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Flamengo vende 1,5 milhão de fan tokens em 12 minutos e bate recorde mundial

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Flamengo vende 1,5 milhão de fan tokens em 12 minutos e bate recorde mundial

Flamengo vendeu 1,5 milhão de fan tokens em menos de 12 minutos batendo o recorde mundial de venda deste criptoativo.

Ou seja, o Fan Token $MENGO, fruto de sua parceria com a Socios.com, foi um verdadeiro sucesso para ambos. De acordo com a Socios.com, a demanda foi tão grande que o aplicativo apresentou instabilidade.

O primeiro lote, disponibilizado das 10h às 12h, teve o limite de 100 Fan Tokens $MENGO por usuário. Em seguida, na segunda parte, programada para às 12h, o limite aumentou para 250.

“Um recorde brasileiro. Todos 1.500.000 $MENGO Fan Tokens disponibilizados estão ESGOTADOS. Um grande obrigado a todos que participaram de todo o mundo! $MENGO retornará ao App Socios em 26/10″, divulgou a Socios.com no seu Twitter.

Entre outras coisas, os detentores do token terão a chance de escolher a mensagem que irá aparecer na parede do vestiário no estádio do Maracanã e votar em outras decisões internas.

Fan Token do Flamengo

Conforme informado pela Socios.com, o contrato com o Flamengo prevê a exposição da marca na camisa de treino do time de futebol masculino profissional e no uniforme de jogo do time feminino e das categorias de base.

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Além disso, inclui um pacote de mídia na FlaTV, nas redes sociais do Flamengo, nas postagens de aniversário e na divulgação da escalação da equipe masculina profissional em dias de jogos.

O contrato terá validade até o final de 2025 e o Fan token deve render R$ 145 milhões ao clube em 5 anos.

No futebol, além do Flamengo, a Socios.com firmou parcerias com Atlético-MG, Corinthians e São Paulo. Na Europa, destaques para Barcelona, Paris Saint-Germain, Juventus, Milan, Manchester City e Atlético de Madrid.

A Sócios.com é responsável pelo token Chiliz (CHZ), um dos criptoativos ligados que mais cresceu nos últimos 2 anos.

Recentemente, a LaLiga Santander e a Chiliz anunciaram uma parceria exclusiva. O acordo prevê a emissão de Fan Tokens com engajamento na maior liga de futebol da Espanha.

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Copom reajusta Selic para 9,25%, o maior índice desde 2017

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Copom reajusta taxa Selic em 1.5 ponto percentual
Fernanda Capelli

Copom reajusta taxa Selic em 1.5 ponto percentual

O Comitê de Políticas Monetárias (Copom) do Banco Central aprovou nesta quarta-feira (8) o reajuste da taxa básica de juros em 1,5 ponto percentual. Com a decisão, a Selic passará de 7,75% para 9,25% ao ano.

Essa é a maior taxa já registrada para a taxa Selic em quatro anos. A última vez que os juros atingiram esse nível foi em julho de 2017.

Em comunicado, o BC informou que o peso da inflação da economia do país influenciou em mais um aumento na taxa básica de juros. 

“Apesar do desempenho mais positivo das contas públicas, o Comitê avalia que questionamentos em relação ao arcabouço fiscal elevam o risco de desancoragem das expectativas de inflação, mantendo a assimetria altista no balanço de riscos. Isso implica maior probabilidade de trajetórias para inflação acima do projetado de acordo com o cenário básico”.

“Comitê entende que essa decisão reflete seu cenário básico e um balanço de riscos de variância maior do que a usual para a inflação prospectiva e é compatível com a convergência da inflação para as metas ao longo do horizonte relevante, que inclui os anos-calendário de 2022 e 2023. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego”, completa o comunicado.

O CEO da iHUB Investimentos, Paulo Cunha, explica o aperto é necessário para tentar diminuir os efeitos na inflação, que ultrapassa a meta inicial prevista pelo Banco Central. 

“Estamos com a inflação bem acima da meta. No acumulado dos últimos 12 meses, atingimos os 2 dígitos, sendo que a meta da inflação é 3,5%. Toda vez que temos uma inflação longe da meta, o Copom precisa aumentar o juros para encontrar uma saída para controlar o índice inflacionários”, afirma. 

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“Embora tenhamos que apertar o ritmo monetário para conseguir controlar a inflação, acredito que estamos em um ciclo final de aperto”,

Cunha explica que o reajuste voltará a impactar ainda mais na taxa de empréstimos e financiamentos.

“Se você pensa em comprar um imóvel ou fazer um financiamento, você recua, pois a conta ficará muito mais cara. Então impactará principalmente o setor imobiliário. Embora o setor ainda esteja bastante aquecido, esse reajuste poderá afetar os lançamento de imóveis e possibilidade de crédito para o consumidor”, explica.

Investimentos

A alta na Selic irá impactar fortemente nos investimentos nos próximos meses. A poupança, segundo especialistas, deve retomar o patamar antigo e obter melhor rentabilidade no mercado financeiro.

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“Quando a taxa básica de juros sobe, os investidores passam a procurar por investimentos mais seguros, como a renda fixa. A poupança é um exemplo. Com o reajuste, ela deve passar a render mais que anteriormente”, afirma Paulo Cunha.

Os títulos prefixados também poderão apresentar reajustes positivos. Jansen Costa, sócio-fundador da Fatorial Investimentos, lembra que investimentos sem contabilizar Imposto de Renda poderá ser mais vantajoso neste momento.

“Se o cliente quiser investir em um prazo de no máximo um ano, vale buscar opções em que não há incidência de imposto de renda, como LCIs e LCAs de até 12 meses”, afirma.

“Por outro lado, há também a opção dos prefixados, mas o risco é as taxas subirem mais e quem comprou antes ficar com a sensação de que perdeu dinheiro. Se o investidor estiver com esse medo, o melhor é ajustar não a taxa, mas sim o prazo optando por um prefixado mais curto, por exemplo”, completa Costa.

Expectativa para 2022

Economistas acreditam que o Banco Central deve reajustar a taxa Selic acima dos 10% na primeira reunião de 2022, marcada para os dias 1° e 2 de fevereiro. Até março, os juros poderão atingir 12,25%.

Para Ettore Sanchez, economista-chefe da Ativa Investimentos, acredita que essa taxa deve se manter durante todo o ano.

“Outras duas elevações de 150bps deverão iniciar 2022, conduzindo o juro para a terminal de 12,25% em março, 100bps abaixo do terminal que avaliamos condizente com a convergência e restabelecimento da credibilidade”, prevê o especialista.

“Os 12,25% de Selic deverão permanecer até o início de 2023, quando passarão a ser reduzidos até 7,5% na última reunião do ano”, ressalta.

Sanchez ainda acredita em alterações nas perspectivas de inflação, PIB e dólar.

“Com a nova trajetória o IPCA de 2022 sobe de 4,4% para 4,5% e de 2023 de 3,0% para 3,1%. O PIB para o biênio fica em, respectivamente, 0,5% e 2,6%, vindo de 0,5% e 2,5%. O câmbio segue na mesma perspectiva, de R$5,50/US$, tendo sua trajetória muito associada ao fiscal descalabrado”, completa.

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