(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

Guedes e Pacheco se encontram para discutir reforma tributária

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) se encontrou com o ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta segunda-feira (10)
Reprodução / Twitter @rpsenador

O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) se encontrou com o ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta segunda-feira (10)


O presidente do Senado , Rodrigo Pacheco (DEM-MG), se reuniu com o ministro da Economia, Paulo Guedes , para discutir a reforma tributária nesta segunda-feira (10). Em seu perfil no Twitter, ele disse que a busca pelo “maior equilíbrio fiscal e retomada do crescimento econômico” começa a “ganhar corpo”.

“Encontrei-me, nesta segunda, com o ministro Paulo Guedes para tratarmos dos encaminhamentos dados à reforma tributária, tema que vem ganhando corpo nas discussões do Congresso , no sentido de avançarmos na busca pelo maior equilíbrio fiscal e retomada do crescimento econômico”, tuitou Pacheco.

O líder do Senado e o da Câmara dos Deputados , Arthur Lira (PP-AL), têm divergido sobre o assunto. Em 7 de maio , Pacheco reagiu à decisão de Lira de extinguir a comissão mista da reforma tributária por ter excedido o prazo de sessões.


Você viu?

“A comissão mista fez um trabalho longo de aprofundamento sobre a reforma tributária. É razoável e inteligente darmos oportunidade de concluírem o trabalho, o que se efetiva com a apresentação do parecer pelo deputado Aguinaldo Ribeiro”, publicou o senador mineiro.

Contrapontos

Apesar da crítica de Lira, a sessão foi marcada para a próxima quarta-feira (13), às 10h30. Na ocasião será apresentada uma nova versão do parecer do relator, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), sobre as propostas de emenda à Constituição (PECs) 45 e 110.

Na semana passada, Ribeiro deu um parecer sobre as PECs. A leitura foi ofuscada pela decisão do presidente da Câmara de extinguir a comissão especial. Depois disso, foi aberto o prazo para apresentar as emendas ao parecer.

O deputado deve divulgar sugestões serão acatadas no texto “final” a ser enviado às duas Casas na quarta-feira (13).

Lira vem dizendo que a proposta será discutida com Pacheco para decidir em que Casa do Congresso começará a votação.

Ainda assim, ele tem defendido a votação separada do projeto de lei que cria a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), proposta pelo governo para unificar só o PIS/Cofins. A PEC junta também IPI, ICMS e ISS.

Leia Também:  Golpes em aplicativos de delivery aumentaram em 186%, diz Procon-SP

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

Atraso na PEC dos precatórios ameaça Auxílio Brasil e Roma se diz “preocupado”

Publicados

em


source
Ministro da Cidadania queria que a proposta fosse aprovada no Legislativo no início de novembro
Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Ministro da Cidadania queria que a proposta fosse aprovada no Legislativo no início de novembro

O ministro da Cidadania, João Roma, disse nesta quarta-feira (27) que está “bastante preocupado” com o atraso para aprovação da PEC dos precatórios . A proposta estava na pauta da Câmara dos Deputados ontem, mas os deputados não chegaram a um acordo e adiaram o texto

A PEC é vital para viabilizar o novo benefício social administrado pela sua pasta, o Auxílio Brasil . Sem a aprovação do texto, não sobra espaço fiscal no Orçamento para os R$ 400 prometidos pelo governo. 

Segundo Roma, seria “muito importante” que a PEC fosse aprovada “ainda no início de novembro”, já que os depósitos estão previstos para o início deste mês.

“Não há mais tempo hábil”, alertou Roma, que chegou nesta noite para mais uma reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Ao mesmo tempo, ele comemorou a decisão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), de que pode levar a PEC direto ao plenário após sua aprovação na Câmara, evitando as comissões.

Leia Também:  Cinco maiores bancos perdem 45% do mercado em 4 anos, diz pesquisa

Leia Também

Após o encerramento da sessão que estava analisando a PEC, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), se reuniu em seu gabinete com líderes de partidos e três ministros do governo Bolsonaro, João Roma (Cidadania), Flávia Arruda (Secretaria de Governo) e Ciro Nogueira (Casa Civil). Eles conversaram sobre estratégias para alcançar maioria e votar o texto na quarta-feira da semana que vem. Lira, porém, não descartou a hipótese de tentar a votação ainda nesta quinta, cenário considerado improvável pelos líderes e até por Ciro Nogueira.

O presidente da Câmara ainda terá, durante a madrugada, conversas para tentar construir um consenso.

Sempre é possível fazer ajustes (no texto). Estou saindo agora para falar com deputados da oposição. Foi feita agora uma reunião com líderes da base, com a presença do ministro Ciro Nogueira, com a ministra Flávia, com o ministro João Roma. E agora vou conversar com membros e líderes da oposição e tentar chegar a uma composição plausível.”

Leia Também:  Dívida pública deve chegar a 91,3% do PIB até o fim do ano

Assim como os demais líderes, Lira atribuiu o adiamento às dificuldades do retorno ao trabalho presencial.


COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA