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Dinheiro na mão é vendaval

Financista brasileiro fará live em evento global do TikTok

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Em clima de festas de fim de ano, o TikTok montou uma programação especial: uma campanha com diversas lives para se despedir de 2021 com bom humor e começar 2022 com prosperidade.

Em suma, criadores de conteúdos e parceiros vão relembrar os melhores momentos do ano, dar dicas para o Natal e compartilhar conselhos para o novo ano que está chegando. Com isso, eles pretendem mostrar a diversidade da plataforma e inspirar mais pessoas a fazerem lives no próximo ano.

Entre os principais convidados, está Fabrizio Gueratto, financista do canal 1Bilhão Educação Financeira, que dará uma verdadeira aula sobre investimentos e finanças pessoais.

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Sobre a palestra

No dia 21 de dezembro, às 21h, Fabrizio Gueratto irá realizar uma live exclusiva sobre “Investimentos que vão bombar em 2022”. Portanto, a conversa tem como objetivo apresentar o mercado financeiro para mais pessoas e ajudar aqueles que já são investidores.

O convite veio através da própria plataforma, que selecionou influenciadores digitais de diferentes categorias para realizar lives exclusivas. Ainda mais, com assuntos que agregaram o ano de 2022.

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Ascensão do TikTok

O TikTok é um aplicativo de compartilhamento de vídeos que está em grande ascensão nos últimos anos. A rede social foi desenvolvida pela chinesa ByteDance em 2016. No entanto, ela foi para outros países apenas a partir de 2017.

Saiba mais em 1Bilhão Educação Financeira , parceiro do iG.

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Servidores vão pedir reajuste de até 28% na greve de hoje

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Servidores vão pedir reajuste de até 28% na greve de hoje
O Antagonista

Servidores vão pedir reajuste de até 28% na greve de hoje

Durante a greve marcada para esta terça-feira (18), entidades de servidores vão pedir aumento salarial de até 28,15%. A categoria está insatisfeita com o presidente Jair Bolsonaro por escolher dar reajuste apenas para os profissionais da segurança pública, mas o período de férias e a onda de casos da variante Ômicron pode diminuir a adesão ao movimento. A informação é da Folha de São Paulo. 

O percentual é pleiteado pela elite do funcionalismo, mas não é consenso entre todos os sindicatos. 

Pelo menos  50 categorias devem aderir à paralisação de hoje.  Às 10h ocorre o primeiro ato na frente do Banco Central, em Brasília. Às 14h a reunião será à frente do Ministério da Economia, onde a categoria deve entregar um ofício ao ministro Paulo Guedes pedindo a negociação. 

A ideia do segundo protesto é chamar a atenção do chefe da Economia, que é contra o reajuste. No entanto, ele cedeu R$ 1,7 bilhão a Bolsonaro ao pedir ao Congresso uma reserva de recursos no Orçamento de 2022 para atender aos policiais federais. Por esse motivo grupos ligados às polícias não integram o movimento. 

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Nas contas internas do governo, cada 1% de aumento gera uma fatura adicional de R$ 3 bilhões para a União.

Nas últimas semanas, servidores entregaram cargos em protesto e reduziram o ritmo de execução de atividades —a chamada operação-padrão.

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​Os grupos já falam até em novas mobilizações para o dia 2 de fevereiro —quando recomeçam os trabalhos no Congresso Nacional e no STF (Supremo Tribunal Federal).

A crise está na cabeça de integrantes do Planalto, que já foram avisados informalmente por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) de possível inconstitucionalidade caso o reajuste vise apenas uma categoria. 

De acordo com levantamento do Fonacate , discussões sobre paralisações envolvem auditores da Receita, funcionários do Banco Central, servidores da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), auditores e técnicos da CGU (Controladoria-Geral da União) e do Tesouro Nacional, servidores da Susep (Superintendência de Seguros Privados), auditores do trabalho, oficiais de inteligência e servidores das agências de regulação.

Também integram a lista analistas de comércio exterior, servidores do Itamaraty, servidores do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), defensores públicos federais, especialistas em políticas públicas e gestão governamental, auditores fiscais federais agropecuários, peritos federais agrários, além de servidores do Legislativo, do Judiciário e do TCU (Tribunal de Contas da União).

As entidades manifestam preocupação com a contaminação por Covid-19, por isso pedem que seja respeitado o distanciamento e os líderes apelam para os servidores que não forem presencialmente, para que “cruzem os braços” mesmo assim. 

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