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Dinheiro na mão é vendaval

Explicar offshores: estresse de Guedes preocupa e Campos Neto está chateadíssimo

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Roberto Campos Neto e Paulo Guedes
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil – 13.3.19

Roberto Campos Neto e Paulo Guedes

Ontem (5), o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, irão  prestar esclarecimentos à Câmara e ao  Senado sobre suas empresas offshore. Dois dias depois do escândalo  “Pandora Papers” que comprovou que ambos mantiveram contas no exterior no exercício do cargo, Guedes foi convocado às duas Casas do Legislativo, enquanto Campos Neto foi convidado a comparecer no Senado. 

Segundo o colunista Lauro Jardim, assessores de Guedes estão preocupados com o “pavio curto” do ministro, que não perde a chance de revidar parlamentares quanto tem a oportunidade. 

Em abril de 2019, quando foi convocado para prestar esclarecimentos na CCJ da Câmara, foi  chamado de “tchutchuca” pelo deputado Zeca Dirceu, e não deixou barato.

“Você não falte com respeito comigo, tchutchuca é a mãe, é a avó”, rebateu corado e tomado pelo nervosismo. A sessão foi encerrada após a confusão.

Já Campos Neto, que se desfez da empresa em paraíso fiscal nove meses após assumir o cargo que ocupa, diz estar “chateadíssimo” com a repercussão. Afirma ainda que não é “político” e que “comprou briga” com a mulher para assumir o cargo, quando poderia trabalhar na iniciativa privada.

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Debandada: Ministério da Economia perderá mais dois nomes; saiba quem

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Paulo Guedes, ministro da Economia
Washington Costa/ASCOM ME

Paulo Guedes, ministro da Economia

Termina nesta sexta-feira (21) o prazo para a sanção presidencial do Orçamento de 2022. Após a assinatura da LOA (Leia Orçamentária Anual), dois nomes do Ministério da Economia sairão da pasta, informa a colunista do GLOBO Malu Gaspar. Os secretários já entregaram o pedido de exoneração ao ministro Paulo Guedes, são eles: 

O subsecretário de assuntos fiscais da Secretaria de Orçamento Federal, Luiz Guilherme Pinto Henriques, e o subsecretário de gestão orçamentária, Márcio Luiz de Albuquerque Oliveira. A oficialização deve sair no Diário Oficial da União nos próximos dias. 

Os dois participavam ativamente das negociações com parlamentares para definir o Orçamento e diziam estar cansados das “batalhas perdidas” com a ala política. 

Pinto Henriques chefiava o pagamento de precatórios e os gastos com a folha de pagamentos, dois dos itens postos em cheque no Orçamento deste ano. 

Oliveira pilotava a elaboração dos chamados créditos suplementares ou extraordinários, instrumentos que remanejam verbas dentro do Orçamento. No dia 13, o governo federal publicou uma portaria dando  mais poderes à Casa Civil sobre o Orçamento da União. O texto determina que a pasta terá que dar aval para algumas ações de abertura ou remanejamento de despesas.

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Henriques está de férias e não volta para a função. Alegou motivos pessoais e vai se licenciar para fazer mestrado. Já Oliveira abdicou do cargo de chefia mas seguirá nos quadros do ministério. Para a primeira vaga, será destinado Fábio Pontes, outro funcionário de carreira da Economia.

A saída deles se soma à de outros três quadros técnicos que deixaram suas funções nesta semana : o secretário de Gestão, Cristiano Heckert; o secretário de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria da Secretaria Especial do Tesouro e Orçamento, Gustavo Souza; e o diretor de programa da Receita Federal, Mauro Bogéa.



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