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Dinheiro na mão é vendaval

Golpe do delivery faz mais uma vítima e influencer perde R$ 230 “do nada”

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Golpe do delivery faz mais uma vítima e influencer perde R$ 230
Pedro Knoth

Golpe do delivery faz mais uma vítima e influencer perde R$ 230 “do nada”

O publicitário e influenciador Hilário Junior, criador do podcast “Poc de Cultura”foi mais uma das vítimas do “golpe do delivery”. Ele alega ter perdido R$ 230 “do nada” após receber um cupom de R$ 100 do Rappi. 

A fatura final veio com o acréscimo e ele pagou sem perceber. Esse tipo de golpe cresceu mais de 136% .

“Basicamente o entregador pode a torto e a direito alterar todos os itens do seu pedido. Hoje fiz uma compra. Eram 16 itens. O entregador incluiu mais 15”, contou Hilário em seu perfil no Twitter. “Minha compra passou de R$ 212 para R$ 444!”.

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A modelo Yasmin Brunet foi outra a cair neste golpe, no caso dela, ainda mais grave, o prejuízo foi de R$ 7.900 .  A compra, paga no cartão, era de R$ 77, mas o valor debitado foi cem vezes maior.

Segundo o presidente do Procon-RJ, Cássio Coelho, apesar de esse tipo de fraude não ser novidade, muitas pessoas ainda caem na lábia dos criminosos, que costumam alterar um detalhe ou outro da armadilha para enganar as vítimas com mais facilidade. Por isso, todo cuidado é pouco.




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Atraso na PEC dos precatórios ameaça Auxílio Brasil e Roma se diz “preocupado”

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Ministro da Cidadania queria que a proposta fosse aprovada no Legislativo no início de novembro
Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Ministro da Cidadania queria que a proposta fosse aprovada no Legislativo no início de novembro

O ministro da Cidadania, João Roma, disse nesta quarta-feira (27) que está “bastante preocupado” com o atraso para aprovação da PEC dos precatórios . A proposta estava na pauta da Câmara dos Deputados ontem, mas os deputados não chegaram a um acordo e adiaram o texto

A PEC é vital para viabilizar o novo benefício social administrado pela sua pasta, o Auxílio Brasil . Sem a aprovação do texto, não sobra espaço fiscal no Orçamento para os R$ 400 prometidos pelo governo. 

Segundo Roma, seria “muito importante” que a PEC fosse aprovada “ainda no início de novembro”, já que os depósitos estão previstos para o início deste mês.

“Não há mais tempo hábil”, alertou Roma, que chegou nesta noite para mais uma reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Ao mesmo tempo, ele comemorou a decisão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), de que pode levar a PEC direto ao plenário após sua aprovação na Câmara, evitando as comissões.

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Após o encerramento da sessão que estava analisando a PEC, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), se reuniu em seu gabinete com líderes de partidos e três ministros do governo Bolsonaro, João Roma (Cidadania), Flávia Arruda (Secretaria de Governo) e Ciro Nogueira (Casa Civil). Eles conversaram sobre estratégias para alcançar maioria e votar o texto na quarta-feira da semana que vem. Lira, porém, não descartou a hipótese de tentar a votação ainda nesta quinta, cenário considerado improvável pelos líderes e até por Ciro Nogueira.

O presidente da Câmara ainda terá, durante a madrugada, conversas para tentar construir um consenso.

Sempre é possível fazer ajustes (no texto). Estou saindo agora para falar com deputados da oposição. Foi feita agora uma reunião com líderes da base, com a presença do ministro Ciro Nogueira, com a ministra Flávia, com o ministro João Roma. E agora vou conversar com membros e líderes da oposição e tentar chegar a uma composição plausível.”

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Assim como os demais líderes, Lira atribuiu o adiamento às dificuldades do retorno ao trabalho presencial.


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