(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

FGTS: período de carência do saque-aniversário é de 25 meses; entenda

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
Trabalhador que opta pela modalidade perde direito ao saque integral na rescisão
Reprodução: iG Minas Gerais

Trabalhador que opta pela modalidade perde direito ao saque integral na rescisão

O trabalhador que fizer a opção pelo saque-aniversário poderá sacar um percentual do saldo do FGTS acrescido de uma parcela adicional anualmente. No entanto, perde o direito ao saque integral no caso de demissão, tendo que se ater apenas a 40% do montante. 

No caso da pessoa que optou pelo saque-aniversário, e se arrependeu, o período de carência é de 25 meses, ou seja, o trabalhador só está apto ao saque-rescisão no primeiro dia útil do 25º mês seguinte ao da solicitação.

Por um lado, pode ser bom ter um dinheiro a mais durante a crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus. Mas, por outro, quem escolhe o saque-aniversário perde a possibilidade de sacar o valor integral do fundo se for demitido.

Segundo a Caixa, os optantes do saque-aniversário podem movimentar a conta do FGTS nas seguintes hipóteses:

  • • uso para moradia própria
  • • doenças graves
  • • aposentadoria
  • • calamidade pública e outros, excetuando-se os casos em que ocorrer demissão sem justa causa
  • • rescisão por culpa recíproca ou força maior
  • • rescisão em comum acordo entre o trabalhador e empregador
  • • extinção do contrato de trabalho a termo e temporário
  • • falecimento do empregador individual
  • • falência da empresa ou nulidade de contrato
  • • suspensão do trabalho avulso

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

Novo Bolsa Família pode ter reajuste automático; entenda

Publicados

em


source
Novo Bolsa Família pode ter reajuste automático
Reprodução/ACidade ON

Novo Bolsa Família pode ter reajuste automático

O relator do Auxílio Brasil, deputado Marcelo Aro (PP-MG), quer criar um dispositivo de reajuste automático do benefício pela inflação. Além disso, Aro quer alterar as faixas de pobreza e extrema pobreza de acordo com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), considerado a inflação oficial do país, segundo informa a Folha de São Paulo.

“A MP [do Auxílio Brasil] é uma carta de boas intenções, mas ele não fala em números; não delimita o que é pobreza e extrema pobreza, por exemplo. O texto precisa trazer valores definidos e uma correção natural, como pela inflação, para que o cidadão saiba de fato o que vai acontecer”, afirmou Aro à Folha.

Atualmente o benefício é reajustado quando o governo deseja. A ideia contraria o plano do governo de não criar aumento permanente das despesas públicas.

O governo Bolsonaro não reajustou o benefício desde que assumiu o Planalto. O último aumento foi em julho de 2018, na gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB). Estima-se que a defasagem do benefício esteja próxima a 20%.

Se o valor fosse corrigido pela inflação do período, estaria hoje em patamar de aproximadamente R$ 219. O Auxílio Brasil promete pagar R$ 300. 

As faixas de pobreza (critérios de entrada para o benefício) também não sofrem reajuste desde 2018. Se corrigidas pela inflação passarão a valer os valores:

  • Pobreza: sai de para sai de R$ 178 para R$ 207,30 por mês;
  • Extrema pobreza: sai de R$ 89,01 para R$ 103,60 por mês.

Os patamares que estão em avaliação pelo governo são de R$ 95 e R$ 190, ou seja, serão reajustados, mas mantém-se defasados.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA