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Dinheiro na mão é vendaval

Governo tem lista de indicações para orçamento secreto, diz jornal

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Domingos Neto foi relator do Orçamento de 2020
Agência Câmara

Domingos Neto foi relator do Orçamento de 2020


Ao contrário do que alega a cúpula do Congresso, um documento assinado pelo relator-geral do Orçamento de 2020, o deputado Domingos Neto (PSD-CE), confirma que há registros de indicações parlamentares nas emendas de relator, além de comprovar que a liberação de verbas se deu por meio de aliança com o Executivo.

O ofício, obtido pelo jornal “Estado de S. Paulo”, revela que congressistas solicitaram diretamente à Secretaria de Governo da Presidência da República recursos no valor de R$ 5,4 bilhões do Ministério do Desenvolvimento Regional.

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O documento, datado em junho deste ano, foi enviado ao ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, em resposta à solicitação do palaciano. Na ocasião, Marinho havia solicitado a confirmação de que as indicações dos beneficiários das emendas do relator (RP 9) foram realizadas ”de forma consensual entre os poderes Executivo e Legislativo”.

Nessa segunda-feira, a ministra Rosa Weber destravou o pagamento de R$ 13 bilhões do orçamento secreto, após o Congresso se comprometer em dar mais transparência a execução das emendas do relator. Na decisão, a magistrada deu 90 dias para que a Casa divulgue os nomes de todos os beneficiados com as emendas de relator em 2020 e 2021.

Os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, no entanto, alegam que não é possível revelar os parlamentares que receberam os recursos porque não há registros desses repasses.

Rosa Weber considerou “eficientes” as medidas de maior transparência incluídas no projeto de resolução aprovado pelo Congresso com promessa de mais transparência para o repasse futuro das verbas por meio das emendas de relator (RP-9).

“Embora o Congresso Nacional tenha conferido efeitos prospectivos ao novo modelo de detalhamento da execução orçamentária, afastando sua incidência em relação aos atos anteriores à sua publicação, certo é que as verbas cuja execução estava paralisada em decorrência da decisão cautelar proferida por esta Corte passarão, agora, a ser executadas em conformidade com as regras do novo sistema”, disse a ministra.

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Eletrobras: Funcionários de Furnas e do Cepel entram em greve

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Eletrobras: Funcionários de Furnas e do Cepel entram em greve
Fernanda Capelli

Eletrobras: Funcionários de Furnas e do Cepel entram em greve

Cerca de 80% dos funcionários da gestão central da holding, da usina hidrelétrica de Furnas e do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica entraram em greve nesta segunda-feira (17), informa a Associação dos Empregados da Eletrobras. Ao todo de 7 a 8 mil empregados estão parados. 

O trabalho de Furnas segue operando somente para emergências, disse Emanuel Mendes, presidente da associação ao site Poder360. A intenção é agir para que não ocorram apagões, nada além disso. 

Funcionários da Chesf (Companhia Hidrelétrica do São Francisco), Eletronuclear e Eletronorte ainda não aderiram ao movimento.

A reivindicação é para que a empresa não aumente a participação dos funcionários no pagamento do plano de saúde. Mendes alega que o percentual subiu de 10% a 20% para 40%.

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A Eletrobras tentou o reajuste no ano passado, mas os funcionários conseguiram liminares para suspender o aumento, até que a empresa recorreu ao TST (Tribunal Superior do Trabalho) obteve liminar que paralisou todas as ações até que o mérito seja julgado.

“O problema é que a Eletrobras entendeu que, com essa liminar, poderia fazer as alterações. O que a gente está pedindo é o seguinte: aguarda o julgamento do mérito no TST. O que o tribunal decidir, a gente vai cumprir, claro. Não tem problema“, afirmou Mendes. 

A Eletrobras disse que a paralisação não provocou “descontinuidade dos serviços prestados pela companhia”.

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