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Dinheiro na mão é vendaval

Guedes quer reincorporar Ministério do Emprego à Economia após saída de Onyx

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Onyx Lorenzoni e Paulo Guedes
Agência Brasil / Valter Campanoto

Onyx Lorenzoni e Paulo Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, e sua equipe já preparam estudos para reincorporar o Ministério do Emprego e Previdência ao Ministério da Economia até o fim do governo. Nos bastidores, assessores de Guedes acreditam que a pasta do Emprego, que será ocupada por Onyx Lorenzoni, deve ficar disponível em abril de 2022, após Lorenzoni pedir exoneração para se candidatar ao governo do Rio Grande do Sul. 

Recriada para abrigar o Centrão no Palácio do Planalto, o Ministério de Emprego e Previdência deverá ser a pasta com maior fatia do Orçamento público, com quase R$ 800 bilhões. Além de programas empregatícios, a pasta irá abrigar pagamentos de benefícios previdenciários, como aposentadoria e auxílios. 

No entando, Guedes poderá abdicar da volta da pasta empregatícia como status de secretaria caso Bruno Bianco, atual secretário de trabalho e braço direito de Paulo Guedes, assuma a titularidade do ministério. 

As tentativas, entretanto, podem esbarrar nos interesses políticos de Jair Bolsonaro em 2022. Embora acredite na saída de parte de seus ministros no próximo ano, Bolsonaro deve abrir os cargos vagos para partidos do Centrão e se manter alinhado com o Congresso Nacional. 

Após prometer que não envolveria o bloco político em seu governo, Bolsonaro se viu pressionado por pedidos de impeachment e falta de apoio para aprovação de pautas ideológicas. A partir do começo deste ano, o Palácio do Planalto abriu as portas para deputados e senadores do Centão e selou a parceria após a indicação de Ciro Nogueira (Progressistas-PI) para a Casa Civil. 

Segundo fontes próximas ao presidente, o governo deve liberar os próximos ministérios para o bloco, visando um possível processo de impeachment e acusações após o fechamento da CPI da Covid no Senado. Caso as acusações passem pelo plenário, o Planalto quer garantir o arquivamento das denúncias e a manutenção do cargo até, pelo menos, o fim de 2022. 

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Volkswagen coloca 800 funcionários em férias coletivas por falta de peças

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Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)
Divulgação/Volkswagen

Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)

Em meio à escassez de componentes, a Volkswagen vai colocar 800 funcionários da fábrica de Taubaté (SP), o correspondente a um turno, em novas férias coletivas. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região, a medida começa a valer na segunda-feira (27) e se estenderá por dez dias.

O motivo alegado pela montadora é a falta de insumos, sobretudo de semicondutores, que vem sofrendo oscilações no fornecimento e dificultando a produção mundial de veículos.

De acordo com o sindicato, a Volkswagen informou inicialmente que as férias coletivas seriam para 2 mil trabalhadores, mas que poderia sofrer alterações. Até o momento, a medida vale para 800 funcionários, que devem retornar no dia 7 de outubro.

Indústria automotiva enfrenta escassez de chips

O episódio marca a sexta vez no ano em que a Volkswagen concede férias coletivas aos funcionários. Ainda segundo o sindicato, também foram registrados 11 dias de paralisação e mais cinco dias de folga (ambos com utilização do banco de horas) por falta de peças.

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Em julho, a Volkswagen concedeu férias coletivas de 20 dias para o primeiro turno de sua fábrica em São Bernardo do Campo e paralisou parte de sua planta em Taubaté.

No fim de agosto, a montadora também anunciou dez dias de férias coletivas para 2 mil funcionários na fábrica de Taubaté, também por falta de peças.

O problema de abastecimento tem sido enfrentado por toda a indústria automotiva, que lida com a escassez na cadeia global de suprimentos desde o fim do ano passado.

No mesmo dia em que o Sindicato dos Metalúrgicos anunciou a medida adotada pela Volkswagen em Taubaté, trabalhadores da Fiat em Betim aprovaram um programa de suspensão temporária do contrato de trabalho devido a falta de componentes eletrônicos.

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