(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

Fundo de ex-alunos da UFRJ prevê captar R$ 15 mi em 2021 e financiar instituição

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
 Fundo de ex-alunos da UFRJ prevê captar R$ 15 mi em 2021 e financiar instituição
Reprodução/Wikimédia Communs

Fundo de ex-alunos da UFRJ prevê captar R$ 15 mi em 2021 e financiar instituição

Criado em dezembro, o Instituto Reditus, fundo patrimonial de ex-alunos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), já é o que cresce mais rápido nesse segmento no país. Em sete meses, captou R$ 7 milhões, mas estima alcançar R$ 15 milhões até dezembro.

Com mais de 130 doadores, a iniciativa conta com o apoio de executivos como Carlos Brito, que acaba de deixar o comando da cervejaria AB Inbev, Geraldo Thomaz e Mariano Gomide (fundadores e co-CEOs da Vtex, start-up que acaba de abrir capital na Nasdaq) e Bruno Pandolfi (fundador da gestora SPX).

O bom desempenho em captação está ancorado em apoiadores que são ex-alunos da universidade e que atuam para retribuir a formação recebida colaborando com alunos que hoje tocam projetos na instituição.

Os endowments , como são conhecidos, são fundos patrimoniais que captam recursos a partir de doações. Seu montante acumulado é preservado, permitindo usar os rendimentos obtidos a partir desse patrimônio para financiar os projetos. Com isso, o fundo mantém a perenidade da instituição que beneficia.

Leia Também:  Se privatização da Petrobras avançar, petroleiros entrarão em greve

Você viu?

O Reditus, já conta com 71 voluntários. E é voltado para fomentar novas lideranças, empreendedorismo e desenvolvimento tecnológico na UFRJ, com foco nas áreas de STEM (termo em inglês que agrupa ciência, tecnologia, engenharia e matemática).

O primeiro edital, de R$ 100 mil, apoiou 12 projetos de estudantes e professores. As iniciativas que já recebem recursos e outros projetos similares já estruturados no Brasil estão detalhados na reportagem exclusiva para assinantes.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

PEC para reduzir preço dos combustíveis adianta? Entenda a proposta

Publicados

em


source
Jair Bolsonaro
O Antagonista

Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (20) que negocia a apresentação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para permitir a redução a zero da incidência de tributos federais sobre combustíveis. O texto ainda não foi disponibilizado, mas os alvos da redução seriam a contribuição do Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

O impacto, porém, seria limitado. Dados da Petrobras mostram que, considerando um preço final de R$ 6,63, o registrado na última semana de 2021, esses tributos somam um valor fixo de R$ 0,69, ou pouco mais de 10% desse exemplo.

A questão é que o preço do combustível é impactado por outros fatores, como a cobrança do ICMS, que é um imposto estadual, e  será descongelado em fevereiro após 90 dias sem aumento. O estopim para a decisão de descongelar o valor do ICMS foi o novo anúncio de aumento do preço da gasolina e do diesel feito pela Petrobras na semana passada.

Leia Também:  Auxílio emergencial: veja quem recebe o benefício nesta segunda-feira

Além disso, incidem as margens do segmento de distribuição e revenda, da Petrobras e a adição de etanol aos combustíveis.

Com isso, a solução encontrada por técnicos do governo que trabalham na elaboração da PEC defendem a criação de um fundo de compensação a ser usado para reduzir o preço dos combustíveis quando houver aumento de preço tanto do barril de petróleo quanto do dólar.

Fontes do jornal O GLOBO dizem que esse fundo teria como fonte de recursos os dividendos pagos pela Petrobras à União, ou seja, parte do lucro da empresa seria revertido em subsídio ao combustível. Só no ano passado, a estatal pagou R$ 63,4 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio, mas só uma parte disso ficou com a União.

Leia Também

O Ministério da Economia é contra a proposta e defende a privatização da empresa. A venda da estatal em ano eleitoral é tida como quase impossível por ministros do governo. 

O tema é um dos principais alvos do presidente Jair Bolsonaro para tentar a reeleição neste ano. O combustível deve continuar sendo uma pedra no sapato do mandatário, já que o banco Goldman Sachs prevê que o Brent vai chegar a US$ 100 no terceiro trimestre de 2022. Na prática, isso significa aumento do preço dos combustíveis ao longo deste ano.

Em 2018, após a greve de caminhoneiros, o então governo de Michel Temer zerou impostos federais sobre o diesel , mas por meio de decreto e com compensação orçamentária correspondente por meio do aumento de outros impostos. Entre março e abril do ano passado, o governo Bolsonaro suspendeu a cobrança de impostos sobre o diesel, decisão que foi compensada com a elevação da carga tributária em outros setores.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA