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Dinheiro na mão é vendaval

Empresa transforma desafios da inclusão digital em soluções inovadoras

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Dinheiro na mão é vendaval

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É fato que a digitalização da economia é um caminho sem volta. A pandemia de Covid-19 não só ofereceu perspectiva, como acelerou essa tendência. Celebrando 20 anos de atuação, a RV Digital , um dos grandes expoentes em matéria de transações digitais no Brasil, demonstra compreensão singular desse momento, catapultando sua posição estratégica em parceria com  grandes empresas, como Google, Apple, Uber, iFood, PlayStation, Spotify, Xbox, Netflix e Sky e as principais operadoras de telefonia.

O CEO da RV Digital Valmor Bosi
Divulgação/ RV Digital

O CEO da RV Digital Valmor Bosi

“O mercado está cada vez mais ‘fidigital’”, observa o CEO da RV Digital, Valmor Bosi. Para ele, a chave do sucesso da empresa, que consolidou um portfólio plural, rico e inovador, está na percepção de que por mais que haja aceleração digital, o mercado físico sempre vai existir e, consequentemente, terá muita demanda. “O pequeno varejo tem uma função muito importante na maior parte do território nacional, por isso nós precisamos ofertar cada vez mais produtos que possam contribuir para manter essas lojas rentáveis e relevantes para as economias locais, nas mais de 4 mil cidades que já estamos presentes”, completa Bosi.

Bosi não está sendo modesto. A RV Digital está presente em todos os estados do País, em mais de 130 mil pontos de venda, com um ecossistema completo para a geração de negócios e apoio aos pequenos e médios varejistas, que inclui a comercialização de serviços e produtos pré-pagos e financeiros.

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Para reforçar essa presença na rede de pontos de vendas físicos, a RV Digital criou o RV Point: “um conceito diferenciado para lojas parceiras RV Digital espalhadas por todo o Brasil, com identidade visual própria e portfólio completo, tornando-se um centro de conveniência para o público consumidor e aumentando a nossa relevância para o ponto de venda, que tem a oportunidade de ampliar o seu fluxo de pessoas e criar mais linhas de receitas”, explica o CMO e CPO da RV Digital, Luis Fernando Carvalho.

A empresa aposta na estratégia de multicanalidade para garantir a acessibilidade e comodidade de seus clientes e parceiros também no meio digital oferecendo o RV Point App, aplicativo que leva o ponto de venda para a palma da mão do consumidor, e o RV Hub, um avançado marketplace de APIs, que reduz a necessidade de programação, agiliza e facilita a integração das soluções da RV Digital na plataforma dos potenciais clientes, acelerando a geração de receita de fintechs, comerciantes e outras empresas com venda digital.

Para Henrique Lima, CTO da empresa, o diferencial dos APIs da RV Hub é “a experiência que proporcionamos aos desenvolvedores, onde em algumas semanas, ou até mesmo dias, é possível integrar e comercializar os produtos da RV, facilitando e agilizando todo o processo de negociação”.

Maquininha da RV Digital: soluções inovadoras
Divulgação/RV Digital

Maquininha da RV Digital: soluções inovadoras

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Qualquer empresa, seja ela brasileira ou não, pode se conectar ao hub para oferecer produtos e serviços digitais para todo o mercado. Autonomia, multicanalidade e conectividade podem até não ser um mantra, mas ajudam a dimensionar uma organização que entende o mercado em que atua e, fundamentalmente, compreende que para avançar é preciso unir forças e não alienar setores que na teoria, e apenas na teoria, ficaram para trás.

Uma metodologia tão dinâmica e fruída não nasce da noite para o dia. A cultura inovadora se constrói em laboratório. Quase que literalmente! “O RV LAB é uma unidade de negócios multidisciplinar que concebe e executa novas ideias”, explica Carvalho sobre a incubadora de novos produtos e aprimoramento de soluções pré-existentes. “Formamos diferentes squads com componentes de diversas áreas da Cia, que trazem diferentes visões e abordagens sobre os temas discutidos”, complementa o CMO.

Com essa estratégia, a companhia registrou 300mm de transações em seu ecossistema, que geraram um volume de vendas de R$5,4 bilhões em 2021. A expectativa da RV é crescer, no mínimo, 20% ao ano, até 2025.

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Dinheiro na mão é vendaval

Auxílio Brasil: fila é o dobro do anunciado pelo Ministério

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Sancionada MP que torna o Auxílio Brasil em R$400 permanente
Agência Brasil

Sancionada MP que torna o Auxílio Brasil em R$400 permanente

Novos dados compilados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) apontam que a demanda reprimida pelo Auxílio Brasil em maio era mais que o dobro da fila oficial do governo. De acordo com informações da entidade, naquele mês havia 1,8 milhão de famílias esperando o benefício, enquanto o Ministério da Cidadania apontava que eram quase 765 mil.

A diferença ocorre porque o levantamento da CNM leva em conta as inscrições de famílias no Cadastro Único (CadÚnico) que atendem ao critério para ingresso no programa — renda mensal per capita inferior a R$ 210 — e tiveram os dados atualizados há menos de 24 meses. Para entrar na fila oficial do Ministério da Cidadania, no entanto, é preciso passar por outros filtros.

Os invisíveis do Auxílio Brasil Cresce número de brasileiros que teriam direito ao benefício Em maio, 18,1 milhões de famílias recebiam o benefício de R$ 400, de acordo com os dados do governo. Mas o anúncio de que haverá uma ampliação no valor (para R$ 600) e no número de beneficiados pelo programa fez com que a procura por atendimento nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) crescesse. A CNM se preocupa com a pressão na estrutura desses postos, o que vem sobrecarregando os municípios, conforme destaca o presidente da entidade, Paulo Ziulkoski. 

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“O programa Auxílio Brasil está passando por alterações preocupantes, como a elevação de R$ 400 para R$ 600 do benefício, que só dura até o final do ano. E depois?”, questiona ele.

R$ 12,2 bi a mais por mês

Aliado a esse movimento, o período de atualização cadastral de quem já estava inscrito no CadÚnico também sobrecarrega os municípios. Ao longo da pandemia, a averiguação dos dados foi suspensa para não penalizar as famílias que não tinham condições de confirmar os dados pessoalmente e não colocar os servidores da assistência social em risco, pois havia uma série de restrições sanitárias.

“A pressão dessa averiguação cadastral recai sobre os municípios. Como os servidores da assistência social não estão dando conta da fila de quem está nessa atualização cadastral, como é que vão fazer busca ativa para identificar as famílias que estão em situação de pobreza, por exemplo?”, pondera Ziulkoski.

Os retrocessos no Brasil em 2022 Em seu relatório, a CNM pontua que os novos acessos ao programa estavam ocorrendo em ritmo mais lento que os cadastros. A entidade critica, no entanto, o pagamento linear, por não considerar a situação de vulnerabilidade das famílias.

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Se houvesse uma focalização maior, seria possível atender mais famílias, distribuindo melhor os valores de acordo com as necessidades delas.

A CNM ainda estima que seria necessário um gasto mensal de R$ 12,2 bilhões para o período entre agosto e dezembro de 2022 para zerar a demanda reprimida do programa. “O valor estimado é 66% superior à média mensal (R$ 7,4 bilhões) de gasto do programa até julho deste ano”, diz a entidade.

Para ampliar o programa este ano, o governo aprovou a proposta de emenda à Constituição (PEC) Eleitoral, que driblou as regras fiscais e eleitorais e permitiu o pagamento de um benefício maior a mais famílias. A partir de terça-feira, serão atendidas 20,2 milhões de famílias, que receberão um benefício de R$ 600. O Orçamento de 2022 previa R$ 90 bilhões para o programa. Com a PEC, foi liberado um extra de R$ 26 bilhões para a ação.

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Fonte: IG ECONOMIA

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