundo a Reuters, a empresa afirmou que a efetiva realização de eventuais captações pode se dar através de oferta de ações e/ou instrumentos de dívida e estarão sujeitas a uma série de fatores, incluindo obtenção das aprovações societárias necessárias e condições de mercado e macroeconômicas.

De acordo com a Hapvida, até a data da divulgação do comunicado, nenhuma decisão havia sido efetivamente tomada nesse sentido.

Na véspera, o Valor Econômico publicou que a Hapvida está preparando uma oferta subsequente de ações de R$ 3 bilhões.

Hapvida (HAPV3) estuda oferta de ações e fortalecer posição de caixa

Hapvida

A versão norte-americana da revista Forbes divulgou a lista dos homens mais ricos do mundo. Figuram na cabeça do ranking os bilionários Elon Musk (Tesla) e Jeff Bezos (Amazon). Mas há novidades, inclusive a entrada dos cearenses donos da empresa Hapvida.

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Na lista estão Cândido Pinheiro Koren de Lima, fundador da companhia e seus filhos Jorge Pinheiro e Cândido Júnior. A fortuna estimada é de US$ 3,7 bilhões.

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A fortuna da família mais que dobrou, fruto de um movimento agressivo de expansão do Hapvida no mercado. Aquisições de hospitais, busca por novos mercados no País e a combinação de negócios com o Grupo Notre Dame Intermédica são algumas das ações tomadas pela companhia cearense. Esta última irá criar uma megaempresa com valor de mercado estimada entre R$ 100 bilhões e R$ 120 bilhões.

Acima, o recorte da citação do fundador do grupo Hapvida na Forbes norte-americana com a mansão de Fortaleza, cidade que tema sede da empresa.

Homem mais rico do País

Pelo ranking, o homem mais rico do Brasil é Jorge Paulo Lemann, com US$ 16,9 bilhões e o 114º lugar na lista global. Ele ultrapassou o falecido ex-banqueiro Joseph Safra, que teve seu patrimônio desmembrado entre herdeiros no ano passado.

Na sequência, entre os brasileiros, está o outro sócio de Lemann na AB Inbev, Marcel Herrmann Telles, com uma fortuna estimada em US$ 11,5 bilhões e o 191o lugar no ranking. O top 3 fica completo com Jorge Moll Filho e família, da rede D’Or, donos de um patrimônio líquido de US$ 11,3 bilhões e a 194ª posição na lista global.

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Veja HAPV3 na Bolsa :

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Gasolina apresenta alta de 40% nas bombas em 2021 e GLP atinge R$ 100 em média

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Dados foram divulgados pela ANP nesta segunda-feira
Reprodução: iG Minas Gerais

Dados foram divulgados pela ANP nesta segunda-feira

O preço médio da gasolina, do diesel e do gás de botijão voltaram a subir na última semana, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

No caso da gasolina, o preço médio do litro subiu 3,33% nas duas últimas semanas, passando de R$ 6,117 para R$ 6,321. É, assim, a décima primeira semana seguida entre altas e estabilidade nos preços. No ano, acumula alta de 40,9%.

Em alguns estados do Brasil, a gasolina já é vendida a R$ 7,499, como no Rio Grande do Sul.  Ao todo, a  gasolina também já é encontrada acima dos R$ 7 em seis estados. Além do Rio Grande do Sul, estão na lista Rio de Janeiro (R$ 7,399), Piauí (R$ 7,159), Minas Gerais (R$ 7,179), Mato Grosso (R$ 7,047) e Acre (R$ 7,3).

No diesel, a alta foi de 0,3% nas duas últimas semanas, passando de R$ 4,961 para R$ 4,976, destacou a ANP. No ano, a alta chega a 37,99% na bomba.

GLP acima de R$ 100 em 19 estados

No GLP, o preço médio do botijão de treze quilos ultrapassou a marca de cem reais. Na semana passada, o valor chegou a  R$ 100,44, alta de 1,79% ante a semana anterior, de R$ 98,67. 

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No ano, o GLP acumula alta de 34,36% no ano. Assim, o gás de botijão já ultrapassou os R$ 100 em 19 estados, diz a ANP.  O maior preço médio está em Mato Grosso, onde é vendido em média a R$ 120,16.

Em  Mato Grosso, Rondônia e Rio Grande do Sul, o preço do botijão já é encontrado a R$ 135. No Rio de Janeiro, o preço máximo chega a R$ 110.

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Economistas ressaltam que o valor dos combustíveis sobe, principalmente, de acordo com as cotações do preço do petróleo no mercado internacional e do dólar. Além disso, o preço varia entre estados por conta da tributação e dos custos logísticos das distribuidoras para distribuir o combustível.

Dados da Petrobras indicam que, entre janeiro e outubro, o preço do litro do diesel acumula alta de 51% nas refinarias; e o da gasolina já subiu 61,9% nas refinarias desde janeiro.

Mas, apesar dos reajustes feitos pela Petrobras nos preços de gasolina e diesel entre o fim de setembro e início de outubro, analistas afirmam que ainda existe uma defasagem em relação aos valores cobrados no mercado internacional e que a estatal terá de anunciar novos aumentos.

Mas dados da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom) apontam que o diesel vendido pela Petrobras ainda está 15% abaixo do que é vendido no exterior na primeira quinzena de outubro.

O aumento nos preços ocorre em meio às discussões do projeto que muda o ICMS sobre combustíveis. O projeto, que já teve aval da Câmara dos Deputados, vai para o Senado. Se aprovado, a perda em arrecadação estimada para estados e municípios será de R$ 24 bilhões, nos cálculos do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz).

Hoje, o preço de referência em que incide o ICMS é um preço médio do combustível atualizado a cada 15 dias, que varia conforme o estado. Como o petróleo e o dólar têm subido bastante nos últimos meses, essa média tem subido também, o que pesa no orçamento dos brasileiros.

O projeto da Câmara daria um alívio no bolso em 2022, ano eleitoral, mas poderia pressionar os preços em 2023. O impacto nos cofres públicos sera imediato tanto para governos estaduais como para prefeituras, pois os municípios recebem 25% da receita do tributo estadual.

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