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Fundos multimercado: entenda o que são e como investir com apenas R$ 10

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Fundos multimercado: entenda o que são e como investir com apenas R$ 10
Fernanda Capelli

Fundos multimercado: entenda o que são e como investir com apenas R$ 10

Todo grande investidor diz que diversificação na carteira de investimentos é importante. Isso porque, quando algum setor fica em desvantagem e cai, outro pode se manter estável e até subir.

Dessa forma, mesmo que a pessoa perca dinheiro em determinada aplicação, isso não será o suficiente para quebrá-la. Nesse cenário, os fundos multimercado chamam atenção por serem a própria definição de diversificação.

Veja como esse tipo de fundo funciona e como é possível começar a investir com apenas R$ 10:

O que são?

Como o próprio nome já sugere, um fundo multimercado é um dos milhares de tipos de fundos de investimentos que existem.

Vale lembrar que um fundo contém vários investidores. Estas pessoas aplicam uma certa quantia, que será administrada por um gestor, em diversos tipos de investimentos, podendo ser de renda fixa ou variável.

Como funciona?

Dessa forma, nosso protagonista, o fundo multimercado, tem como principal característica conter ativos de diversos setores. Isso só acontece porque, diferente dos outros fundos, ele não segue regras de porcentual nem um segmento específico.

Em suma, esse tipo de fundo pode se colocar na renda fixa, renda variável ou até mesmo se expor ao câmbio. Dessa forma, é um tipo de investimento que permite uma liberdade maior e um amplo leque de estratégias.

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Justiça concede aposentadoria por invalidez para mulher vítima de AVC

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INSS deverá pagar benefício a partir de abril deste ano
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INSS deverá pagar benefício a partir de abril deste ano

A 2° Vara Federal de Gravataí (RS) decidiu que uma mulher, vítima de Acidente Vascular Cerebral (AVC), deve receber aposentadoria por invalidez. A beneficiária havia aberto a opção para receber o auxílio-doença, mas as sequelas da doença prejudicaram atividades dela.

O juiz Selmar Saraiva considerou a perícia feita pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que apontou limitações físicas e cognitivas para qualquer atividade laboral da vítima. Com isso, seria necessário oferecer a aposentadoria especial.

Com a decisão, o INSS deverá pagar a aposentadoria a partir da data de entrada do processo, ou seja, abril deste ano. O juiz também estipulou o ajuste de 25% no valor das parcelas devido à necessidade da vítima de ajuda de terceiros em atividades diárias.

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Os advogados que defenderam à vítima disseram ao Conjur que a decisão de oferecer a aposentadoria por invalidez é rara. Entretanto, eles ressaltaram que o INSS ainda poderá recorrer da decisão junto ao Tribunal Regional Federal (TRF).

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