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Dinheiro na mão é vendaval

Economia brasileira cresceria 8% se não fosse pandemia, diz Bolsonaro

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Dinheiro na mão é vendaval


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O presidente da República, Jair Bolsonaro
Luciano Rodrigues

O presidente da República, Jair Bolsonaro


O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que a economia brasileira teria crescido 7% ou 8% em 2021 se não houvesse pandemia em vez dos 4% previstos para o ano. Para ele, as medidas de isolamento adotadas por governadores foram as responsáveis pelos impactos da crise sanitária nos  empregos e na renda .

 “Os informais foram duramente abatidos. E logo por esses políticos, que dizem tanto que estão preocupados com os mais pobres. O governo federal não fechou nenhum botequim”, disse durante uma cerimônia do Ministério do Turismo, realizada no Palácio do Planalto nesta quinta-feira (10).

Bolsonaro também elogiou o desempenho do ministro da Economia, Paulo Guedes, apesar das baixas nas finanças públicas e na sociedade. “Gostaria de saber do Paulo Guedes o que ele fez para a economia, apesar do ‘feche tudo’. Destruíram empregos, levaram à miséria e à depressão milhões de pessoas”, disse.


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Dinheiro na mão é vendaval

Mesmo na pandemia, número de ricos com fortuna acima de R$ 250 milhões sobe 24%

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Bernard Arnault, dono da Louis Vuitton, torna-se o homem mais rico do mundo
Fernanda Capelli

Bernard Arnault, dono da Louis Vuitton, torna-se o homem mais rico do mundo

O relatório do banco Credit Suisse sobre a riqueza global demonstrou que o número de milionários só faz aumentar, mesmo com a tragédia da pandemia de coronavírus , que já matou quase 4 milhões de pessoas no mundo, meio milhão delas, no Brasil.

De acordo com o levantamento, há hoje no planeta 215 mil pessoas com patrimônio líquido acima de US$ 50 milhões (R$ 250 milhoes. Os dados foram tabulados no final de 2020). São os ultrarricos , classificados no relatório como “pessoas com altíssimo valor de mercado” (ultra high net worth, ou UHNW, em inglês).

Ou seja, são 41,4 mil indivíduos a mais do que os 173,6 mil mega-ricos com mais de US$ 50 milhões registrados um ano antes, um aumento de 23,9%.

Isso já seria um aumento muito pronunciado em qualquer ano, mas é particularmente impressionante em um ano de turbulência social e econômica.

“A natureza da resposta política à pandemia tem, naturalmente, uma grande influência nesse quadro”, constata o estudo.

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A maioria das regiões contribuiu para esse aumento, com a África e a América Latina sendo as únicas exceções.

A América do Norte, é responsável pela maioria dos novos membros desse ranking, tendo adicionado 21.640 deles (23%).

A China adicionou menos ultrarricaços: 9.830 deles. Mas isso representa um aumento de 54% no país.

Os aumentos percentuais também foram substanciais na Europa (até 17%) e Ásia-Pacífico (até 20%).

Os Estados Unidos foram o país que mais ganhou os megamilionários (21.313). E eles também cresceram bem na Alemanha (1.630), Japão (1.580), Reino Unido (1.400) e Coreia do Sul (1.010).

A previsão do Credit Suisse é que esse número de afortunados aumente em mais de 25 mil pessoas a cada ano em média, somando 129 mil em cinco anos, um aumento de 60%.

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Veja quem tem mais de US$ 1 milhão no planeta

No mundo, o Credit Suisse estima que haja 56,1 milhões de pessoas com mais de US$ 1 milhão no banco (dados do fim de 2020). O aumento em relação ao ano anterior é de 5,2 milhões.

  • EUA – 21,9 milhões de pessoas
  • China – 5,2 milhões de pessoas
  • Japão – 3,6 milhões de pessoas
  • Alemanha – 2,9 milhões de pessoas
  • França – 2,4 milhões de pessoas
  • Reino Unido – 2,4 milhões de pessoas
  • Austrália – 1,8 milhão de pessoas
  • Canadá – 1,6 milhão de pessoas
  • Itália – 1,4 milhão de pessoas
  • Holanda – 1 milhão de pessoas
  • Índia – 698 mil pessoas
  • Hong Kong – 520 mil pessoas
  • Rússia – 269 mil pessoas
  • México – 264 mil pessoas
  • Arábia Saudita – 236 mil pessoas
  • Brasil – 207 mil pessoas
  • Emirados Árabes Unidos – 169 mil pessoas
  • Tailândia – 86 mil pessoas
  • Kuwait – 79 mil pessoas
  • Chile – 64 mil pessoas

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