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Dinheiro na mão é vendaval

Guedes diz que ‘barulho político’ não deixa preço do dólar cair

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Ministro da Economia, Paulo Guedes
Fabio Rodrigues Pozzebom / Arquivo / Agência Brasil

Ministro da Economia, Paulo Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o dólar já deveria estar caindo no Brasil, mas o barulho político impede a normalização do câmbio. Ele estimou que a moeda americana deveria estar valendo entre R$ 3,80 e R$ 4,20. Nesta terça-feira, o dólar fechou em alta de 0,65%, sendo negociado a R$5,2578.

“Esse dólar já era para estar descendo, mas o barulho político não deixa descer. Não tem problema: mais tempo pras exportações, o negócio é fazer a coisa certa”, declarou Guedes durante evento do banco BTG.

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Em relação ao barulho, Guedes fez menção, mais uma vez, à crise institucional entre os poderes. Ele afirmou que esse tipo de briga entre poderes é normal e sugeriu que a plateia, formada sobretudo por investidores, procurasse algumas histórias de disputas da Suprema Corte dos Estados Unidos:

“Está acontecendo isso aqui também. O pau está comendo”, disse, arrancando risos dos presentes.

Ele afastou a possibilidade de golpe e defendeu o presidente Jair Bolsonaro.

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Volkswagen coloca 800 funcionários em férias coletivas por falta de peças

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Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)
Divulgação/Volkswagen

Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)

Em meio à escassez de componentes, a Volkswagen vai colocar 800 funcionários da fábrica de Taubaté (SP), o correspondente a um turno, em novas férias coletivas. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região, a medida começa a valer na segunda-feira (27) e se estenderá por dez dias.

O motivo alegado pela montadora é a falta de insumos, sobretudo de semicondutores, que vem sofrendo oscilações no fornecimento e dificultando a produção mundial de veículos.

De acordo com o sindicato, a Volkswagen informou inicialmente que as férias coletivas seriam para 2 mil trabalhadores, mas que poderia sofrer alterações. Até o momento, a medida vale para 800 funcionários, que devem retornar no dia 7 de outubro.

Indústria automotiva enfrenta escassez de chips

O episódio marca a sexta vez no ano em que a Volkswagen concede férias coletivas aos funcionários. Ainda segundo o sindicato, também foram registrados 11 dias de paralisação e mais cinco dias de folga (ambos com utilização do banco de horas) por falta de peças.

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Em julho, a Volkswagen concedeu férias coletivas de 20 dias para o primeiro turno de sua fábrica em São Bernardo do Campo e paralisou parte de sua planta em Taubaté.

No fim de agosto, a montadora também anunciou dez dias de férias coletivas para 2 mil funcionários na fábrica de Taubaté, também por falta de peças.

O problema de abastecimento tem sido enfrentado por toda a indústria automotiva, que lida com a escassez na cadeia global de suprimentos desde o fim do ano passado.

No mesmo dia em que o Sindicato dos Metalúrgicos anunciou a medida adotada pela Volkswagen em Taubaté, trabalhadores da Fiat em Betim aprovaram um programa de suspensão temporária do contrato de trabalho devido a falta de componentes eletrônicos.

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