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Dinheiro na mão é vendaval

Empresários pedem, mas governo diz que horário de verão “não traz benefícios”

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Bolsonaro eliminou o horário de verão em 2019
Marcos Corrêa/PR

Bolsonaro eliminou o horário de verão em 2019

Empresários dos setores de hotelaria, turismo, bares e restaurantes de vários estados estão aderindo ao movimento que pede pela volta do h orário de verão . O movimento começou encabeçado pelo CNTur (Confederação Nacional de Turismo), agora conta com empresários de diversos setores, até o ferrenho apoiador do presidente Jair Bolsonaro , Luciano Hang, da Havan .

Depois da negativa de Bolsonaro , o Ministério de Minas e Energia negou que  medida traga redução no consumo de energia. “Nos últimos anos, houve mudanças no hábito de consumo de energia da população, deslocando o maior consumo diário para o período noturno. Não identificamos que a aplicação do horário de verão traga benefícios para a redução da demanda”, diz.

Segundo a Folha de São Paulo, Fabio Aguayo, diretor da CNTur, pretende levar o pedido agora para o Ministério do Turismo.

“Nós acreditamos nisso, e acrescentamos que vai agregar na segurança pública e socialmente com a geração de empregos, principalmente na conscientização da população no momento crítico que vivemos, com recursos hídricos e energéticos”, afirma. ​

Ao decretar o fim do horário de verão, em 2019, Bolsonaro defendeu que não havia economia de energia com a medida historicamente adotada no País e apostou que, sem a ‘hora a mais’, a produtividade do trabalhador aumentaria porque não ter o horário de verão favoreceria o relógio biológico.

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Volkswagen coloca 800 funcionários em férias coletivas por falta de peças

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Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)
Divulgação/Volkswagen

Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)

Em meio à escassez de componentes, a Volkswagen vai colocar 800 funcionários da fábrica de Taubaté (SP), o correspondente a um turno, em novas férias coletivas. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região, a medida começa a valer na segunda-feira (27) e se estenderá por dez dias.

O motivo alegado pela montadora é a falta de insumos, sobretudo de semicondutores, que vem sofrendo oscilações no fornecimento e dificultando a produção mundial de veículos.

De acordo com o sindicato, a Volkswagen informou inicialmente que as férias coletivas seriam para 2 mil trabalhadores, mas que poderia sofrer alterações. Até o momento, a medida vale para 800 funcionários, que devem retornar no dia 7 de outubro.

Indústria automotiva enfrenta escassez de chips

O episódio marca a sexta vez no ano em que a Volkswagen concede férias coletivas aos funcionários. Ainda segundo o sindicato, também foram registrados 11 dias de paralisação e mais cinco dias de folga (ambos com utilização do banco de horas) por falta de peças.

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Em julho, a Volkswagen concedeu férias coletivas de 20 dias para o primeiro turno de sua fábrica em São Bernardo do Campo e paralisou parte de sua planta em Taubaté.

No fim de agosto, a montadora também anunciou dez dias de férias coletivas para 2 mil funcionários na fábrica de Taubaté, também por falta de peças.

O problema de abastecimento tem sido enfrentado por toda a indústria automotiva, que lida com a escassez na cadeia global de suprimentos desde o fim do ano passado.

No mesmo dia em que o Sindicato dos Metalúrgicos anunciou a medida adotada pela Volkswagen em Taubaté, trabalhadores da Fiat em Betim aprovaram um programa de suspensão temporária do contrato de trabalho devido a falta de componentes eletrônicos.

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